CAPITOLO XXX
CONSTANTINO E O CRISTIANISMO JUDÁICO
Desde o tempo do imperador
Nero do primeiro século da era cristã o império romano não era comandado por
dinastias permanentes de imperadores romanos, ao invés disto seus imperadores
eram escolhido pelo senado ou por algum golpe militar.
No ano 306 DC quatro reis
compartilharam a autoridade Imperial em Roma, Severo reinava sobre a Itália e a
África do Norte, Constantino reinava na Bretanha e Gália, e dois outros reis compartilhavam
o Império do Oriente, mas o poder de Roma atraiu a cobiça de Magêncio que
arremeteu um exército contra Severo e o destronou vindo a assumir o poder,
trazendo preocupação a Constantino que calculava ser o próximo na lista de Magêncio
para assumir todo o reino Romano do ocidente, e assim Constantino prepara seu exército
e invade a Itália.
Constantino era um
líder hábil na arte da guerra, e que tinha facilidade em manobrar seus
subordinados, organizando bem seu exército, então cruzou os Alpes e invade a
Itália chegando até Roma e a toma de assalto, e assim no ano 312 DC chega às
portas de Roma e faz o cerco na ponte Mílvia.
Mas convém falar de como Constantino encontrou Roma com seu
cristianismo ao chegar as suas portas.
E para falar de cristianismo de Constantino temos que começar
pegando os credos e mitos das mais variadas doutrinas que já tinham surgido no
mundo até então, pois o cristianismo, ou melhor, o catolicismo, nada mais é do
que uma adaptação de mitos das mais variadas doutrinas do mundo desde a
pré-história até Constantino.
E é bom que se diga que os mártires do cristianismo de Constantino nunca
foram de verdade mártires apenas pegaram o nome, dos mártires, das religiões de
Roma perseguido pelas loucuras de Nero, que perseguiu os religiosos, que não
ofereciam nem um tipo de oposição ao império, simplesmente por ser fácil
culpa-los para livrar-se da culpa de seus crimes, e assim o imperador Nero abre
a mais rigorosa perseguição religiosa, contra as religiões em Roma, nascendo
assim o cristianismo, mas de nada adiantou esta perseguição, pois Nero só
conseguiu, atrair para si a ira dos romanos, e acabou por suicidar-se com a ajuda de seu secretário particular Epafrodito e criando a
célebre frase, que é natural a homens narcisista, como Nero.
“Que artista falece comigo!”
E também deu vida ao grande mito da crucificação do Cristo, quando na
verdade ouve milhares de Cristos feitos por Nero, que acabaram por ser chamados
de cristãos. E Constantino assume Roma com uma infindável gama de religiões,
todas com sentidos helenísticos, romanizada na doutrina da piedade (pietas) e
da contemplação, e estas religiões já rendiam grandes lucros a seus detentores
e isto também atraia a cobiça de Constantino embora sua mãe fosse Grega,
portanto da doutrina helenística e agora era preciso conciliar, as doutrinas de
Roma e da religião do mediterrâneo com a religião de sua mãe, o que não era
muito difícil, pois as religiões romanas já estavam mesclada com a doutrina de
meditações
Ainda não consegui entender o interesse de Constantino em judaizar o
cristianismo, pois a menos que ele fosse maçom qual interesse em judaizar o
cristianismo e como se encaixou as doutrinas da filosofia gregas com a
maçonaria judaica embora este povo por ser comerciantes, seja lógico que tenha
visado nestas religiões seus lucros, embora continuassem sendo maçônicos como
todos os outros eram, mas na verdade os judeus não abandonavam os princípios de
suas doutrinas por mais que modificasse e helenizassem sua fé, ou seja, a
doutrina da humildade e contemplação, os princípios tinha que ser judaico, pois
não trocavam seu deus.
Mas o nascimento do cristianismo de Constantino recebeu as
mais variadas influências, religiosa do mundo até então, foi sentado e
discutido a formação deste cristianismo, em gabinetes de poder, trazendo-se a
filosofia dos mais variados seguimento, começando por um Cristo nascido de uma virgem e logo num 25 de dezembro?
Por que a morte e a ressurreição após três dias?
Por que os 12 discípulos?
Bem era lógico que Constantino era conhecedor das doutrinas diversas e
em especial era conhecedor de Horus, mas ainda assim não consigo entender
porque, Constantino deu princípio judaico a uma religião que era helenística com
uma transfusão romana e não tinha nada de judaico nela, e outra coisa o
concilia onde foi discutido o Cristianismo com característica judaica eram
conhecedor da história, e como criaram um Pilatos, que não se encontra nem uma
prova dele, e estes Pilatos condena um Cristo que também não se encontra nem
um registro históricos, e nesta época
havia vários historiadores judeus em atividades em Jerusalém e nem um dele
escreveu sobre este tal Jesus nem sobre Pilatos.
A verdade é que se Constantino era maçom só a maçonaria o sabe, pois
eles têm documentos de tudo que passou desde o cativeiro babilônico até os dias
de hoje, e como já falei o que me despertou para este fato já que sabia pela
história que nunca existiu o cristo pregado pelos cristãos de Constantino e ao
saber que a maçonaria tem este Jesus em sua fé e sabendo que não são cristão
logo claro esta que Constantino só pode ter criado o cristianismo por ele
próprio ser maçom e usado o Jesus dos maçons como herói desta doutrina tirando
assim da mão dos gregos a filosofia de Pitágoras, Sócrates e Platão.
Então Constantino monta seu cristianismo pegando diversos mitos.
A Virgem Maria é a constelação Virgem.
Em Latim é Virgo.
O antigo símbolo para Virgo é um
“m” alterado.
Isto explica
porque o nome de Maria tal como outras progenitoras virgens, como a mãe de
Adónis, Mirra, ou a mãe de Buddha, Maya, começa com um M. Virgo (Constelação de
Virgem) o que também não era uma regra já que Isis do Egípcios que foi a
primeira história de um filho de deus nascido de uma virgem seu nome não
começava com “M” E também é referido como a “Casa do Pão”, e a representação de
Virgo é uma virgem a segurar um feixe de espigas de trigo.
Esta “casa do
Pão” e seu símbolo das espigas de trigo representam Agosto e Setembro, altura
das colheitas. Por sua vez, Bethlehem (Belém), é a tradução à letra de “A Casa
do Pão”. Bethlehem é também a referência à constelação de Virgem, um lugar no
Céu, não na Terra.
Outro fenômeno muito
interessante que ocorre a 25 de Dezembro é o solstício de Inverno.
Entre o
solstício de Verão ao solstício de Inverno, os dias tornam-se mais curtos e
frios.
O sol
move-se para sul e aparentemente fica menor e fraco, ocorre o
encurtamento dos dias e o fim das colheitas conforme se aproxima o solstício de
Inverno simbolizando a morte do sol.
No 22º
dia de Dezembro, o falecimento do SOL está completamente realizado.
O sol, tendo se movido continuamente para o sul durante
seis meses, atinge
o seu ponto mais baixo no céu. Aqui ocorre uma coisa curiosa: o Sol
parece aparentemente, deixar de se movimentar para o sul, durante 3 dias. Durante
estes 3 dias, o Sol se encontra nas redondezas da Constelação de Cruzeiro
do Sul, Constelação de Crux ou Alpha Crucis e para cooperar Roma
crucificava os inimigos públicos e de guerra.
E estes símbolos com
mais as sentenças de morte designado por Roma aos criminosos, criou-se os mitos
dos sacrifícios da carne que vem da filosofia grega e isto, beneficia a
doutrina que Constantino quer impor a respeito do seu Salvador e o que importa salientar aqui
é que “existiram” inúmeros salvadores, dependendo dos períodos, e povos em todo
o mundo, que preenchem estas mesmas características e que todos nasceram de uma
virgem e todos foram mortos e sepultados e ressuscitaram ao terceiro dia todos
nasceram dia 25 de dezembro no dia que o sol começa a voltar do solstício de
inverno e os dias começam a ficarem maior e isto beneficia a doutrina de
Constantino, uma doutrina sem um fato, mas que vai pegar os fatos de muito
seguimento de religiões para fazer sua religião, e herdar até os mártires das
diversas seitas que ali passaram ou ali estavam, então sua religião já nasce
com status de estado, sobre o poder do estado dominando e subjugando todas as
seitas a sua volta.
Bem os movimentos solares
contribuíram para o nascimento de várias religiões no mundo desde a
pré-história, até que Constantino pôs o alicerce de sua religião sobre todas as
outras e usando de ameaças espirituais, levou o povo a ignorância e
subserviência de seu deus, e o que é mais inacreditável é que o homem
submeteu-se a este capricho e até os dias atuais ninguém contesta contra este
cabresto colocado no ser humano por esta religião. Mas Roma era um Império totalmente devassado
por guerras, e por revoltas dos povos dominados, em seus territórios, e Roma
por mais que tentasse jamais conseguiu apaziguar totalmente, os povos dominados,
e ainda havia a revoltas internas pelo poder um império cercado de intrigas e
traições, e foi nesta situação que Constantino encontra o império, já sabendo
nesta época através de seus espiões que no império romano, a doutrina dos
crucificados estava a todo vapor e era força maior no império e estes
religiosos já usavam o símbolo da cruz em suas reuniões, então Constantino faz
uma cruz em seu escudo e manda que seus soldados faça o mesmo, e se intitula
cristão e avisa através de seus espiões que teve uma visão dos céus que o
senhor chegou até ele dizendo “Por esta cruz vencerás” o que agradou aos
soldados romanos que na sua grande maioria já eram cristãos, e é bom que se
diga que ser cristão não era ser messiânico embora a religião messiânica já houvesse
aderido à doutrina da purificação do corpo, e da crucificação da carne, então
já havia várias correntes cristãs em Roma.
E com este símbolo
Constantino invade Roma sem muito trabalho, e Constantino ao assumir Roma
convoca um concilio para pôr ordem neste cristianismo, sendo que era a favor da
mistificação judaica no cristianismo que estava montando, quanto ao Jesus do
cristianismo judeu o que se tinha conhecimento até então era de um livro
chamado Marcos, que falava de um Jesus que era uma espécie de curandeiro, pois
quem ler o livro de Marcos vai perceber que este livro fala de um Jesus que
curava os enfermos e ressuscitava os mortos, este livro não trazia nem uma
novidade já que, estes fatos já eram difundidos pelos religiosos nos mitos de
santidade de Apolônio e tudo que se lê no livro de Marcos a respeito deste tal
Jesus encontra-se no livro dos mitos de Apolônio, com uma diferença Apolônio
era médico, e existiu de verdade e esteve em evidência durante todo o primeiro
século, e mais, os mitos sobre Apolônio foram escritos ainda no primeiro século
enquanto o livro de Marco fora escrito aproximadamente nos anos 180 depois de
Cristo, o que ainda deixa dúvida se foi mesmo neste tempo que surgiu o livro de
Marco, Apolônio era um filósofo com formação acadêmica médico, e pregador das
doutrinas pitagóricas, ele era um grande orador se ler os livros de Apolônio
teremos a nítida impressão de termos um grande orador como todo filósofo era.
Mas este
Cristo apresentada no livro de Marcos era muito mais curandeiro que orador o
que foi arrumado nos outros livros vindo depois de Constantino como no livro de
Mateus em que era mais orador que curandeiro e completado depois no livro de
João onde era um homem totalmente espiritual, mas não esqueça que estes livros
foram criado depois de Constantino ou seja este Jesus segundo os historiadores
existiu no ano zero da era Cristã até o ano 33 aproximadamente, só que os que
escreveram este livro escreveram no mínimo no ano 180 depois desta data, e
ainda este escritor falava de um Cristo que depois de fazer tanto bem fora
morto na cruz pelos Romanos, citando um Pilatos que nunca existiu e ainda este
livro não falou de uma ressurreição, esta ressurreição foi implantada pelo
concílio de Nicéia, pois antes deste concilia não se falava de nem um filósofo
que houvesse ressuscitado, e esta ressurreição seguia as doutrinas egípcias e
várias outras doutrinas de ressurreição, neste concílio os maiores filósofos de
então o que é bom que se diga que estes filósofos nada mais tinham a haver com
a filosofia de Platão era só uma pálida doutrina platônica já que os interesses
comerciais tinham se introduzido nas doutrinas de então, e estes mesmo
filósofos já tinham condenado o ceticismo por se impor contra suas doutrinas,
então estes filósofos eram na verdade apenas comerciantes da fé, que faziam
suas doutrinas conforme seus interesses comerciais e assim Constantino reúne
estes filósofos e mais os conhecedores das doutrinas messiânicas e propõem a
fusão das duas religiões, sendo que em Roma estas doutrinas estavam mescladas,
um pouco fora de propósito.
Nestes instante as religiões já não estava
fundamentada só na filosofia grega, mas também no princípio das superstições
disseminadas em todas as religiões romanas, que além do curandeirismo também
trazia a ganância dos seus sacerdote que queriam mais o dinheiro que a salvação
das almas e para atrair novamente a massa disseminavam mitos a respeito de seus
fundadores como Apolônio de Nicéia cuja suas curas através de sua formação em
medicina o transformaram em curandeiro com um poder sub natural, mas na maioria a classe escrava e a classe
média romana e ainda algumas mulheres com maridos ricos que eram exploradas em sua
fé, então era preciso que estas doutrinas recebessem um sentido acadêmico,
embora ela tivesse sido introduzida em Roma por homens sábios precisava que
fosse bem esclarecido o sentimento deste povo. Para não dar espaço para
diversas correntes doutrinárias, e esta era a parte mais difícil, pois se havia
uma coisa nesta doutrina era a diversidade de corrente doutrinária e no começo
não havia um herói religioso a não ser Apolônio que atraia a admiração dos
discípulos e religiosos da doutrina da purificação, que na verdade era um
médico e filósofo não um puramente religioso, mas na época as religiões eram
apenas de característica comerciais e fazer de Apolônio uma lenda religiosa era
apenas para servir seus interesses comerciais, e não interesse religioso
E nisto muitos
mitos já havia sido disseminado e creditado a Apolônio entre estes mitos o que
Apolônio já havia feito diversos milagres como transformar água em vinho, curar
doentes, ressuscitar mortos e muitos milagres feito por ele segundo os
comerciantes da fé tornaram este homem uma espécie de divindade, e foi neste
sentido que aparece nos anos 180 aproximadamente o livro de Marco atribuindo a
um tal Jesus todo feito de Apolônio que também era apenas uma mitologia
religiosos para atrair adeptos a suas religiões, pois na verdade Apolônio era
um filósofo além de médico e tudo que se fala a seu respeito é só mito
religioso, mas isto rendia muitos lucros aos que, propagava seu nome em
diversas corrente religiosa inclusive em uma das corrente messiânicas com um
Apolônio judaico e não helenista, mas tudo isto por parte dos comerciantes da
fé Grega pregavam por lucros já que não eram dados a heróis, ao contrário os
propagadores da doutrina messiânica eram dados ao heroísmo de seus
disseminadores de fé, pois seus salmos sempre foram carregados de lutas e
coragem daquele povo para enfrentar seus inimigos embora sua história de
passado nada tenha de heroísmo.
E agora no concílio
juntam todas correntes doutrinárias e filosóficas e começam a discutir, e
começam a trazer livros das mais variadas corrente doutrinárias, para se levar
ao concilio reunidos uma ideia que englobasse todas as correntes filosóficas.
Mas o interesse dos gananciosos, e Constantino resolve impor a
sua razão aos estudos filosóficos dos deuses, que nada tinha a ver com
religião, mas nesta época por puro interesse comercial já era tão somente uma religião.
--------------------------X------------------------

Nenhum comentário:
Postar um comentário