XXIX PARTE
LIBERDADE
E LIBERTINAGEM
Bem toda doutrina católica é tirada das religiões
greco-romanas e estas por sua vez nasceram das filosofias gregas e tudo que a
filosofia buscava era justiça para todos e isto não se fez em um dia, pois a
filosofia no começo caminhava muito devagar em sua linha de pensamento, isto
por causa da escassez de filósofos e também pelos combates dos sacerdotes a
filosofia, pois um dos primeiros filósofos a falar de justiça foi Pitágoras, aliás,
foi Pitágoras que deu o nome filósofos aos pensadores.
Pitágoras nascido nos anos 590 a 579 AC era natural de
Samos uma ilha do Dodecaneso na Anatólia, Grécia, foi um dos fundadores da
Magna Grécia na Península Itálica que denomina hoje o sul da Itália até a ilha
da Sicília naquele tempo Siracusa, que era pertencente aos Cartagineses dos
povos fenícios, fez ali sua escola. Trouxe para seus princípios religiosos os
ensinamentos de Zoroastro profeta e sacerdote hindu e deus de Ciro “O Grande” e
segundo alguns Pitágoras fora até na Índia onde os encantos dos deuses faziam
com que até as florestas se movessem e trouxe de lá seus princípios espirita de
ver os deuses, também aprendeu matemática em Mileto com seu mestre Tales.
E por
sua luta por justiça acabou sendo queimados com sua escola por seus inimigos
políticos, estes eram quase sempre o fim dos filósofos, por seus pensamentos e
lutas por justiça. Quando a Igreja católica através de Constantino assume o
cristianismo no quarto século, ou seja, nos anos 326 desta era as escolas
teológicas com todo seguimento do cristianismo já estavam em plena atividade a
mais de 600 anos então as religiões não eram algo novo e todos estes doutores
adaptado pela igreja católica nada tem a haver com este catolicismo de um Jesus
de Nazaré que está ai. A verdade que todos os doutores adaptados pela igreja
católica do primeiro, segundo e terceiro séculos eram estoicos ou cínicos, não esqueçam
que os imperadores Adriano e Marco Antônio eram estoicos e o imperador Adriano
era seguidor de Apolônio.
A fábula
contada de que Paulo ao entrar em Damasco viu um clarão e que este Jesus falou
pra ele Saulo, Saulo porque me persegues? Isto saiu do mito contado sobre o
imperador Adriano, estes mitos saiam dos púlpitos das igrejas, através dos
ensinamentos sofistas para os oradores da época cujo único propósito era
cativar a massa em favor dos seus heróis, contava-se que o imperador Adriano
ficou revoltado pela desobediência do povo de Tiana, cidade Natal de Apolônio e
ia destruí-la, quando Apolônio lhe apareceu como uma luz no céu e falou. –Adriano
não atente contra meu povo, e deste mito surgiu o mito de Paulo. Como
vê os Romanos eram dados a fantasmas, pois eles também veneravam os mortos e
criam na imortalidade da alma coisa que os judeus não criam e ainda não creem
até hoje.
E Constantino
ao entrar em Roma teve uma dura derrota na ponte Mílvia e por saber que este
povo venerava a cruz como símbolo de todas as religiões nascida da filosofia
grega e que estes eram predominantes em Roma fez uma cruz em seu escudo e
mandou que seus soldados pusessem em seus escudos e espalhou um boato entre os
romanos que tinha recebido um sinal dos deuses que com esta cruz ele venceria e
o povo que estava sobre pressão dos reis que de vez em quando se revoltavam
contra os cristãos e os matavam não perderam tempo voltando-se a favor de
Constantino e até muitos soldados romanos mudaram de lado, pois estes soldados
já eram cristãos, é preciso que se diga aqui que até neste tempo ninguém tinha
ouvido falar de um cristo judeu e sim em um cristianismo puramente greco-romano
e o único herói reconhecido além dos filósofos era Apolônio o médico Grego.
XXX PARTE
LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Antes
de começarmos a falar do princípio da lei de proteção a sociedade humana, quero
falar ainda da confusão causada pelo cristianismo romano para tirar da
filosofia grega o direito ao cristianismo, mais é bom que se fale aqui a grande
diferença entre cristianismo e judaísmo.
1°) O judaísmo não crê e nem ensina a
ressurreição dos mortos, pois para os judeus seu deus vai voltar quando eles
exterminarem todos os gentios uma espécie de aplicação nazista feita por
Hitler, a doutrina do juízo final em um grande juízo é uma doutrina egípcia e
adaptado pelos gregos e mais tarde pelos romanos até chegar nos cristão, que
foram os grandes propagadores do juízo final e não de um juízo feito por um
cristo isto é criação romana feita no concílio de Niceia.
2°) Batismo não é uma doutrina judaica em nem
um dos livros judaico fala-se em batismo em agua este é um costume Hindu
praticado no rio Ganges transportado para algumas religiões filosófica gregas
chegando em Roma.
3º) Os judeus não dividiam-se em religiões
como os romanos eles eram conservadores então nunca existiu entre este povo
diversas religiões como afirma o testamento romano dividindo aquele povo em
Fariseus, Saduceus e Zelotes como suas escrituras. A verdade que aquele povo
acreditava em um deus, tinha um templo como a maioria dos povos, mais com uma
diferença eles adoravam em seu templo um único deus, e não se dividiam em
religiões, pois eram povos aldeãos da Síria, ou seja, toda Judéia era só uma
aldeia da Síria e não tinham reis e muito menos um governador romano como
erraram os escritores romanos ao escrever em concordância com o mito de Marcos
e nunca foram divididos em religiões como afirma os livros do novo testamento
de Constantino.
As religiões na mão dos fanáticos e sofistas segue o
caminho da submissão aos poderes um dos ensinamentos foi o caminho da humildade
que é muito próprio dos poderes tentam submeter pela força, mas não dando certo
aplicam o caminho da humildade, mas isto só para os oprimidos os opressores não
tem nem um compromisso com a humildade ou com os humildes, mais a humildade é o
melhor jeito de submeter os povos sem dificuldade, pois um povo humilde não
reclama, não cria problema, não oferece resistência e se acredita em um deus é
mais submisso ainda, pois põem sua confiança em um deus e chora suas magoas em
silêncio que é tudo que os poderes precisam para cometerem injustiça, pois o
povo espera em um deus fiscal que julgará tudo no grande juízo final e para os
senhores dos poderes ainda resta o direito de pedir perdão antes de morrer e
tudo fica muito bem e fazem seus crimes sem nem um peso de consciência.
Mas se partirmos do princípio de que somos uma evolução e
sobrevivente de um mundo, cheios de feras, mais preparadas que nós para
enfrentar a concorrência, vamos chegar à seguinte conclusão, não foi com
humildade que chegamos até os dias de hoje, pois para sobreviver tivemos que
enfrentar as feras e nos mostrarmos mais forte que eles embora não éramos, mais
os vencemos com astúcia, coragem e um pouco de alto confiança, ou seja,
arrogância.
Então a arrogância está em nossa genética e sem ela não
chegaríamos aqui e pode ter certeza nem um humano humilde conseguiu passar sua
genética no passado à geração seguinte apenas os corajosos astutos sobreviveram,
nós somos a geração de um povo corajoso, arrogante e indomável, então os
poderes sempre apelaram para a humildade de um povo que não tem isto em sua
genética, será que este deus não sabia de onde vínhamos? Ou era arrogante
demais para importar-se conosco?
O Livro do tal Paulo romano é uma luta constante para
impor isto aos religiosos, se você ler seus livros vai entender do que falamos,
pois o livro do tal Paulo aos romanos é um ensinamento ao cumprimento da lei
com humildade ensinando a ser humilde, mais também em vantagem ensinava a
conhecer e obedecer às leis, mais o mesmo Paulo, escrevera aos Gálatas,
exortando-os a não obedecerem a lei então os romanos deviam obedecer a lei mais
os Gálatas não, também ensinou humildade aos Éfeso mais a Timóteo um de seus
bispo ensinou a ser malicioso não confiar em fieis religiosos, então o mesmo
espírito que operava humildade em um operava malícia no outro e pior este outro
era um chefe de igreja.
Se
buscarmos ler com atenção o livro dos cristãos católico vamos encontrar muitas
contradições e também muitos contos que vão ser verdadeiros contos de fada,
além das ameaças aos que não crerem para um pensador que lê com atenção vai
chegar à conclusão que este deus, ou é um desiquilibrado mental, ou
simplesmente não existe mesmo.
1°)
determinou que todos os gentios fossem mortos até que só restasse, o seu povo
na terra.
2°) Profetizou a seu povo abundancia de viveres e nunca conseguiu isto,
o povo Israelita na verdade desapareceu há muito tempo restando deste povo
apenas uma tribo de Judá e nem mesmo a tribo de Judá conseguiu sobreviver, pois
os romanos acabaram com eles e só voltaram a juntar-se pelos cristão católicos,
pois Constantino ao passar a eles o
cristianismo greco-romano acabou trazendo sobre eles a piedade dos cristão e
com a humildade dos cristãos este povo tornou-se senhor da Europa e os cristãos
seus vassalos.
Quanto ao Jesus de Nazaré que é um mito contado por
Marcos aproximadamente nos anos 180 a 200 desta era segundo o livro de Marcos
ele não ressuscitou quem fez sua ressurreição foi o concílio de Nicéia e ainda
criaram um credo pelo qual submeteram todas as religiões gregas da época. E
este foi o credo criado pela igreja católica. “Creio em deus pai
todo poderoso criador do céu e da terra, creio em Jesus Cristo filho unigênito
de deus, nascido da virgem Maria, padeceu sobre o poder de Pôncio Pilatos, foi
crucificado morto e sepultado ressuscitou ao terceiro dia conforme as
escritura, subiu ao céu e está assentado ao lado direito de deus pai donde há
de vir julgar os vivos e os mortos, creio no espirito santo, na santa igreja
católica, na comunhão dos santos, na ressurreição da carne, na vida eterna amem!”
Este credo foi criado para impor ao cristianismo greco-romano
e quem não se submeteu foi queimado em fogueira com algum sacerdote que matavam
e rezavam pelas almas dos cristãos greco-romanos queimados pela religião
católica de Constantino foram a número bem maior que os crucificados pelos imperadores
romanos uma verdadeira carnificina covarde com agravante matavam e rezavam
pelas almas dos mortos, uma forma covarde sem nem um senso de justiça, ao
contrário guardavam estar fazendo justiça em nome de um deus, um verdadeiro
rito macabro e tudo porque queriam o nome cristão para si. Uma coisa imitada pela
própria máfia siciliana, e hoje pintam de bons moços apenas porque a sociedade
lhes tirou o poder...

XXXI PARTE
LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Estas foram algumas das principais religiões saídas da religião
grega que deu origem ao catolicismo de Constantino, e estes são uns dos principais
ensinamentos dos senhores da igreja católica de Constantino, mas o que queremos
falar é do princípio da lei e o senso de justiça entre os homens e como se
tirou a lei da mão dos sacerdotes para passar a homens e tribunais.
Nós seres humanos não temos um princípio organizado de
vida com um deus soprando em nós o espirito de vida como dizem as religiões,
nós na verdade como todos outros animais somos uma evolução que foi mudando
vagarosamente até chegarmos ao que somos hoje e nossa mudança segue o ambiente
que vivíamos e cada característica em nós tem atrás de si uma história de
adaptação e evolução e cada vez que a natureza nos pôs em desvantagem a mesma
natureza colaborou nos dando adaptações para que pudéssemos sobreviver e nós
seres humanos também contribuímos nos juntando em grupos para que pudéssemos
sobreviver a nossos inimigos naturais as feras.
Se olharmos outros animais que vivem em grupos
descobrimos que eles sempre têm uma forma de comunicação Exemplo: Os cães da
pradaria se comunicam por grunhidos e os pesquisadores com aparelhos que
identificam o som descobriram mais de 2000 linguagens do cão da pradaria então
o homem usou o som e fez dela sua linguagem e também o cão da pradaria fez o
mesmo, mais o homem teve muitas outras vantagens que o cão da pradaria ou
qualquer outro animal não tinha o homem tem a mão que pode usar uma arma como uma
extensão do braço e ainda uma última vantagem que nem um animal desenvolveu
ainda o homem é bípede, ou anda em duas pernas e isto lhe dá a vantagem sobre
todos os outros animais ele pode carregar coisas nos braços enquanto se
locomove de um lado para outro.
Tem uma visão diferente das coisas em relação a outros
animais o homem desenvolveu o raciocínio, assim como a águia desenvolveu a
visão e o urso desenvolveu o faro, nós paramos para meditar como conseguiríamos
fazer as coisas mais fáceis para depois fazermos este foi o princípio de nosso
raciocínio, nós desenvolvemos o raciocínio assim que começamos a caçar, pois
assim como somos, não somos páreo para presa e nem para os predadores então
começamos a raciocinar e só tínhamos uma coisa que podia nos levar a ser
caçador, nossa capacidade de raciocínio. Bem tendo independência entre as mãos
e as pernas e podendo locomover-se com as pernas enquanto a mão exerce outra
função isto faz com que nos tornamos um predador mais perigoso que os outros
predadores.
Não sei quem passou para o homem que só nos tornamos
humano quando desenvolvemos a música e desenhamos, pois ao contrário só
desenvolvemos a música por sermos humano e o desenho tu vê uma criança logo que
se coloca um papel e um lápis em sua mão ele começa a desenhar, ser artista não
é isto ser artista é raciocinar e arte é ciência e não dotes de alguém que
desenha e nós humanos ao desenvolvermos as primeiras armas de defesa já éramos
artista ou cientista que no grego é a mesma palavra. E assim foi o surgimento
do ser humano uma criatura diferente dos outros animais era um animal que
andava muito rápido com um estilo diferente de locomoção, pois andava em pé era
rápido e na floresta difícil de ser visto pelos demais animais pela sua
velocidade e seu corpo esguio.
E estas
foram algumas das nossas vantagens em relação a nossa caça e até aos predadores
e assim fomos aos poucos nos desenvolvendo em grupo entre bestas feras e também as caças
que eram farta e quando começava ficar escassa, mudávamos de um lado para outro
levando conosco todos nossos pertences e família então tornamo-nos nômades na
terra viajando atrás das caças para suprir nossas necessidades em grupos e
claro com uma organização que pusesse ordem no grupo.
XXXII PARTE
LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Bom desde o princípio de nossa vida como humanoides,
tivemos alguma vantagem sobre outros primatas, desenvolvemos a razão e com o
desenvolvimento da razão tivemos a percepção que devíamos andar em um bom grupo
para sobrevivermos, e não seria possível um bom grupo de macho se alguns ficassem
solteiros sem o mesmo direito a uma fêmea, ou a sua família, então passamos a
construir famílias, ou seja, cada macho teria sua fêmea e cada fêmea seu macho
assim ninguém ficaria solteiro neste grupo, este foi o princípio da família um
sistema humano que não se vê em nem outro animal, apenas algumas aves formam
casais como o homem e isto só por alguns tempos quando criam filhotes depois
vai cada um para seu lado.
Mas o ser humano começou a criar família e cada casal a
sua própria família e neste tempo éramos caçadores com muita dificuldade
criávamos nossas famílias mudando-nos constantemente para onde as caças iam, e
até ali toda lei do homem era o respeito ao casal e sua família e os seres
humanos protegiam-se mutuamente e quando atacado por qualquer fera logo o bando
contra atacavam como verdadeiras feras e isto criava o amor mútuo entre eles
que hj dizem vir de um deus mais isto vem da razão e a necessidade da
preservação da espécie também protegia seus doentes e idosos mais uma coisa
vinda do uso da razão e está em nosso DNA e não em espírito pois foi assim que
sobrevivemos entre animais bem mais preparado que nós pra sobreviver e foi esta
luta que fez esta união tão intensa nos humanoides.
Seria bom que o homem desse mais valor a nossos
antepassados antes de crer que um deus lhes deu tudo de mão beijada, até o amor
mutuo entre eles pois daríamos mais valor a nosso passado heroico e não
estaríamos sendo escravo de cães e gatos, um ato ridículo praticado pelo ser
humano atual, se nossos antepassado visse o que fazem os homens escravos de
animais de hoje morreriam de vergonha nós perdemos na doutrina perversa de
Constantino e por 2000 anos nos pois de joelhos diante de um deus que nunca
passou aqui e pior escravo de seu povo e hoje escravo de animais por incentivo
de pet schopin, e dizer que fomos um povo valente corajoso astuto que vencemos
todo tipo de fera e por amor de um para outros muitos foram até o sacrifícios
contra as feras.
As mudanças constantes de um lado para outro era sofrível
para o bando e principalmente com muitas mortes no grupo isto nos levava à um sentimento de tristeza e saudade dentro de
nós que com o uso da razão começávamos a perguntar qual o fim das vidas de
nossos antes queridos e começávamos ainda ai a fazermos uma ligação entre este
mundo e um mundo desconhecido, mais nossas vidas que era muito movimentada
andando de um lado para outro não nos deixava tempo para criarmos uma cultura
pós morte estava apenas em nossos sentimentos humanos e não em uma prática
cultural, um de nossos primeiros ritos para nossos mortos foi enterra-los, este
rito deve ter vindo da tentativa de impedir que as feras comecem os corpos de
seus ante queridos e ao deixar seus mortos começou-se uma despedida ritualista.
Foi quando o homem fixou-se na terra que se começou
definitivamente a adoração dos deuses. Ao fixar-se na terra o homem precisou de
lei que se orientasse a sociedade e neste tempo não havia lei de proteção de
toda sociedade as primeiras leis era voltada a lei dos mais fortes, ou seja, o
homem mais forte dominava sobre o grupo e os mais fracos se submetiam as leis
dos mais fortes embora houvesse leis naturais imutáveis entre os homens e neste
tempo os homens ainda estavam voltados as suas preocupações principal as feras
e ainda eram caçadores embora houvessem fixado se na terra até nestes primeiros
tempos só as mulheres cuidavam do cultivo da terra e alguns homens começavam a
ser pastores buscando do mato e dos campos animais fáceis de serem
domesticados.
A própria
agricultura não começou de um dia para outro, pois no começo o homem tinha
dificuldade para achar a época certa do plantio e foi observando os astros que
o homem chegou às quatro estações do ano e pelas estações o plantio na época
certa, depois de achar a época do plantio e a época da colheita o homem
tornou-se definitivamente agricultor, mais os astros levaram o homem a
aproximar-se mais de seus deuses e assim o homem tornou-se místico de vez. Não
foi um deus que guiou o homem até ele mais a astronomia que levou o homem a
crer em um deus, pois a morte com o uso da razão despertou no homem um
sentimento místico e a astronomia fomentou este misticismo e por isto tudo no
homem termina em 12. As 3 Marias no cinturão de Órion também deu origem a
muitas lendas com três.
Pois uma das ciências mais velha do homem é a astronomia
confundida com astrologia que a formula mística que os homens viram os astros
no passado enquanto uns estudavam as estações épocas das colheitas e das chuvas
como a época do plantio outros viam nos astros os benefícios dos deuses através
dos astros e isto prova que o homem desde os primórdios tempos buscavam uma
entidade superior que lhe protegesse, já que o homem vivia em torno de proteção
e protegido desde seus primeiros passos na terra até o dia de hoje...
XXXIII PARTE
LIBERDADE E LIBERTINAGEM!
As primeiras civilizações formadas ao fixar-se na terra,
também tiveram que fazer leis, mas como já falamos as primeiras leis não
protegiam a todos somente os mais fortes e aos poucos foram escravizando uns e
protegendo outros chegando a escravidão conforme a sofisticação da sociedade,
no princípio começávamos o domínio do
mais forte mais com o passar do tempo organizou-se guardas para os que mandavam
nos grupos e com as guardas veio o princípio do estado e com a formação do
estado acabou-se o poder do mais forte passando ao poder dos mais astutos e os
mais astutos criaram deuses para valorizar seus governos ou reinos, com
sacerdotes que apostavam que os deuses tinham dado a este rei ou a esta família
real o governo de então.
E assim
tivemos os primeiros reinos de homem na terra e por suas astúcias cercavam-se
de deuses que lhes dava autoridade para governar sobre os demais e para mostrar
o quanto poder tinham investidos pelos deuses faziam sacrifícios e matavam até
homens mulheres e criança para submeter pelo medo seus súditos seus reinos
muitas vezes era verdadeiro reinos de terror e tudo isto faziam para impor
temor ao povo, os primeiros reinos na terra foram feitos por governos macabros
como temos alguns ainda até os dias de hoje e sempre atrás de um reino de
terror existe um deus terrorista que no caso não é seu deus e sim seus
sacerdotes, já que todos estes deuses nada mais é que crendice do povo, pois
nunca um destes deuses apresentou-se a qualquer um que seja embora todos dizem
ter alguém que recebera destes deuses um ensinamento direto para que este
passasse ao povo.
Embora nem um deles tenham mostrado qualquer coisa que
possa provar seus contatos com estes deuses, mas ele sabe que por natureza se
insistir nisto logo encontrará adepto que creia no que falou, pois a massa está
havida por proteção, e assim o homem descobriu que a formula melhor que tem de
submeter às massas e sobre a sombra de um deus, pois o povo é supersticioso e
tem necessidade de alguém que o proteja já que viver de proteção está em seu
DNA e os reinos em nome da proteção dos deuses aos homens, submetiam a massa
até a morte, e para manter o homem sobre seu poder criavam mitos em volta
destes deuses e transformavam seus mitos em rituais nos templos de seus deuses.
E assim
quanto maior a sociedade mais leis eram necessário para submeter seus cidadãos
pela complexidade dos reinos, já que um rei não tinha só a necessidade de
cuidar do plantio, ou de sua guarda mais também de diversas outras coisas
conforme a complexidade de seu reino então o rei dividiu com os sacerdotes o
cuidado do reino e já que cabia aos sacerdotes dizer aos homens o que estava
certo ou errado diante dos deuses, também coube a eles na maioria dos reinos o
cuidado com a lei, e foi ai que a lei começava a beneficiar também os
sacerdotes então tínhamos no reino leis que protegiam os reis e os sacerdotes e
com o passar do tempo os nobres que saiam da família dos reis ou de alguém que
prestara grande serviço ao rei e este tipo de nobre geralmente morria com a
morte do rei pois este mesmo antes de morrer passava ordem a seus servos que
matassem seus protegidos talvez para não deixar como um peso a seu substituto.
Na verdade muitas civilizações levantaram-se e
desapareceram na terra antes que a história começasse a gravar em livros nossa
passagem na terra e hoje à arqueologia tem achado civilizações que nem história
guardada tem, ou seja, não há como ligar está civilização a qualquer povo na
terra e qual sua cultura ninguém consegue desvendar a não ser por lugares que
parecem templos com lugar de sacrifícios e alguma escrita muito confusa ainda.
No entanto sabemos que, onde há templo ali houve sacrifício a algum deus ou a
vários deuses.
E assim
tivemos diversos reinos e com eles as histórias de suas deusas e uma das
principais histórias destes deuses fazia referência a terra onde morava ligavam
aquela terra ao poder de um deus (que antes de mudar-se para o céu que era a
visão direta do homem comum tinham deixado esta terra a família real) e as leis
dos sacerdotes vinha ligada a estes deuses e que geralmente por mérito de algum
herói humano do passado tinham deixado esta terra aos homens.
Geralmente estes heróis do passado ainda eram parentes do
rei que estava no poder, e os heróis da Grécia não eram algo singular eles
foram repetições de outros e outros reinos sem se saber diretamente onde
nascera a lenda original, pois a escrita de então vinha das lendas repetida em
ritual nos templos mesmo antes das escritas e com a escrita as lendas foram
levadas de um povo a outro através de barcos mercantis de então e passando pela
Grécia muitos foram reproduzidos no grego facilitando sua leitura no mundo de
então...
XXXIV PARTE
LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Uma das primeiras leis feita para o homem que se tem
conhecimento é “A lei de Amurab” esta lei foi feita pelo rei da Babilônia,
Amurab o próprio rei que deu nome à lei e esta lei era olho por olho dente por
dente vida por vida, mas muitos não concordam com este sistema de justiça e
sabe por quê? Porque o homem justo foi dominado pelo injusto e é preciso
fazer-se lei para proteger o injusto e não o justo, pois o justo geralmente não
reclama e na grande maioria espera em um deus de justiça.
Mas antes de falarmos sobre isto é preciso falar do fim
dos reinos do passado para surgir os grandes impérios que era o poder de alguém
sobre diversos reinos.
Ouve muitos imperadores no passado que ultrapassaram seus reinos
acampando a seu comando os reinos próximos tornando seu reino em um império. Mas isto foi feito por grandes homens com
ideais e engenharias que ultrapassava seus tempos, e com grandes estratégicas
militares eram em si grandes líderes e nunca um grande rei começou sozinho um
império mais sim com reis anteriores que fizeram grandes organizações em seu
reino para depois seus filhos ou netos fazerem com estratégias militares
grandes impérios.
Vamos falar aqui de alguns deles começando por Ciro “O
Grande” Imperador persa, seu império estendeu-se do norte da África até a Ásia,
mas antes vamos falar de como começaram os persas, pois este povo vivia em um
lugar sem água e para buscar água viviam andando constantemente de um lado para
outro para trazer água a seu povo até que um homem chamado Longanni que era um
adivinho da tribo (e isto por sua prática em achar água, como se vê que o
misticismo seguia sempre onde o homem achava que devia algo aos deuses) e tinha prática de achar água e resolveu trazer as águas de distantes lugares
para ali abrindo canais e cavando túneis até que a água chegou em abundancia
nestas terras áridas e isto trouxe para este lugar muitos povos crendo que só
os deuses podiam fazer isto, pois as aguas não vieram de rios mais tirada do
meio dos rochedos com escavações e túneis fizeram esta agua chegar até a
Pérsia.
É preciso que se diga aqui que no passado um fato que
causasse espanto atraia a atenção da massa e acabava tornando-se um fato
místico, ou seja, uma obra como a que os persas fizeram logo foi tratado como
obra dos deuses e isto atraia a massa em grande quantidade e este povo mais que
dobrou de tamanho em poucos tempos e foram atraído para ali pedreiros,
carpinteiros, ferreiros ourives e gente
com ouro para trazer avanço para este lugar, então esta obra atraiu capital e
poder a este povo, mas a riqueza também atraia cobiça e este povo caiu na mão
dos Medos um reino mais ao norte da Pérsia, ou onde está localizado o Iraque. E
este povo teve grande influência ao reino persa que se tornou um povo
militarmente bem organizado.
Da região do golfo pérsico onde Ciro estabeleceu sua
cidade foi de onde ele partiu para conquistar os Medos, Lídios e Babilônico
chegando ao Egito, Ciro criou um grande reino, ou o reino Aquemênida, era muito
religioso e dado a adivinhos e deuses mais fez da Pérsia uma grande potência
militar tornando-a um grande império diria que deveres foi o primeiro grande
império do passado. Tendo sobre seus
domínios diversos números de soldados e funcionários públicos tinham como
grande aliado os fenícios mestres dos mares, que prepararam a marinha persa
tornando assim uma força militar em terra e mar Ciro governou sobre três
continente sendo o primeiro e único reino de verdade a reinar sobre três
continentes África, Ásia e Europa, mais o governo sobre tantas etnias foi a
grande derrocada deste império.
XXXV PARTE
LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Um reino não é um Império, pois um reino depende apenas
de um povo com seus deuses e suas vontades com seus ritos religiosos, os
impérios dependem de povos e costumes diferente um de outros. Quando Ciro dominou vários reinos teve estas
dificuldades, de povos diferentes sobre seu domínio com deuses totalmente
diferente uns dos outros e fanatismo de povos diferente e pior uns muitas vezes
consideravam os deuses dos outros deuses de mal, ou seja, o que para uns eram
deuses para outros eram demônios, e isto tornava mais difícil de governar e
todos os outros reinos anteriores não conseguiram chegar a um império e sim
destruíram os reinos vencidos. Alguns reinos já haviam adicionado reinos aos
seus mais não lograram êxito nestas jornadas pela dificuldade de submeter os
povos embaixo de novas leis e por não querer dividir com seus reinos seus
sistemas de leis e seus deuses
Ciro ao vencer estes reinos resolve submeter estes reinos
ao seu fazendo assim um grande império. Mas para isto teve que fazer concessão
aceitando as leis e deuses de seus subordinados e dando liberdade de culto aos
vencidos, fazendo leis para adaptar a vida dos estrangeiros em seu reino, como
já falamos Ciro era homem com muita fé nos deuses tendo como sacerdote e
adivinho do reino Zoroastro um mago da doutrina hinduísta que foi o que trouxe
o espiritismo as religiões gregas e esta foi a vantagem de Ciro sobre os demais
reinos anteriores que tentaram dominar e submeter os outros reinos o imperador
Ciro introduziu a doutrina espírita nos sistemas religiosos de época e este
costume era uma nova formula de ver os deuses como deuses espiritas que não
tinha uma manifestação material mais tinha uma manifestação espiritual um
costume adaptado por todos que se submeteram a suas doutrinas o espiritismo
hindu ou pentecostal chamado pela igreja de Constantino séculos depois.
Foi Zoroastro que se dizendo profeta de um deus apregoou
o juízo final, o messias, e fomentador do monoteísmo além da espiritualidade
dos deuses, pois segundo ele fora inspirado por um deus e tudo isto foi levado
para doutrina filosófica grega de justiça com um deus de justiça apregoado por
Sócrates, chegou-se as religiões espiritualista do amor e tudo isto alternado
com as doutrinas dos despojamentos do homem apregoado pelos cínicos chegou-se
as religiões católicas de Constantino embora esta fosse construída em sangue e
mentira de um deus judeu mais toda espiritualidade e despojamento do homem
natural vem das religiões cínicas e daí ao catolicismo.
Mais na verdade ela tem seu princípio hinduísta e trazido
aos europeus por Zoroastro, adaptado pelos filósofos estoicos, Cínicos e as
outras religiões filosófica grega, é bom lembrar aqui que o filosofo e
matemático Pitágoras foi aluno de Zoroastro, e suas escola filosóficas pregavam
a doutrinas de Zoroastro e a justiça, até chegar no catolicismo de Constantino,
mas Ciro na verdade mudou os sistemas
governamentais e religioso de sua época e com engenharias modernizou as cidades
trazendo aos cidadão sistemas de esgotos e por sua benevolência logrou êxito em
seu grande império, mais seus filhos não tiveram a mesma firmeza e respeito com
seus súditos e aos poucos seu reino caiu
nas discórdias e também fracassou, não em seu tempo mais nos tempos de seus
filhos e netos.
Ciro
o grande deixou seu legado para os homens de sua época para conquistar os
vencidos temos que ainda fazer concepções, pois não podemos apenas impor nossas
vontades a nossos adversários, mas respeitar as tradições e os deuses dos
vencidos, pois do contrária vamos atrair a ira de nossos subordinados e este
fora o segredo de Ciro e seu grande império.

XXXVI PARTE
LIBERDADE E LIBERTINAGEM
O
Mar Mediterrâneo para as civilizações antigas foi de valor inestimável, pois as
civilizações tiveram no mar mediterrâneo todo seu avanço cultural e econômico e
foi em torno do mar mediterrâneo que desenvolveu toda nossa civilização
ocidental, sua economia e suas religiões viveram em torno deste mar, nada do
que somos hoje culturalmente e economicamente, deixa de ter sua passagem no Mar
Mediterrâneo, mesmo as culturas religiosa que vieram de outros centros foi ali
em volta do Mar Mediterrâneo que adaptou-se e prosperou e muitas civilizações
desenvolveu-se ali e deixaram para nós seus legados, científico, religioso
Começando pelos fenícios que foram os primeiros povos a
usarem o mar mediterrâneo como comércio e desenvolveram a astronomia criando escolas
universais, deixaram para o mundo sua escrita adaptado pelos gregos com poucas
modificações ou acréscimo, foram senhores do mar seus comércios de madeira
cruzou todo mar mediterrâneo chegando ao atlântico, dizem os que querem tirar
dos espanhóis e portugueses as grandes conquista marítimas que os fenício
chegaram as Américas, mas este conto não tem nem uma comprovação científica,
assim como eles também não estavam preparados para atravessar o oceano
atlântico e chegar aqui e voltar
novamente.
Os fenícios
influenciaram de maneira marcante outras civilizações de grande importância
dentro da história. Quando a Grécia clássica saiu de sua Idade Negra sentiu o
efeito do comércio marítimo dos fenícios no Egeu. Quando a belíssima
civilização Minoana surgia em Creta, por volta de 2000 AC, os fenícios já
estavam bem estabelecidos como grandes comerciantes marítimos no Mar
Mediterrâneo, seus portais trabalhado em madeiras de cedro do Líbano e ouro
ainda faz parte de portais clássicos no mundo inteiro isto depois de mais de
2000 anos de seu desaparecimento a Fenícia teve grande domínio sobre o Mar
Mediterrâneo, sob a grande pirâmide no Egito, havia dois barcos de cedro
enterrados, datados de 2550 AC (aproximadamente). Este fora um presente fenício
ao faraó do Egito.
Homero, ao
compor seus trabalhos, por volta de 800 AC, casualmente contou em sua Odisseia,
que os navios fenícios iam para oeste, saindo de Creta para Pylos e a leste
para Sidon.
Essa observação foi corroborada por
Tucídides, que comentou que, os primeiros colonos gregos que chegaram à Sicília
em 734 AC encontraram entrepostos comerciais fenícios já estabelecidos na
ilha, quando os romanos libertaram-se dos reis etruscos em 509 AC, primeiro declara-se
uma república e logo a seguir assinaram um tratado de comércio com os fenícios,
muito certamente para lucrar também com o comércio e poder e crescer com isto.
Mas os fenício não fizeram impérios pois
seu único interesse com outros povos era o comercial, seu governos dividiam-se
“Sufetas” que eram sempre abeis comerciantes e políticos que não entravam
também em questão religiosas embora os fenícios tinham em Baal seu deus de
culto não entravam em questão religiosas com seus parceiros comerciais. As
grandes cidades da Fenícia foram, Ugaret, Gebal, Sídon, Biblos, Tiro e Cartago,
eram suas cidades portuárias que atraiam comerciantes de toda região
mediterrânea, e foi através do comércio que desenvolveu-se este povo e toda
cultura da época sendo que todo desenvolvimento cultural até hoje tem suas
raízes neste tempo, habilidade comercial, navegações, descobrimentos tudo isto
partiu da cultura e habilidade dos povos fenícios os fenícios desapareceram,
mas deixaram entre nós seus legados para sempre...
XXXVII PARTE
LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Tenho
em mim uma ideia diferente dos impérios do passado, pois lendo a história vejo
de verdade três grandes impérios ocidentais o império persa, o Macedônio de
Alexandre e o império romano, mas seguindo a história temos que começar pelo
império babilônico embora na verdade a Babilônia não fora um império e sim um reino
que dominou e trucidou outros reinos ou na verdade nem foram reinos já que o
poder babilônico limitou-se à povos aldeões como os cananeus, israelitas e
judaicos e algumas outras aldeia da região da palestina o único reino de
verdade que eles enfrentaram na época foram os egípcios e não lograram êxito em
sua busca por conquista no Egito, mas a Babilônia fora um grande reino de época
sendo vencido pelos persas de Ciro e terminou desaparecendo como reino.
A
Babilônia era um dos reinos da Suméria que submeteu outros reinos ao seu e lhes
cobrava tributo mas não tomava parte em assuntos de seu povo por isto a ideia
de império babilônico no passado, mas se analisarmos deste ponto de vista
teríamos que considerar a Suméria também como império, já que tinha sobre seu
domínio cidades estados e falarmos da Babilônia falta nos parte da história
destruída por Alexandre (O Grande) acho que seria o grande destruidor de
cultura, diferente de seus antecessores e seu professor Aristóteles que
cultuavam as culturas dos povos ele em uma noite de bebedeira destruiu milhares
de anos de cultura e religiosidade de vários povos em uma biblioteca e hoje.
Nossa
história está deturpada e até nossa religião cristã poderia ter outro rumo se
esta biblioteca não tivesse sido destruída, pois ali estava todo princípio e
verdade do zoroastrismo e hoje o que sabemos é o que foi salvo nas bibliotecas gregas
já mistificadas nas doutrinas das filosofias gregas, pois também a biblioteca
de Alexandria foi destruída pelo arcebispo romano Teodósio, e muitos outros
imperadores por mando da igreja Romana também queimaram a maioria das escritas
da filosofia grega, e é por isto que coloquei o título de meus comentários de
“Liberdade e libertinagem”. Pois muitas coisas que a história tem por lutas e
por liberdade estava mais para libertinagem e ninguém ousou condena-las.
Depois de outra conquista como a de Alexandre macedônio
um rei do princípio helenístico, que também fora um reino muito famoso da
história, mas que também tenho minha restrição sobre ele embora não tenho nem
uma intenção de discutir a história só acho-me no direito de comentar no mesmo
instante que não sou alguém com qualquer autoridade de mudar a história, mas
para se trazer a história de Ciro a Roma é preciso passar por Alexandre da Macedônia.
No ano 334 anterior a esta era, o exército de
Alexandre cruzou o Helesponto com aproximadamente 46 000 soldados de
infantaria, 6 000 na cavalaria e uma frota de 136 navios com tripulação de
35 000 homens, seus soldados eram, em sua maioria, macedônios, mas também
tinham milhares de gregos de diversas cidades-estados, muitos mercenários e
tropas conseguidas da Trácida, Peônia e Iliria. Alexandre era um homem
carismático e determinado por isto conquistou logo a confiança de seu exército
ao entrar em terras Persas fincou sua lança em solo asiático gritou para seus
soldados.
-Aceitaremos a Ásia como um presente dos deuses! Isso também mostrava sua vontade de lutar, ao
contrário de seu pai que preferia usar de diplomacia com seus inimigos.
O primeiro grande
confronto com os persas aconteceu
na Grânico, a 24 de Daisio (8 de
abril de 334 antes desta era), Alexandre derrotou seus adversários e
aceitou a rendição de Sardis, a capital da província local, partindo
dali pela costa de Jônia garantindo
a autonomia das cidades da região, cercou a cidade de Mileto principal
foco de resistência persa, foi cercada e conquistada depois segui para o sul
estava Helicarnasso, em Cária, onde fez um prolongado cerco,
Alexandre forçou a rendição das tropas persas, capturando o líder mercenário
local e forçando a fuga do sátrapa de Cária, Orontobates, Alexandre
deixou no poder na região uma membra da dinastia hecatômnia a princesa Ada,
que seria adotada por ele.
Partindo de Halicarnasso, Alexandre foi até as montanhas
da Lícia e daí para as planícies
de Panfília, assumindo o controle de todas as cidades costeiras na Ásia
menor, negando aos persas o uso dos seus portos para atracar suas galés de
guerra como base. Depois da Panfília e de suas costas marítimas, Alexandre
moveu-se terra adentro indo até Termesso, depois avançou sobre a cidade
de Pissídia, antiga cidade de Górdio, Nesta cidade Alexandre foi
desafiado a desfazer o famoso Nó de Górdio um nó que ninguém tinha conseguido
desmanchar até aquele dia, e diziam que por uma profecia havia sido revelado
que um futuro rei da Pérsia o desmancharia o nó ai Alexandre desembainhou a
espada e cortou o nó acabando de vez com a lenda. Segundo os historiadores
Alexandre falou que não importava a forma que seria desfeita o nó o importante
era desmancha-los.
Na primavera do ano 333 anterior a esta era,
Alexandre cruzou de
Tauro até a Cilícia, mas Alexandre por motivo de doença teve que parar por
um breve tempo até tratar-se depois marchou para Síria ao encontrar-se
novamente com Dario III este tinha um novo exército bem maior que o primeiro
que flanqueou os macedônios, forçando Alexandre a recuar de volta a Cilícia e
ali os dois se enfrentaram em batalha em Isso que resultou em uma
importante vitória para Alexandre, Dario III fugiu às pressas, levando ao
colapso de suas forças, deixando para trás uma enorme quantidade de tesouros,
sua esposa, suas duas filhas e sua mãe Sisigambis.
O rei persa então
propôs um tratado de paz que incluía a entrega aos macedônios todos os
territórios que eles já haviam conquistado e um resgate de 10 000 talentos
por sua família. Alexandre respondeu que agora ele era o rei da Ásia e que
apenas ele decidiria as divisões territoriais. Alexandre prosseguiu para
conquistar a Síria e a costa da região do Levante e no ano
seguinte no ano 332 antes da era Juliana, ele cercou a cidade de
Tiro (atual Líbano), e após um longo Hyperlink
ele forçou a submissão da região, Alexandre não mostrou
piedade com a cidade, matando todos os homens em idade militar e vendendo as
mulheres e crianças como escravas.
Este fora Alexandre com um domínio meteórico sobre toda
Macedônia, Grécia, parte da Arábia, Egito chegando a Ásia sem nunca perder uma
batalha enfrentando levantes e acabou caindo em uma emboscada de um Rajá da
Índia vindo a óbito na Babilônia, deixando seu exército dividido e perseguindo
seus herdeiros e matando-os para não tê-los no futuro como reclamante de seus
tronos nos territórios conquistado por ele, Alexandre deixou cidades portuárias
chamadas de Alexandria, que incrementou o comércio no mundo de então, fez
bibliotecas onde juntou o conhecimento do mundo matemática, física, astronomia,
e medicina, estes livros por se referir a dádivas de diversos deuses conforme a
fé de seus autores foi queimada junto com a biblioteca de Alexandria pelo Arce
Bispo católico Teófilo destruindo assim mais de meio milhão de livros da
história e conhecimento dos homens do passado, e toda história da religiosidade
de um povo ficou destruída achando-se partes para juntar-se a história. Mas
Alexandre religiosamente era Estoico das doutrinas espírita de Zoroastro,
conhecida como doutrinas zoroastristas, adaptados pela igreja católica no mito
de pentecoste. Alexandre não destruiu religiões, mas as cidades que não se
submeteram a sua vontade destruíram. Enquanto isto em Roma levantava-se uma das
maiores forças que o mundo conheceu até os dias de hoje, os legionários
romanos...

XXXVIII PARTE
LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Roma o último grande reino que se pode chamar o reino
camaleão que se molda e adapta-se aos tempos e costumes, pois tem sobre sua
direção uma das piores castas, a casta sacerdotal que usa o nome de um deus
criado por eles para dominar sem compromisso mais em defesa de uma falsa moral
que vai se adaptando ao longo do tempo. Mas Roma não começou ai e nem era este
seus interesse no princípio, Roma era uma cidade agrícola, seguidora dos deuses
gregos mais com nomes latinos, tinha princípios éticos e moral conforme as
colônias gregas ao derredor traziam da Grécia para este povo, e aos poucos foi
se firmando no mundo Mediterrâneo e tornou-se uma civilização próspera entrando
em guerra constante com outros povos a sua volta e vencendo seus inimigos e a
cada guerra tornava-se mais forte montando grande estratégia de guerra enquanto
o reino da Grécia declinava aos poucos Roma ia ficando cada vez mais poderosa.
Quando a Magna Grécia passou ao domínio dos Romanos em
-289 desta era, os cartagineses viram ai uma oportunidade de derrotar Roma e
assumir o controle total do comércio Marítimo em todo Mediterrâneo, mas Roma
persentindo o golpe adianta-se e instiga os Samnios cidade da Sicília ligados
aos Romanos a invadir Messana cidade costeira da Sicília pertencente aos
cartagineses. Cartago era uma das cidades estados dos Fenícios e tornou-se uma poderosa
cidade independente, e diferente dos fenícios era adepta da ideia de conquista
por guerra além do comércio embora nunca houvesse entrado em guerra, pois
sempre fora um povo pacífico mais com a queda do império helenístico nascera
neste povo o desejo de dominar pela força e Roma apesar de viver em guerra
desde seu princípio, não era um poder representativo de época e assim Cartago
não precisou de muitos conselhos para declarar guerra a Roma e assim começou a
primeira guerra púnica.
A primeira guerra púnica durou 23 anos, embora Cartago
fosse um grande poder em riqueza pelos longos anos de comércio sem guerra e com
uma frota de marinha e exército mais poderoso que Roma, no entanto lhes faltava
experiência em guerra o que neste tempo Roma já tinha de sobra, pois cresceu em
guerra constante com seus vizinhos e os venceu guerra após guerra e Cartago não
tinha experiência de guerra, e ao sair desta guerra os romanos tornaram-se uma
potência em todo Mediterrâneo e tinham submetido Cartago a seus domínios.
Enquanto Cartago era dominada e não sabia lutar com sua derrocada financeira
causada pela guerra Roma já sabia lutar com estes contratempos e recuperou-se
rapidamente de sua situação financeira submetendo Cartago a pesados
tributos.
A segunda guerra púnica foi consequência da primeira, pois
Cartago saiu da guerra arrasada economicamente e começa novamente a expandir
seu comercio consegue equilibrar-se mais atrai a inveja dos romanos que não
aceitavam que Cartago continuasse prosperar comercialmente por todo
Mediterrâneo e até Europa e Roma declara nova guerra contra Cartago que agora
além de não ter frota suficiente para enfrentar os romanos também não tinha
exército pra isto e a derrota dos cartagineses foi maior nesta segunda guerra
que na primeira e com menos anos de guerra Roma arrasa Cartago, que luta sem
nem uma esperança, pois sabe que a astúcia de guerra de seu inimigo é superior
a sua. Depois da segunda guerra Roma não tinha interesse que Cartago
sobrevivesse muito disto devido à sangrenta batalha de Anibal trazendo dolorosa
perda a Roma que por vingança não tinha nem um interesse na sobrevivência deste
povo e queria que este povo desaparessece como cidade, então tratou de fazer
uma guerra e assim terminaram de vez com os cartagineses.
Terminado a terceira guerra púnica Roma não tinha mais
nem um adversário à altura para lhe fazer frente e assim tornou-se o terceiro
grande império do mediterrâneo e de toda Europa chegando até a ilha da
Bretanha.
XXXIX CAPITOLO
LIBERDADE
E LIBERTINAGEM
Passado
as guerras, Roma entra em um período de paz, mas seus sábios estavam
contaminados pelas doutrinas filosóficas gregas e suas religiões e entre seus
filósofo estava Cícero que na política havia sido um fracasso e também o
advogado Aneu Cêneca Amante de Agripina e professor de Nero ambos eram de
seguimento filosófico platônico e de religião Estoica. É importante saber-se
que a classe intelectual nunca teve preocupação com a moral e bons costumes e
sempre que tomaram o poder destruíram este quesito na sociedade que por
princípio é conservadora e não aceita que seus princípios morais sejam
desrespeitados por quem quer que seja e é por isto que a classe dominante geralmente
é feito por comerciantes que conseguem entender melhor os anseios da população
e respeitam seus princípios religiosos.
A
religião estoica era seguida geralmente pelas classes dominantes enquanto a
massa social menos favorecida era na sua grande maioria cínica, pois o cinismo
por princípio parecia atender as classes inferiores isto por princípio, pois
com o domínio das religiões pelos intelectuais e comerciantes ela logo atendeu
aos interesses de um ou de outro, e Roma que acabara de sair de uma guerra
sangrenta com milhares de mortos estava com o coração de seus cidadãos
compungidos e voltados às coisas espirituais e no que se aproveitaram as
religiões para preencher este vazio com as pregações mais afinadas dos sofistas
destes tempos, homens preparados para dar discursos que cativava as massas e
estes sofistas na sua grande maioria se tornaram religiosos estoicos ou cínicos
e também epicurios que era também uma religião de época.
E
Roma que havia saído da última guerra contra Cartago em uma verdadeira
carnificina e derramamento de sangue, seus cidadão estavam mais preocupado com
a vida pós-morte depois de ver tantos mortos, pois não havia uma só casa em
Roma em que não havia tido um morto nesta guerra, e as religiões já causavam
grande estrago no poder romano e alguns de seus filósofos já se levantavam
contra imperadores como Calígula em Roma entre estes filósofos estava Lúcios
Aneu Sêneca que por pertencer à famosa classe intelectual achava-se no direito
de desrespeitar os imperadores e quando escrevia sobre o mesmo o desmoralizava
totalmente, quando ele era amante da irmã de Calígula e nem por isto foi
perseguido ou morto pelo mesmo, mas fora isto que os intelectuais religiosos de
época fizeram com muita propriedade desmoralizar os imperadores no mesmo
instante que suas vidas não eram um exemplo religioso como não é até os dias de
hoje e hoje os mesmo intelectuais tentam desmoralizar os que não se encaixam
com seus modos de pensar temos muitos exemplos de políticos desmoralizados por
eles, mais que tem o aval do povo por seus princípios morais mais dignos que a
intelectualidade dos imorais arrogantes.
Fora
neste tempo que aparecera Apolônio de Tiana “O Médico” pregando sua doutrina e
curando nas ruas das cidades de Roma e por suas pregações cativantes e cura dos
doentes nas ruas fora chamado de deus Proteus, o deus da sabedoria e em poucos
anos percorrera toda região da Grécia, Ásia e Europa pregando suas doutrinas e é
incrível que Paulo o apóstolo criado pela Igreja católica seguiu as pegadas de
Apolônio quando Roma resolveu assumir o cristianismo nos anos 326, pondo fim em
Apolônio e suas pregações e toda história de Apolônio sobreviveu graças aos seus
seguidores que guardaram seus escritos por muitos séculos até que abrandassem
as perseguições católicas sobre o cristianismo greco-romano. E Apolônio por seu
modo cativante fez muitos seguidores e os mitos a seu respeito espalhou-se e
foi levado por Marcos a este Jesus romano de princípio judaico porque se
dissessem que era romano não teria de modo algum o crédito romano, pois não
seria possível um homem assim passar por Roma sem que nem um historiador de
Roma ouvisse falar dele então arrumaram para ele uma cidade desconhecida como
Jerusalém seria mais fácil emplacar seu conto aquilo que se faz em todo conto
“Era uma vez num reino muito distante” assim Marcos fez com o conto do tal
Jesus só não contava que os sacerdotes de Constantino pegariam seu conto para
validar um deus que não fosse grego!
Nero
fora um dos últimos imperadores a perseguir os religiosos greco-romanos, por
desconfiar que os mesmo houvesse posto fogo em Roma embora os historiadores de
época houvesse atribuído ao próprio Nero este crime, fica difícil crer que um
imperador em sã consciência colocasse fogo na cidade que o tornara imperador,
mais os historiadores de época também diziam que era louco, mas não esqueça que
estes historiadores eram os intelectuais de época homens sem moral ou escrúpulo
algum e na verdade eram na sua grande maioria pertencente a uma ou a outra
religião e capaz de incentivar a massa a cometer tal crime e depois culpar quem
quisessem culpar neste caso ao próprio imperador.
E
foi Nero quem acabara dando o nome de cristão aos religiosos da religião
filosófica grega, pois aos crucificara na cruz trouxe sobre ele o dito usado
pelos gregos à crucificação de um inocente em lugar de um culpado, pois sempre
que um inocente fosse crucificado para que um culpado ficasse livre de seu
crime este inocente era chamado de cristo e sempre que um nobre cometesse um
crime que atraia a atenção da massa alguém do povo era pego no meio da noite
para ser executado no outro dia imediatamente quase que em execução sumária sem
dar nem uma chance ao mesmo se defender e a este o povo o chamava de cristo ou
tirado para cristo e quando Nero culpou religioso, pois também estava com medo
do movimento político desfavorável a seu governo e começou a crucificar os
religiosos quase que imediatamente tentando afastar de si qualquer suspeita,
mas os senadores que já eram religiosos em grande quantidade não concordaram
com estas mortes espalhando entre o povo que o incendiário era Nero e não os
religiosos, e foi dai que foram chamados de cristo ou por serem muitos de
cristãos!
Estes
foram os primeiros cristãos da história de Roma e até Constantino tudo que se
fala de senhores do cristianismo eles eram, estoico, cínico ou epicúreos na sua
grande maioria e a único conto existente sobre um Jesus de Nazaré não passava
de um conto de Marcos e ele não tinha intenção de torna-lo um deus era só um
conto fato é que seu cristo não ressuscitou quem fez esta ressurreição foi o
concílio de Niceia. Mas
os sacerdotes de Constantino resolveram acampar neste cristo toda doutrina
nascida da filosofia grega e para isto não tiveram piedade de ninguém criaram
um credo e que não aceitou seu credo foi queimado em fogueiras em rituais
macabros com um sacerdote católico rezando e encomendando sua alma a deus!
CONSIDERAÇÕES FINAIS
E
assim a o poder de Constantino não teve dificuldade de reinar sobre todo o
império romano, pois seu governo foi mais religioso que administrativo e sempre
seus sacerdotes lhes fizeram o trabalho sujo de domínio sobre os povos e este
reino esta sobre a humanidade ocidental há 1700 anos com poucas contestações e
os conflitos dentro deste poder é mais de senso religiosos que logo se acomoda
e muitas verdades sobre este reino ainda esta no obscurantismo da história.