sábado, 24 de dezembro de 2016





                                CAPITOLO XXX

     CONSTANTINO E O CRISTIANISMO JUDÁICO
Desde o tempo do imperador Nero do primeiro século da era cristã o império romano não era comandado por dinastias permanentes de imperadores romanos, ao invés disto seus imperadores eram escolhido pelo senado ou por algum golpe militar.
No ano 306 DC quatro reis compartilharam a autoridade Imperial em Roma, Severo reinava sobre a Itália e a África do Norte, Constantino reinava na Bretanha e Gália, e dois outros reis compartilhavam o Império do Oriente, mas o poder de Roma atraiu a cobiça de Magêncio que arremeteu um exército contra Severo e o destronou vindo a assumir o poder, trazendo preocupação a Constantino que calculava ser o próximo na lista de Magêncio para assumir todo o reino Romano do ocidente, e assim Constantino prepara seu exército e invade a Itália.

                         Constantino era um líder hábil na arte da guerra, e que tinha facilidade em manobrar seus subordinados, organizando bem seu exército, então cruzou os Alpes e invade a Itália chegando até Roma e a toma de assalto, e assim no ano 312 DC chega às portas de Roma e faz o cerco na ponte Mílvia.
Mas convém falar de como Constantino encontrou Roma com seu cristianismo ao chegar as suas portas.
E para falar de cristianismo de Constantino temos que começar pegando os credos e mitos das mais variadas doutrinas que já tinham surgido no mundo até então, pois o cristianismo, ou melhor, o catolicismo, nada mais é do que uma adaptação de mitos das mais variadas doutrinas do mundo desde a pré-história até Constantino.

                          E é bom que se diga que os mártires do cristianismo de Constantino nunca foram de verdade mártires apenas pegaram o nome, dos mártires, das religiões de Roma perseguido pelas loucuras de Nero, que perseguiu os religiosos, que não ofereciam nem um tipo de oposição ao império, simplesmente por ser fácil culpa-los para livrar-se da culpa de seus crimes, e assim o imperador Nero abre a mais rigorosa perseguição religiosa, contra as religiões em Roma, nascendo assim o cristianismo, mas de nada adiantou esta perseguição, pois Nero só conseguiu, atrair para si a ira dos romanos, e acabou por suicidar-se  com a ajuda de seu secretário particular Epafrodito e criando a célebre frase, que é natural a homens narcisista, como Nero.
Que artista falece comigo!

                          E também deu vida ao grande mito da crucificação do Cristo, quando na verdade ouve milhares de Cristos feitos por Nero, que acabaram por ser chamados de cristãos. E Constantino assume Roma com uma infindável gama de religiões, todas com sentidos helenísticos, romanizada na doutrina da piedade (pietas) e da contemplação, e estas religiões já rendiam grandes lucros a seus detentores e isto também atraia a cobiça de Constantino embora sua mãe fosse Grega, portanto da doutrina helenística e agora era preciso conciliar, as doutrinas de Roma e da religião do mediterrâneo com a religião de sua mãe, o que não era muito difícil, pois as religiões romanas já estavam mesclada com a doutrina de meditações

                            Ainda não consegui entender o interesse de Constantino em judaizar o cristianismo, pois a menos que ele fosse maçom qual interesse em judaizar o cristianismo e como se encaixou as doutrinas da filosofia gregas com a maçonaria judaica embora este povo por ser comerciantes, seja lógico que tenha visado nestas religiões seus lucros, embora continuassem sendo maçônicos como todos os outros eram, mas na verdade os judeus não abandonavam os princípios de suas doutrinas por mais que modificasse e helenizassem sua fé, ou seja, a doutrina da humildade e contemplação, os princípios tinha que ser judaico, pois não trocavam seu deus.
Mas o nascimento do cristianismo de Constantino recebeu as mais variadas influências, religiosa do mundo até então, foi sentado e discutido a formação deste cristianismo, em gabinetes de poder, trazendo-se a filosofia dos mais variados seguimento, começando por um Cristo nascido de uma virgem e logo num 25 de dezembro?
Por que a morte e a ressurreição após três dias?  
Por que os 12 discípulos?

                                 Bem era lógico que Constantino era conhecedor das doutrinas diversas e em especial era conhecedor de Horus, mas ainda assim não consigo entender porque, Constantino deu princípio judaico a uma religião que era helenística com uma transfusão romana e não tinha nada de judaico nela, e outra coisa o concilia onde foi discutido o Cristianismo com característica judaica eram conhecedor da história, e como criaram um Pilatos, que não se encontra nem uma prova dele, e estes Pilatos condena um Cristo que também não se encontra nem um  registro históricos, e nesta época havia vários historiadores judeus em atividades em Jerusalém e nem um dele escreveu sobre este tal Jesus nem sobre Pilatos.

                                  A verdade é que se Constantino era maçom só a maçonaria o sabe, pois eles têm documentos de tudo que passou desde o cativeiro babilônico até os dias de hoje, e como já falei o que me despertou para este fato já que sabia pela história que nunca existiu o cristo pregado pelos cristãos de Constantino e ao saber que a maçonaria tem este Jesus em sua fé e sabendo que não são cristão logo claro esta que Constantino só pode ter criado o cristianismo por ele próprio ser maçom e usado o Jesus dos maçons como herói desta doutrina tirando assim da mão dos gregos a filosofia de Pitágoras, Sócrates e Platão.
Então Constantino monta seu cristianismo pegando diversos mitos. A Virgem Maria é a constelação Virgem.
Em Latim é Virgo.

              O antigo símbolo para Virgo é um “m” alterado.
Isto explica porque o nome de Maria tal como outras progenitoras virgens, como a mãe de Adónis, Mirra, ou a mãe de Buddha, Maya, começa com um M. Virgo (Constelação de Virgem) o que também não era uma regra já que Isis do Egípcios que foi a primeira história de um filho de deus nascido de uma virgem seu nome não começava com “M” E também é referido como a “Casa do Pão”, e a representação de Virgo é uma virgem a segurar um feixe de espigas de trigo.
Esta “casa do Pão” e seu símbolo das espigas de trigo representam Agosto e Setembro, altura das colheitas. Por sua vez, Bethlehem (Belém), é a tradução à letra de “A Casa do Pão”. Bethlehem é também a referência à constelação de Virgem, um lugar no Céu, não na Terra.

                   Outro fenômeno muito interessante que ocorre a 25 de Dezembro é o solstício de Inverno.
Entre o solstício de Verão ao solstício de Inverno, os dias tornam-se mais curtos e frios.
O sol move-se para sul e aparentemente fica menor e fraco, ocorre o encurtamento dos dias e o fim das colheitas conforme se aproxima o solstício de Inverno simbolizando a morte do sol.
No 22º dia de Dezembro, o falecimento do SOL está completamente realizado. O sol, tendo se movido continuamente para o sul durante
seis meses, atinge o seu ponto mais baixo no céu. Aqui ocorre uma coisa curiosa: o Sol parece aparentemente, deixar de se movimentar para o sul, durante 3 dias. Durante estes 3 dias, o Sol se encontra nas redondezas da Constelação de Cruzeiro do Sul, Constelação de Crux ou Alpha Crucis e para cooperar Roma crucificava os inimigos públicos e de guerra.

                          E estes símbolos com mais as sentenças de morte designado por Roma aos criminosos, criou-se os mitos dos sacrifícios da carne que vem da filosofia grega e isto, beneficia a doutrina que Constantino quer impor a respeito do seu Salvador e o que importa salientar aqui é que “existiram” inúmeros salvadores, dependendo dos períodos, e povos em todo o mundo, que preenchem estas mesmas características e que todos nasceram de uma virgem e todos foram mortos e sepultados e ressuscitaram ao terceiro dia todos nasceram dia 25 de dezembro no dia que o sol começa a voltar do solstício de inverno e os dias começam a ficarem maior e isto beneficia a doutrina de Constantino, uma doutrina sem um fato, mas que vai pegar os fatos de muito seguimento de religiões para fazer sua religião, e herdar até os mártires das diversas seitas que ali passaram ou ali estavam, então sua religião já nasce com status de estado, sobre o poder do estado dominando e subjugando todas as seitas a sua volta.

                    Bem os movimentos solares contribuíram para o nascimento de várias religiões no mundo desde a pré-história, até que Constantino pôs o alicerce de sua religião sobre todas as outras e usando de ameaças espirituais, levou o povo a ignorância e subserviência de seu deus, e o que é mais inacreditável é que o homem submeteu-se a este capricho e até os dias atuais ninguém contesta contra este cabresto colocado no ser humano por esta religião. Mas Roma era um Império totalmente devassado por guerras, e por revoltas dos povos dominados, em seus territórios, e Roma por mais que tentasse jamais conseguiu apaziguar totalmente, os povos dominados, e ainda havia a revoltas internas pelo poder um império cercado de intrigas e traições, e foi nesta situação que Constantino encontra o império, já sabendo nesta época através de seus espiões que no império romano, a doutrina dos crucificados estava a todo vapor e era força maior no império e estes religiosos já usavam o símbolo da cruz em suas reuniões, então Constantino faz uma cruz em seu escudo e manda que seus soldados faça o mesmo, e se intitula cristão e avisa através de seus espiões que teve uma visão dos céus que o senhor chegou até ele dizendo “Por esta cruz vencerás” o que agradou aos soldados romanos que na sua grande maioria já eram cristãos, e é bom que se diga que ser cristão não era ser messiânico embora a religião messiânica já houvesse aderido à doutrina da purificação do corpo, e da crucificação da carne, então já havia várias correntes cristãs em Roma.

                        E com este símbolo Constantino invade Roma sem muito trabalho, e Constantino ao assumir Roma convoca um concilio para pôr ordem neste cristianismo, sendo que era a favor da mistificação judaica no cristianismo que estava montando, quanto ao Jesus do cristianismo judeu o que se tinha conhecimento até então era de um livro chamado Marcos, que falava de um Jesus que era uma espécie de curandeiro, pois quem ler o livro de Marcos vai perceber que este livro fala de um Jesus que curava os enfermos e ressuscitava os mortos, este livro não trazia nem uma novidade já que, estes fatos já eram difundidos pelos religiosos nos mitos de santidade de Apolônio e tudo que se lê no livro de Marcos a respeito deste tal Jesus encontra-se no livro dos mitos de Apolônio, com uma diferença Apolônio era médico, e existiu de verdade e esteve em evidência durante todo o primeiro século, e mais, os mitos sobre Apolônio foram escritos ainda no primeiro século enquanto o livro de Marco fora escrito aproximadamente nos anos 180 depois de Cristo, o que ainda deixa dúvida se foi mesmo neste tempo que surgiu o livro de Marco, Apolônio era um filósofo com formação acadêmica médico, e pregador das doutrinas pitagóricas, ele era um grande orador se ler os livros de Apolônio teremos a nítida impressão de termos um grande orador como todo filósofo era.

                                     Mas este Cristo apresentada no livro de Marcos era muito mais curandeiro que orador o que foi arrumado nos outros livros vindo depois de Constantino como no livro de Mateus em que era mais orador que curandeiro e completado depois no livro de João onde era um homem totalmente espiritual, mas não esqueça que estes livros foram criado depois de Constantino ou seja este Jesus segundo os historiadores existiu no ano zero da era Cristã até o ano 33 aproximadamente, só que os que escreveram este livro escreveram no mínimo no ano 180 depois desta data, e ainda este escritor falava de um Cristo que depois de fazer tanto bem fora morto na cruz pelos Romanos, citando um Pilatos que nunca existiu e ainda este livro não falou de uma ressurreição, esta ressurreição foi implantada pelo concílio de Nicéia, pois antes deste concilia não se falava de nem um filósofo que houvesse ressuscitado, e esta ressurreição seguia as doutrinas egípcias e várias outras doutrinas de ressurreição, neste concílio os maiores filósofos de então o que é bom que se diga que estes filósofos nada mais tinham a haver com a filosofia de Platão era só uma pálida doutrina platônica já que os interesses comerciais tinham se introduzido nas doutrinas de então, e estes mesmo filósofos já tinham condenado o ceticismo por se impor contra suas doutrinas, então estes filósofos eram na verdade apenas comerciantes da fé, que faziam suas doutrinas conforme seus interesses comerciais e assim Constantino reúne estes filósofos e mais os conhecedores das doutrinas messiânicas e propõem a fusão das duas religiões, sendo que em Roma estas doutrinas estavam mescladas, um pouco fora de propósito.

                       Nestes instante as religiões já não estava fundamentada só na filosofia grega, mas também no princípio das superstições disseminadas em todas as religiões romanas, que além do curandeirismo também trazia a ganância dos seus sacerdote que queriam mais o dinheiro que a salvação das almas e para atrair novamente a massa disseminavam mitos a respeito de seus fundadores como Apolônio de Nicéia cuja suas curas através de sua formação em medicina o transformaram em curandeiro com um poder sub natural,  mas na maioria a classe escrava e a classe média romana e ainda algumas mulheres com maridos ricos que eram exploradas em sua fé, então era preciso que estas doutrinas recebessem um sentido acadêmico, embora ela tivesse sido introduzida em Roma por homens sábios precisava que fosse bem esclarecido o sentimento deste povo. Para não dar espaço para diversas correntes doutrinárias, e esta era a parte mais difícil, pois se havia uma coisa nesta doutrina era a diversidade de corrente doutrinária e no começo não havia um herói religioso a não ser Apolônio que atraia a admiração dos discípulos e religiosos da doutrina da purificação, que na verdade era um médico e filósofo não um puramente religioso, mas na época as religiões eram apenas de característica comerciais e fazer de Apolônio uma lenda religiosa era apenas para servir seus interesses comerciais, e não interesse religioso

                               E nisto muitos mitos já havia sido disseminado e creditado a Apolônio entre estes mitos o que Apolônio já havia feito diversos milagres como transformar água em vinho, curar doentes, ressuscitar mortos e muitos milagres feito por ele segundo os comerciantes da fé tornaram este homem uma espécie de divindade, e foi neste sentido que aparece nos anos 180 aproximadamente o livro de Marco atribuindo a um tal Jesus todo feito de Apolônio que também era apenas uma mitologia religiosos para atrair adeptos a suas religiões, pois na verdade Apolônio era um filósofo além de médico e tudo que se fala a seu respeito é só mito religioso, mas isto rendia muitos lucros aos que, propagava seu nome em diversas corrente religiosa inclusive em uma das corrente messiânicas com um Apolônio judaico e não helenista, mas tudo isto por parte dos comerciantes da fé Grega pregavam por lucros já que não eram dados a heróis, ao contrário os propagadores da doutrina messiânica eram dados ao heroísmo de seus disseminadores de fé, pois seus salmos sempre foram carregados de lutas e coragem daquele povo para enfrentar seus inimigos embora sua história de passado nada tenha de heroísmo.

                            E agora no concílio juntam todas correntes doutrinárias e filosóficas e começam a discutir, e começam a trazer livros das mais variadas corrente doutrinárias, para se levar ao concilio reunidos uma ideia que englobasse todas as correntes filosóficas.
 Mas o interesse dos gananciosos, e Constantino resolve impor a sua razão aos estudos filosóficos dos deuses, que nada tinha a ver com religião, mas nesta época por puro interesse comercial já era tão somente uma religião.

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