sábado, 24 de dezembro de 2016



   
  

                              CAPITO XXIX

               O CRISTIANISMO ROMANO,
                ANTES DE CONSTÂNTINO!

                    Quando falo de cristianismo romano não falo no sentido literário, mas que as doutrinas de Constantino pegou todo seu fundamento nas doutrinas da filosofia grega e transportou para messiânica pobre de filosofia judaica, pois este povo era pobre de filosofia, tinham apenas se tornado negociantes, com formação babilônica nada mais. Algo que não consegui entender até hoje porque Constantino resolve judaizar a doutrina filosófica romana, talvez por este povo não significar uma força militar que fosse reclamar o direito da doutrina, pois eles não tinham nem pátria mais neste tempo, e isto foi o que acabou conservando aquele povo entre os cristãos romanos pós Constantino.

                     O cristianismo romano começa quando as escolas filosóficas da Grécia trazem para Roma suas doutrinas, e vai se espalhando sobre toda Roma, e havias várias fontes de filosofias que debatiam entre si fazendo diversas correntes da filosofia com diversas academias de debate e havia desconforto entre uma filosofia e a outra, sendo que a doutrina da purificação ia tendo mais aceitação que as doutrinas das paixões humanas, e as religiões começavam a render lucros comerciais, trazendo dissensões e perseguições, aos adeptos do prazer a ponto de haver perseguições aos adeptos das religiões luxuriosas e assim começava haver, brigas religiosas em Roma o que atraia a atenção do poder que não tolerava a indisciplina de quem quer que fosse.

                               Mas a doutrina da filosofia grega sofreu muitas influências romanas e entre os filósofos estava um advogado pensador filho de Marcus Aneu Sêneca, que era um orador influente em Roma e um de seus filhos era Lúcio Júnio Gálio era pro-consul na Acaia, onde segundo a história cristã romana encontrou-se com Paulo o apostolo, e ai tem que se saber como foi feita esta grilagem para por este tal Paulo de encontro com Lúcio Júnio, grilagem é uma forma de adulterar documento usado muito no passado, alguém tomava a terra de outrem e fazia um documento desta terra como sua, e colocava estes documentos em caixa, depois colocava sobre ele folhas verdes de hortaliças, e depois colocava grilos na caixa para comer as hortaliças e enquanto estes grilos iam comendo as hortaliças defecavam sobre as folhas de papiro ou papel, amarelando os papéis tornando-os envelhecidos, e esta grilagem Constantino fez com muita maestria, falsificando livros trocando os autores e até os deuses eram colocado conforme o interesse de Constantino e muitos documentos foram envelhecidos tomando assim o lugar da doutrina da meditação, contemplação, e crucificação da carne totalmente helenística para a doutrina messiânica do judaísmo, com princípio helenístico dando vida assim a um Cristo crucificado.

                                Mas o segundo filho de Marco Aneu Sêneco, fora Lúcios Aneu Sêneco, um filsófo da doutrina da meditação, marido da mãe de Nero o louco imperador romano, e era professor e conselheiro do mesmo, segundo dizem, por isto Nero teve sete anos de governo bom. Este filósofo escreveu muitos livros a respeito da doutrina da filosofia helenística da contemplação, que muito contribuiu para disseminação da religião helenística, mas antes dele outros filósofos deram formação à doutrina do cristianismo romano um deles fora Cícero, uma das mentes mais versáteis de Roma, mas fora ele que deu ênfase à doutrina helenística em Roma, porém era mais dado a política, que a religião e durante a segunda metade caótica do século um AC, marcada pelas guerras civis e pela ditadura de Júlio César, Cícero patrocinou um retorno ao governo da república tradicional, mas, contudo a sua carreira como estadista foi marcada por inconsistências e uma tendência para mudar a sua posição em resposta a mudanças no clima político, e a sua indecisão pode ser atribuída à sua personalidade sensível e imprescindível, pois era propenso a reagir de modo exagerado sempre que havia mudanças políticas e privadas.

                     "Oxalá que ele pudesse aguentar a prosperidade com mais autocontrole e a adversidade com mais firmeza!" escreveu C. Asínio Pólio, um estadista e historiador Romano seu contemporâneo, mas este é um problema dos sábios, no poder esperam que o povo esteja à altura de sua linha de pensamento, e sem explicar muito eles sempre caminham em um propósito não entendido pela massa, e no ano 79 AC, Cícero partiu para a Grécia, Ásia Menor e Rodes, e de lá Cícero viajou para Atenas, onde se encontrou de novo com Ático, que se tinha tornado um cidadão honorário de Atenas e apresentou Cícero a alguns Atenienses importantes. Em Atenas, Cícero visitou os lugares sagrados dos filósofos. 

                       Mas antes de tudo, ele consultou retóricas diferentes para aprender um estilo de falar menos exaustivo e seu maior instrutor foi Apolônio (que não fora o de Thyana), ele ensinou a Cícero uma forma de oratória mais expansiva e menos intensa que iria caracterizar o estilo individual de Cícero no futuro, começava a nascer ali o cristianismo romano, mas no fim dos anos 90 e inícios dos anos 80 AC, Cícero apaixonou-se pela filosofia, o que iria ter grande importância na sua vida. Eventualmente, ele iria introduzir a filosofia grega em Roma e leva-la aos romanos e criaria um vocabulário filosófico latino e em 87 AC, Filão de Larissa, o chefe da Academia fundada por Platão em Atenas 300 anos antes, chegou a Roma e Cícero, "inspirado por um extraordinário zelo pela filosofia", sentou-se entusiasticamente aos seus pés e absorveu a filosofia de Platão, chegando a dizer que Platão era o seu deus. 

                        Admirava especialmente a seriedade moral e política de Platão, mas também respeitava a sua imaginação, mesmo assim, Cícero rejeitou a teoria das ideias dele, mas Cícero romanizou a doutrina helenística, e além dele teve Lucrécio foi outro filósofo do 1° século AC segundo a igreja romana foi o primeiro padre católico, então os padres chegaram antes de seu próprio Cristo, mas na verdade Lucrécio foi um dos fervorosos pregador da filosofia helenista romanizada. 

                                         Para Lucrécio, a alma é mortal e após a morte, resta um simulacro (simulacrum), ou fantasma, que assombram os vivos, é bom que se lembre aqui que os romanos tinham por costumes celebrar seus mortos, e fantasma era um jeito respeitoso de tratar seus mortos, Só tratado como monstro assustadores pelo catolicismo de Constantino que queria afastar o povo de suas doutrinas primitiva, pois estes eram os santos das famílias romanas e deste modo, ele resgata a ideia epicurista de eidolon, (termo grego) ele afirma que o medo da morte criou o mito da imortalidade da alma, a Teosofia sustenta a tese da alma morredoura, mas defende que o espírito, princípio que anima a alma, é o “Ser” que realmente sobrevive à morte, como vê a doutrina do cristianismo romano não chegava a um acordo a respeito da mortalidade ou imortalidade da alma, mas na doutrina romana, (antes do cristianismo romano) já havia influência da doutrina egípcia, pois o próprio pai de Lúcio Aneu Sêneco , zombava do imperador  Calígola

                       Este imperador costumava mandar levar os réus ao tribunais em ganchos, e Marcus Aneu Sênego, pai de Lúcios Aneu Sênego, dizia que ele seria levado ao o céu para juízo de deus sobre ganchos,  trazendo assim a ideia de como se via a vida após a morte em Roma mesmo pelo império romano, e a mesmas religiões helenística foram adicionando a sua religião os costumes romanos da vida pós morte dos fantasmas dos mortos e do inferno em fogo e (O inferno em fogo é da pura doutrina romana, já que os outros povos falavam no inferno como um lugar embaixo da terra úmido e escuro) da vida no Elísios que era o paraíso pós morte difundido pelos romanos, pois Roma era rica em vida após morte, e assim se forma a doutrina helenística em Roma já que Roma por ser um estado comercial, pouco se importava com seus deuses ou religiosidade então qualquer doutrina era bem aceita, assim como  fora os povos fenícios.

                 Mas o nome de cristão ou o mito Cristo da doutrina filosófica romana veio através de Nero Cesar que era um louco lunático, e em lapso de loucura pôs fogo em Roma e depois assistiu o incêndio na  torre de Mecenas mas isto acabou trazendo a revolução do povo sobre ele que ao ver as revolta tomando corpo e por ver que sua vida corria perigo resolveu pôr a culpa, nos religiosos helenísticos da época e neste tempo não havia judeus ainda em Roma pelo menos ainda não tinha sido trazido para Roma pelas revoltas, os que estavam ali eram comerciantes judeus e suas religiões era a maçonaria uma sociedade fechada que não chamava a atenção de ninguém, as religião populares que ali estavam era na sua grande maioria as religiões de filosofia helenísticas, e Nero Cesar põe a culpa neste povo, que foram tirados para “Cristo” que é o que se dizia em Roma quando um inocente pagava pelo crime de alguém, então Nero manda crucificar os helenistas em grande quantidade fazendo uma grande carnificina, que acabou compungindo os cidadão romanos e a revolta se encrudeleceu até que Nero suicidou-se.
           
                        E dali foi que este povo passou a ser chamado de Cristãos, pois foram tirados para Cristos por Nero Cesar e foi assim que  ficaram conhecido e tudo isto  antes mesmo do messianismo judaico, que só foi transportado para Roma com o fim da primeira revolta dos judeus que levou o general Vespasiano a invadir Jerusalém, e com a invasão de Jerusalém, e a morte de seus nobres, Tito traz o povo escravo para Roma, isto é Nero cristianizou os religioso helenístico em 65 DC e  Tito traz os judeus como escravo para Roma no ano 74 DC e estes escravos ao chegar a Roma encontram todo tipo de doutrina filosófica, mas na fé deste povo que ainda era bastante primitiva não havia um deus tão espiritual como os que estavam sendo pregados por ali, pois suas doutrinas ainda era bastante primitiva de um deus cheio de defeitos como os humanos.

                      E isto atraiu também os judeus embora por sua doutrina ser bastante ortodoxa começaram a adaptar as suas doutrinas e os deuses dos filósofos a seus deuses, e nisto os judeus já eram acostumado a fazer e adaptar deuses, e ao saírem da Judéia foram deixando para traz seus líderes crucificados, pois era costume romano crucificar seus inimigos de guerra e seguiam suas crucificações pelo longo do caminho onde iriam passar todos que ficassem vivos para traz ou que fossem levados como escravos, isto servia como exemplo a seus inimigos.  

                  E assim este povo marcha para Roma e lá se tornam escravo e os escravos em Roma ou eram usados como mão de obra ou algum guerreiro que causara dificuldade aos soldados romanos era levado às arenas para morrer em combate, servindo de espetáculo para, o público romano, pois Roma vivia neste tempo entre combate a revoltoso e espetáculos nos circos, para divertir a massa, e os judeus levados para Roma encontram lá o povo compungido pelas crucificações de Nero aos religiosos, e isto também servia de espetáculo, Roma era um grande centro comercial e nada melhor para um centro comercial onde recebiam gente de diversos pontos de toda região conhecida até então, que de melhor para este povo que fazer espetáculos para divertir a massa.

                         E assim os judeus que vieram como escravos foram se espalhando entre este povo romano que também eram supersticioso e fácil de ser alienado a diversas doutrinas, mas também os judeus apesar de sua ortodoxia a respeito de seu deus, também adaptavam suas religiões a outras doutrinas e assim aos pouco foram mesclando suas doutrinas messiânicas às doutrinas filosóficas de Apolônio de Thyana, e também transformaram o homem em um judeu, já que não aceitavam uma doutrina de outros deuses, e para que a doutrina fosse válida teria que ser adaptada para seu deus, com um herói judeu, Um Salvador judeu, pois guardava em suas mentes a crucificação feita por Roma ao longo do caminho, e ligados a história ao chegarem a Roma de que os religiosos haviam sido tirados pra Cristo por Nero cumprindo os ditos romanos que tinham que tirar alguém pra cristo, era fácil criar seu cristo salvador e assim estava pronto o herói, criado na fama de Apolônio de Thyana.

                     Bem as religiões sempre sofreram certa censurar por parte do império quando desrespeitavam o princípio da cidadania, ou seja, as leis dos imperadores, e as histórias dos judeus sempre foram cercadas de mitos religiosos como ser colocados em fornalhas e seu deus livra-los e por isto sempre foram muitos rebeldes, na confiança de um deus por suas histórias serem muito fantasiosa, e em Roma também havia culto ao Imperador, e como este povo tinham suas história cheios de mitos de seu deus também desrespeitaram o império romano em sua fé, mas os imperadores romanos diferente de outros reis, não tolerava a rebeldia, por isto sempre foram muitos perseguidos até se submeterem aos caprichos romanos, pois os imperadores romanos não se importavam em exterminar até o último homem para manter a lei e a ordem em Roma, e assim o messianismo judaico era mais perseguido que os outros, pois os outros estavam mais dados a lucros do que uma verdadeira fé em um deus verdadeiro, (embora seus fiéis entravam mesmo em sua fé de corpo e alma como se diz até os dias de hoje)

                            Isto não quer dizer que os judeus também não fossem dados aos lucros, mas nesta hora eles se voltavam a seus deuses e confiavam em um milagre que atraísse a fé dos Cesar já que em seus mitos estavam repleto de história de reis que acabaram por aceitá-los como eram e passaram a respeitar seus deuses embora isto fossem mitos fantasiosos para enaltecer seus deuses, sem nem uma comprovação histórica de outros povos, mas o povo judeu tinha muita fé em suas histórias que era usada por seus sacerdotes também para encher seus bolsos, o fato que chegaram a Roma na mesma esperança de que com sua rebeldia acabariam agradando “Os Cesar” e isto acabou trazendo morte, prisões e disciplina, pois era isto que os Césares queriam de seus súditos e muito mais de escravos e povos conquistados, e não toleravam rebeldias de forma alguma trazendo morte a este povo por muitos anos até a chegada de Constantino, e enquanto isto seu deus teve alguns adeptos das doutrinas dos sado masoquistas que tinham por princípio pôr a vida em risco ou se entregavam ao flagelo para purificação da alma ensinado por Platão (não que Platão tenha ensinado o alto flagelo, mas sim ensinado que o homem devia sacrificar o corpo, mas acabava aparecendo também este tipo de religião em Roma), e nisto as religião ia se mesclando sendo atacada de tempos em tempos pelos imperadores que não toleravam rebeldias e indisciplina, e este povo eram por princípio rebelde e indisciplinados.

                              E no primeiro século I da era cristã enquanto a religião sofria pesado ataque dos comerciantes da fé surgiu Apolônio nascido de uma família aristocrata de Thyana e muito jovem entrara na escola em Tarso, (onde a igreja católica arrumou o nascimento para o tal Saulo de Tarso) e depois entrou para o templo de Esculápio formando-se em medicina, e este filosofo nesta época era a ligação entre os antigos filósofo, e a corrente filosófica mais nova, sem trabalhar com as religiões já voltada aos comercio religioso, pregava a doutrina pitagórica e também contra o fanatismo religioso por isto também atribuíram lhe o asceticismo, perseguido até por imperadores ele e as religiões de época.

                                E entre os Cesar que perseguirão as religiões estava Nero como já falamos, um louco que se achava artista, pôs fogo em Roma, e depois fora assistir a cidade queimar e enquanto a cidade imperial estava em chamas, subiu na torre de Mecenas, tocando uma lira e cantando o cântico do incêndio de Tróia, declarando abertamente que "desejava a ruína de todas as coisas antes de sua morte". Além do grande edifício do Circo Romano, muitos outros palácios e casas ficaram destruídos, vários milhares de pessoas pereceram nas chamas, ou se afogaram com a fumaça, ou foram sepultados sob as ruínas, e depois que viu que o que fizera tinha despertado a ira do povo procurou um cristo para a culpa de seus crimes, mas convém que se diga aqui que nestes tempos os judeus ainda não estavam em Roma, mas é claro que os que ali estavam não estavam como escravos, mas os que ali estavam eram só comerciantes, e à culpa recaíram sobre os religiosos helenísticos que foram os primeiros cristos.

                     Ouve uma perseguição violenta contra este povo, talvez Nero visse ali um meio de libertar-se de seu padrasto, professor e conselheiro, pois Nero, não gostava que alguém lhe fizesse sombra, pois matara sua própria mãe por isto, e assim com as perseguições, mataram-se crucificados muita gente apenas por professar esta religião, pois dizia Nero que este povo pôs fogo em Roma para acabar com o culto ao imperador, mais embora os cidadãos romanos aceitasse, sabiam que este povo era inocente e estavam sendo levado para cristo, e daí o nome cristão, foi nesta época que esta religião passou a ser chamada de seita cristã, e muitos mártires da história católica nem faziam ideia de um povo judeu quanto mais de qualquer cristo vindo de lá, quando Constantino resolve assumir todas as religiões sobre seu poder tornando tudo uma religião só.

                      Tomando sua fé suas filosofias e seus livros adulterando e mistificando, grilando páginas e introduzindo as mesmas nos livros da filosofia grega dando assim valor a um Jesus de Nazaré que até hoje não se encontra nem uma passagem sobre ele nos editos de nem uma academia de épocas espalhadas em toda região do império romano, sua única pálida passagem é nos editos de Flavio Josef, mas já contestado desde a muito por alguns eruditos, que lendo seu edito acharam estranho o sistema de escrita feito nesta passagem, e no que falou Flavio Josef, e até mesmo João Batista não há como concordar que um povo que não tinha como costume o batismo em água, já que este era uma passagem encontrada nos editos egípcios quando se trata de Horus o deus eterno dos egípcios, e não era um costume dos judeus, (o batismo em água) e como se arruma um João Batista para batizar em água, no meio de um povo que não tinha tal costume, e pra piorar este povo tem por princípio uma rixa com os egípcios, de forma alguma iam aceitar este costume puramente egípcio em sua religião, pois uma das coisas conhecida neste povo é sua ortodoxia religiosa.   

                    E em seguida a igreja católica arruma um Jesus para ser batizado seguindo os princípios de Horus, deus da mitologia egípcia, e pior ninguém procurou saber no longo do tempo onde nasceu este tal costume, se não se encontra escrito isto em nem uma parte das doutrinas judaicas?  Quanto a este Jesus de Nazaré é incrível, pois havia na época vários escritores judeus e nem um deles falaram sobre este Jesus que segundo o catolicismo de Constantino, era seguido por grandes multidões.  Mas como vê o cristianismo romano nesta época nada tinha a ver com este ou com aquele seguimento religioso, mas com os que foram crucificados em Roma por Nero, e outros loucos imperadores depois dele, mas nada a ver com um Cristo, pois este cristo não fora criado pelos cristãos romanos, pois nesta época o líder a ser seguido em Roma era Apolônio, que na chegada de Constantino, era cercado por  mitologia de milagres feito por ele discutia com os sábios e os calava, e este Cristo judaico não fora criado nem pelos judeus seguidores da doutrina helenística, mas por Constantino depois, pois até hoje os judeus ainda não aceitam este tal Cristo.

                             É claro que este povo que segue sua escrita desde a saída da Babilônia, e acompanhou de perto a tentativa de Roma através de Constantino de mesclar suas religiões com as religiões romanas os que acreditavam ser uma blasfêmia contra seus deuses não aceitaram e não aceitam até hoje está doutrina, e os espertalhões trataram de achar dentro das próprias doutrinas judaica explicação de porque isto, quando na verdade o único motivo para isto foi que nem um Jesus passou por lá só nas escrituras feita pelos sábios de Constantino.




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