segunda-feira, 1 de agosto de 2016





                    I PARTE

          LIBERDADE E LIBERTINAGEM!
Nós seres humanos somos sobretudo animais, comemos como qualquer animal, temos todas as necessidades básicas de qualquer animal, fome, sede, frio, medo, dor que são as necessidades básicas cotidiana e por princípio temos um vazio dentro de nós por medo de nos privar de tudo isto o homem nada difere de outros animais e uma das coisas que o homem sempre usou para diferencia-los dos outros animais foi que viemos de um deus já nascemos com um destino traçado passar por aqui nesta terra até voltarmos a um deus ou aos deuses, este foi um sistema de pensamento imposto aos homens isto foi imposto no passado como uma forma de administrar a sociedade e até os dias de hoje ainda se usa esta forma de domínio em nossa sociedade.
Foi muito cômodo para o homem crer em um deus e depositar nas suas mão seu destino, mas este é um dos menores males que a humanidade podia ter feito se não fosse a ganância e a arrogância dos que se sentiram senhores destes deuses e suas vontades, pois logo que o homem estabeleceu-se na terra apareceram os senhores dos deuses que segundo eles faziam a vontade dos deuses e logo que viram a fé do povo os submeteram por suas arrogâncias aos mais pesados tributos e levando os homens ao sacrifícios e pela vontade dos deuses ou de seus sacerdotes muitos homens foram levados a morte, chamado sacrifício aos deuses.  
A filosofia nasceu quando a sociedade, dividia-se em poderes dos reis, dos sacerdotes dos donos das terras, que eram os nobres (ou os patrícios em Roma) o povo comum e os escravos. A sociedade unia-se através dos deuses que por sua vez cobravam altos tributos por sua divindade entre os homens, os deuses cobravam da sociedade sem nada lhes dar em troca simplesmente por serem deuses, e toda cobrança social tem um efeito dominó começa cobrando-se das classes sociais dominante, que vai passando a cobrança para as classe em seus domínios até chegar na cobrança do trabalho braçal que é a que paga toda a conta.
É claro que a sociedade não nasceu ai.

A sociedade nasceu da necessidade humana de nos defender unidos contra os predadores. Na verdade que só o homem não teria sobrevivido à este mundo onde prevalecia a lei do mais forte, vivíamos entre feras poderosa sem armas e mal equipados pela natureza, éramos coletores, não tínhamos armas alguma que nos desse qualquer garantia entre as feras e para sobreviver passamos a nos organizar em grupos como muitos animais vivem até hj tendo vigia que cuidava enquanto outros coletavam e isto nos fez dependente um do outro de tal modo que hj poucas pessoa neste mundo faz algo sem que seja incentivado por outrem, e como uma célula que move-se junta, fazemos naturalmente aquilo que somos incentivado a fazer, mesmo que alguém não incentive diretamente mais com palavra ou ação o indivíduo acaba incentivando outro a sua volta.


Por isto muitos atos praticado na sociedade atual foi incentivado por outros que muitas vezes não praticaram e nem conseguiram fazer praticar seus discípulos que apenas passaram a geração seguinte e esta geração fez o que por princípio as gerações anteriores ensinaram, mas não tiveram coragem de praticar...




                           II PARTE

     LIBERDADE E LIBERTINAGEM

Como já falamos na 1º parte o homem é um animal como todos os outros que aqui está e é feito do mesmo DNA que os outros animais, com uma diferença o homem desenvolveu o raciocínio assim como o urso desenvolveu o faro e a águia desenvolveu a visão. Um urso é capaz de detectar mais de 50 cheiro diferente no chão mais seu celebro detecta e lhe passa informação sobre o animal que o urso deve seguir. Da mesma forma a águia encontra uma cobra entre gramas pois sua visão das cores lhe permite divisar as cores mesmo onde é difícil a visão e até atrás do capim ela consegue ver a cor da cobra diria que uma águia consegue enxergar o homem nu dentro de sua própria roupa.
Analisando o homem como um animal e partindo do princípio de quando começamos a tornarmos nos humanos temos o homem como qualquer animal, mais com seu raciocínio desenvolvido, e tudo isto por ter desenvolvido a razão, mas também como o urso e a águia para chegar até ali é claro que ouve uma certa ordem neste grupo pois nem um grupo evolui ou desenvolve sem que haja uma necessidade básica e isto se fez por muitos milhares de anos de suas necessidades básicas.  Sabemos que o homem é um animal primata como muitos outros primatas e partindo deste princípio temos que observar os gorilas e os chimpanzés nossos parentes mais próximos e sua sociedade, que desenvolveu a força mais que nós e por último estávamos nós que éramos o mais fracos nestes grupos primatas, mas nós desenvolvemos a razão e nos tornamos superior a todos os outros.
Mais precisamos primeiro falar que nós como eles descemos das arvores e digo que não porque as florestas secaram e sim porque éramos muito pesados para continuarmos nas árvores e digo isto tomando por base que nas florestas mesmo descendo das arvores desajeitados tivemos tempo para nos adaptarmos ao chão protegidos pelas florestas densas, mas se descêssemos das arvores conforme a ciência por escassez de florestas não teríamos nem uma chance de sobrevivência pois não teríamos nos adaptados ao chão enquanto nossos predadores estariam adaptados e agora com a vantagem de que a florestas estaria escassa com menos proteção para nós suas vítimas.
E  tanto nós como os gorilas e também os chimpanzés tivemos que andar no chão e andar no chão enfrentávamos mais perigo que quando estávamos nas árvores não esqueça a diferença básica entre estes três animais, o gorila desenvolveu o corpo mais que o homem e o chimpanzé, e seu corpo avantajado impõem respeito a qualquer animal na floresta tanto presa como predador e eram animais herbívoros portanto quase não tinham concorrente e para sobreviver bastou um macho forte e suas fêmeas e ele cuidava de seu bando impondo respeito cabendo ao gorila chefe levar suas fêmeas de um lado para outro e estava garantido a sobrevivência desta espécie.
E no segundo grupo temos os chimpanzés que não tinham desenvolvido o corpo e sua dieta é bastante variável indo de capim a carne, não desenvolveram o corpo mais desenvolveram a força vivem em grupo maior para garantir a segurança contra predadores, tem uma sociedade com muitas dificuldades de controle, pois o chefe do grupo precisa de machos ao seu lado pois enfrenta os grupos de solteiros que são grupos de chimpanzés machos que de vez em quando atacam os grupos de chimpanzés famílias ou onde há fêmeas tentando dominar os grupos para obter a fêmeas e por isto o grupo família é composto de macho dominante e ajudantes que também se divide em hierarquia entre eles seguindo uma ordem para manter o equilíbrio há muita brigas entre eles pode-se dizer que não chegaram ainda há uma estabilidade social.
E por último estávamos nós, um grupo também saído da floresta africana o parente fraco do chimpanzé e do gorila, começamos dar nosso primeiros passos rumo a uma sociedade, por sermos mais fracos fizemos o grupo maior que os outros, partindo do princípio de que precisávamos de uma sociedade com muitos indivíduos  para sobreviver as feras e precisávamos de um bom grupo humano nesta sociedade, pois quanto maior o grupo mais chance tínhamos de sobrevivência, mais para termos um bom grupo não podemos viver como o gorila que vive um macho e diversas fêmeas precisávamos de um bom grupo de macho para enfrentar as feras a nossa volta e sobrevivermos, e não teríamos um bom grupo de macho se não dividíssemos as fêmeas, ou seja cada macho teria sua própria fêmea e outros machos a respeitaria, e esta foi mais uma da nossa diferença entre outros animais criamos assim as famílias que foi o início e sobrevivência de nossa espécie, nós humanos somos família que podem viver em grupo mais com um respeito não encontrado em nem um outro animal.
Nós na verdade não começamos diretamente este grupo humano que tem hoje e sim o hominídeo também evoluiu formando diversas espécie, mas todos na verdade desenvolveram a razão e mesmo antes de nos tornar homo sapiens já usávamos a razão e fomos desenvolvendo e sendo destruído até chegarmos a poucas espécie e entre esta espécie estava o homo sapiens. A verdade é que desde o princípio nós estávamos organizados em um bom grupo social e tínhamos leis arraigada socialmente e estas leis nos fez caminhar para isto que somos hoje, temos um apresso muito grande por nosso semelhante e choramos os mortos por um sentimento que nos une com uma característica tão forte que chamamos de sentimento humano, pois na verdade o cuidado com nosso semelhante que nasceu em nós pelas lutas contra as feras por nossa sobrevivência nos despertou estes sentimentos, que hoje alguém diz vir de alguma divindade.

Então tínhamos nas leis primitiva, não escrita ainda, nos primórdios da nossa civilização a família, cada macho com sua fêmea para podermos viver em maior grupo que os outros animais e isto é o que nos difere dos outros animais no momento que destruir este princípio na sociedade destruímos a própria sociedade, este foi o princípio da razão.



                                         III PARTE 

      LIBERDADE E LIBERTINAGEM!

A filosofia grega começou a estudar o homem pelo seu senso religioso, pois segundo os filósofos os homens começavam em um deus, primeiro começaram a indagar-se, o porquê da sociedade ser dividida entre, deuses, reis, sacerdote, classe dominante, povo comum e escravo.

Os primeiros filósofos tentavam explicar o que lhes parecia ser lógico, tínhamos em nossa moral uma espécie de contrato social em respeito aos deuses, sem no entanto querermos saber o porquê de ser assim, então toda explicação lógica racional é que os deuses tinham poder sobre os seres humano e suas vontades eram indiscutível, este era um contrato social entre os deuses e os homens que não caberia a nós humanos usar a razão para querermos saber o porquê de ser assim?

Então todo homem embora nascesse livre, pois é impossível impor a uma criança aquilo que ele não consegue entender, este contrato social existe para o rei, sacerdotes, nobre, o povo comum e finalmente para o escravo, mas se o filho do escravo aproximar-se do filho do rei ou do filho do nobre e este tiver um brinquedo colorido que lhe chame a atenção ele vai correr para o brinquedo e tentar toca-lo sem se importar com quem tenha o brinquedo, pois ainda não chegou em seu coração o contrato social que rege esta sociedade, então esta criança ainda é livre e mesmo que alguém lhe chame a atenção por ser um escravo ele não vai entender muito bem o que estão lhe passando.


Foi neste momento da vida social que surgiram os primeiros filósofos. Primeiro tentando explicar a razão de ser assim, e começaram a desfazer os deuses impuros, pois até ai os deuses não eram puro.
Zeus por exemplo transformou-se em um cisne para coabitar com Leda esposa do Rei Tíndaro e os filósofos não conseguiam aceitar que deuses mais impuros que o próprio homem tivesse tanto poder sobre eles e foi desta meditação que começaram a chegar aos deuses puros da filosofia grega...




                          PARTE IV

      LIBERDADE E LIBERTINAGEM!

Temos uma sociedade que acredita sem nem uma dúvida que antes dos homens aqui estavam os deuses e estes deuses deixaram a terra para os homens e também deixaram uma hierarquia social onde estava sobre todos os homens os deuses, e abaixo dos deuses os monarcas e imperadores, sacerdotes, príncipes e nobres, depois o povo comum e por último sem nem uma liberdade os escravos. Esta era uma sociedade natural para os naturais, e temos como naturais todo indivíduo que aceita o contrato social (ou a imposição que me obrigava a servir alguém que não tinha nem um compromisso com meu bem estar e muito menos com minha vida) imposto de cima para baixo sem nem uma contestação e isto é a maioria absoluta de toda população, mais não para os pensadores. Os pensadores não queria dizer os donos da verdade, mais aqueles que perguntavam porque tinha que ser assim? Estes eram os livres pensadores.
Geralmente neste tempo a sociedade aceitava seus desígnios como se fosse desígnios dos deuses, pois também cada deus tinha seu próprio desígnio.

Ex: Zeus tinha por compromisso trazer a terra os raios e tempestade e ensinar aos homens o uso da razão então os gregos diferente dos sumérios achavam que o uso da razão era um direito do homem, enquanto os sumérios ensinaram que o pecado de Adão foi o uso da razão.
O livre pensamento nada mais era que o uso da razão e o livre pensamento fez os filósofos.
Os filósofos eram sobretudo homens observadores, e é fácil observar a nossa volta a justiça e injustiça, e seus olhos voltaram-se para os escravos homens como todos os homens, tal era o rei assim era o escravo.


Ambos tinham fome, sede, frio, calor, medo, respiravam e necessitavam de ar e finalmente ambos adoeciam e morriam o problema era a vida do escravo e do soberano, pois o escravo sofria todo tipo de privações e por fim também lhe faltava liberdade, e quando morriam o escravo era desovado em uma vala comum, enquanto o rei era enterrado com toda pompa na presença de um sacerdote e segundo os sacerdotes para uma boa recepção diante dos deuses será preciso uma boa apresentação diante dos deuses, e é claro que os sacerdotes visavam apenas seus lucros, mais os pensadores começavam a meditar sobre o escravo e o imperador, coisa que podia não interessar a nem uma parte social, mas os filósofos não faziam parte desta sociedade e nem se importavam com os deuses pois seus senso de justiça começava a condenar os deuses de então.


                                   

                                         V PARTE

        LIBERDADE E LIBERTINAGEM!

Os poderes no tempo do surgimento dos filósofos gregos era concentrado em um soberano, embora a lei fosse escrita nada impedia que os reis mudasse a lei em benefício próprio ou em benefício dos seus protegidos, e a lei estava sobre juízos de homens cuja o interesse era agradar os reis.

E ainda a lei não era igual para todos, pois o povo dificilmente tinha as benéficas da lei, e o escravo estes não tinham nem uma benéfica da lei, em quanto os filhos dos nobres como jovem libertinos não tinham nem uma lei que regesse eram sempre considerado incapaz de responder por seus crimes, e o povo e escravos eram suas vítimas fáceis, e eles não eram repreendido nem por juízes e nem pelos sacerdotes, tendo liberdade para cometer todo tipo de crime e continuar impune.

E foi nesta sociedade que surgiram os filósofos, e homem como Platão idealizou uma cidade com deus, lei e justiça para todos escrevendo diversos livros "A POLÍTICA" Fala sobre a política ideal para o homem "APOLOGIA de SÓCRATES" Lembra a doutrinas de seu mestre "A REPÚBLICA" O estado reformado "O SOFISTA" "O BANQUETE" A moralização dos deuses.

E muitos outros filósofos lutaram pela igualdade da lei para todos, mas para isto era preciso acabar com a escravidão e é por isto que a filosofia no passado fala tanto em libertação, é preciso que não se confunda com os filosopatas de hoje que confundem liberdade com libertinagem. E escrevem um monte de pornografia e chamam de Teoria da Libertação é ridículo certas filosofia de libertação apregoada hj em dia, a luta dos filósofos era mostrar que todos homens eram iguais, diante dos deuses como diante do rei ou dos sacerdotes, assim como dos nobres e todos os homens, e não tornar o inferior superior e o socialmente superior inferioriza-lo, pois o que fazem não é justiça, está mais para vingança que justiça o problema é que mais uma vez quem paga com a vida é o povo comum.


Mas voltando aos filósofos e ao mundo que viviam tínhamos uma sociedade totalmente injusta, onde não havia nem uma preocupação pela vida dos inferiores, o poder vivia em seu ego e carregavam consigo a certeza de que nada mudaria nunca, pois acima da lei estavam os deuses e tudo que se fazia era apenas a vontade dos deuses algo que as religiões ligadas ao cristianismo fazem até hoje, roubam com liberdade e quando alguém critica dizem que devem deixar que deus tome sua própria defesa e quem ataca o que preside a casa de deus esta atentando contra o ungido do senhor um verdadeiro trabalho de pulhas farsantes, e acreditando num deus que tomará vingança em favor do fraco faz com que o bandido, estelionatário, roubador e inescrupuloso faça seus crimes com a consciência limpa, pois eles roubam e pedem perdão a este deus misericordioso os perdoará e o roubado, assassinado, estuprado terá o louvor de um deus e ele ainda se sentirá bem por tonar este homem um mártir, este foi o ensinamento covarde feito pelos senhores dos deuses por longos milhares de anos da sociedade e continua a ser administrada pelo ridículo cristianismo até hoje...



                                VI PARTE

         LIBERDADE E LIBERTINAGEM

Quando os filósofos viram que a inteligência dos cidadão estava presa no homem animal Sócrates fez uma parábola como se o homem vivesse ainda na caverna, e sua filosofia mostrava o mundo que tu vê e o mundo que é, chamou a isto de mundo das ideias e o mundo real. E Sócrates chegou à conclusão que um era a capacidade de discernimento do rei, do sacerdote e do homem comum, ou seja, o sistema e outra era a visão deturpada do homem comum que é influenciado pelo sistema a achar que tudo que vê é assim mesmo e nada pode  mudar o sistema que vive.

     Mais a capacidade de discernimento do Filósofo ou do homem que saiu da caverna era diferente da que era vista pelo homem comum e seu sistema, uma coisa é tu estar preso na sombra das coisas e outra é tu ver diretamente o objeto perfeito, ou seja, a visão de quem tem dinheiro sobrando não é a mesma de quem passa necessidade, mais o pensador é aquele que consegue analisar as duas situações e julgar entre os dois, ninguém pode julgar um homem sem que conheça seu próprio eu e a verdade de quem será julgado por ele, mais para que tu possa julgar alguém tem que analisar também a quem este alguém possa fazer mal, pois se o sábio analisar as sombras nunca terá juízo da verdade, nem pode ser sábio, e sim sombra de juízo.

Temos o juízo de quem está preso na caverna, que julga algo imperfeito por sua imperfeição, aquilo que não é perfeito isto não é belo, mais se tu sair da caverna tua visão não é da sombra e sim do que é belo, e só o homem imperfeito vê as coisas com imperfeição, para que tu veja as coisas perfeita tens que fazer o uso da razão, pois só o homem que faz uso da razão pode ser sábio e só os sábios podem julgar com justiça nem um homem imperfeito, pode julgar com justiça pois seu entendimento é uma sombra do que é perfeito, e tudo que os filósofos buscavam no mundo das ideias era a diferença entre a justiça e a injustiça, a justiça só é perfeita no dia que for igual para todos, e tu só podes ver a justiça como ela é, no dia que tu veres ela perfeitamente como é enquanto a justiça for apenas uma sombra na caverna, tu não consegues ver realmente justiça.

O homem normal está amarrado em costumes e não usa a razão para ver a justiça mas tateia nas sombras da cavernas seguindo os costumes, usar a razão é ser sábio, e usar a razão é sair da sombra e ver as coisas na luz da verdade. Até hj ainda não entendo porque a lei é representada com um venda nos olhos, se o cego não vê nem as sombras e para que tu possa fazer um juízo de verdade é preciso que esteja atento a todos os detalhes, pois o bandido não é um homem normal, ele tem naturalmente desvio de conduta que não passará despercebido a um olhar atento. Este era o mundo que a filosofia tentava por luz no passado, onde o bandido era os senhores da lei e quem trabalhava era morto sem defesa de ninguém! 


CONHECES OUTRA SOCIEDADE ASSIM? ...




                              VII PARTE

       LIBERDADE E LIBERTINAGEM!

Como vimos o pensamento filosófico começa nos deuses e nas leis que haviam em seu tempo, e os pensadores analisavam a sociedade por suas justiça e injustiça. Justiça e injustiça não é difícil de reconhecer, basta analisar da seguinte forma, tudo aquilo que tu não queres que façam a ti não faça tu aos outros. E foi neste princípio, que os pensadores começaram a analisar a sociedade a sua volta. O homem recebia dos deuses seu legado as benéficas e também a vida desgraçada os que aceitavam sobrevivia e os que não se conformavam com esta vida eram eliminados e com o passar dos anos todos se submetiam, sempre fora assim e continua sendo até os dias atuais.

Tinha nesta sociedade os reis gozando de toda benéfica que está sociedade podia lhes trazer, em seguida os sacerdotes, depois os nobres que após o reis também viviam das benéficas da sociedade, depois o povo aqueles que trabalhavam e sustentavam está sociedade, e raramente atendido com justiça, e ainda por último o escravo que não tinha nem um direito nesta sociedade. E não era discutido nada pois para isto criou-se os deuses que haviam feito desta forma e esta forma era indiscutível pelo menos para os reis sacerdotes e nobres que eram os beneficiários principais de tudo isto, o povo embora gemesse sobre o fardo, não havia ninguém para socorre-lo, pois nem os deuses estavam do seu lado. Então ou se submetiam ou morriam pois não lhes restava nem uma outra alternativa.

Os pensadores que analisavam tudo a partir dos deuses e seus senso crítico começavam a indagar-se o porquê deste contrato social?
Um homem nasce tem uma só vida uma única passagem sobre a terra um dia ficaria velho e morreria, então porque um era o rei com toda benéfica deste contrato social e o outro nascia escravo, sem nem um direito neste contrato social e morreria um dia, sem nem direito de uma apresentação diante dos deuses?
Não fora os deuses que fizeram os reis e também os escravos? E por que não deram aos dois o mesmo direito?

Partindo deste  pensamento os filósofos começavam a contestar os deuses e isto era uma blasfêmia para o povo da época ou pelo menos para os reis, sacerdotes e nobre, pois o povo comum não é muito ligado aos deuses a não ser as mulheres e isto é uma coisa que passei muito tempo pra entender porque as mulheres são mais religiosas que o homem e é claro que a sociedade de hoje mudou bastante dando oportunidades iguais para quase todos, mais as mulheres ser mais religiosas está em seu DNA, o homem nasce com o compromisso de fazer uma família, enquanto a mulher espera seu príncipe encantado e libertador este é o ensinamento constantiniano tirou vantagem nisto e hoje temos uma religião que através da mulher submete os homens a seu jugo.

Bem hoje há mais oportunidade para o homem que naquele tempo, pois naquele tempo em que vivíamos grandes movimentos comerciais com grandes poderes estabelecidos dificilmente mudava-se de um escravo para um nobre, pois um escravo estava marcado por seus senhores e ninguém entraria em briga com outrem por causa de um escravo, e se este fugisse de seu senhor logo seria morto ou preso e devolvido e não estou falando aqui de escravo negro e sim de escravo branco pois a primeira escravidão foi feito sobre os povos vencidos e podia ser negro ou branco.


E foi neste princípio de sociedade que surgiram os grandes pensadores, que já não viam a natureza apenas como algo que um deus havia colocado ali, mas a astronomia havia conquistado seu espaço entre os filósofos como Tales de Mileto, que já dizia que a chuva era obra da natureza e não de um deus assim como verão e inverno também não era obra de um deus, as vezes penso qual seria a linha de pensamento que seguiria os filósofos se Charles Dawins tivesse introduzido sua teoria neste tempo?
Mas aqui vamos falar da linha de pensamento dos filósofos partindo dos deuses pois muito tipo de explicação tentou-se dar sobre a injustiça cometida neste contrato social...