terça-feira, 6 de junho de 2017





                         XXVI PARTE
   LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Como já falei o cristianismo tem suas raízes nas religiões nascida da filosofia grega e seu princípio de um cristo dos contos dos deuses pagãos, ele não é um conto singular, pois este conto já havia sido contado por vários povos com discípulos e sacrifício de um deus salvador tão igual como o conto de Constantino, mas com uma nova doutrina. A doutrina da filosofia grega com mais sofisticação e agora posta sobre um deus de amor criado por Sócrates um dos grandes filósofos gregos, este deus foi criado através do livro “O banquete” escrito por Platão discípulo mais chegados em Sócrates. E os filósofos como já falei tiraram dos templos os deuses e levaram para as ruas e para as escolas teológicas e filosóficas da Grécia, e a filosofia com seus discípulos criaram vários tipos de seguimento religiosos conforme os pensamentos dos filósofos nasciam às religiões e entre elas falamos das religiões Epicuristas e Estoica.
Agora vamos falar das religiões Cínicas, que é 80% deste cristianismo que ai está, falar de cinismo tem-se a ideia de falar de alguém sem nem um princípio, que não se importa com nada nem com ninguém isto nos foi passado pelas religiões que sobreviveram, e nos prova as lutas das religiões cristãs antes do catolicismo, pois foi ai que Constantino entrou em uma briga religiosa de cristãos, já que cristianismo vem das religiões gregas e não judaicas e havia briga entre elas para estabelecer-se como religião ideal e como hoje cada uma apresentava seus deuses e seu amor também desfazia os princípios cristãos das outras, e ouve uma cruzada caluniosa contra o cinismo, praticada pelo cristianismo adversário.
O Cinismo foi uma corrente filosófica fundada por Antístenes que era discípulo de Sócrates, os cínicos faziam voto de pobreza passavam o dia pregando os benefícios do deus de amor e pediam esmola para sobreviver coisa adaptada pelo catolicismo constantiniano. Segundo algum historiador havia um filósofo cínico que pedia esmola todo dia a uma estátua ao perguntarem por que fazia aquilo ele respondeu.                 –Para acostumar-me ao fracasso, Isto provava o quanto os cínicos não criam no homem comum, além deste também havia Diógenes que é um dos primeiros filosofo cínico que se tem notícia andava com uma lanterna na mão procurando um homem justo, os cínicos, eram homens desapegados das coisas terrenas, que buscavam as coisas do alto ou do mundo das ideias ou do céu adaptado pela igreja católica. 
                                                                                                                                Os cínicos ficaram famosos, nos meio religiosos, também pelos seus provérbios e se dizia que a maioria dos provérbios de Salomão na verdade é criação cínica e que nem um Salomão um dia pensou em cria-las estas são algumas das frases da religião cínica que escapou intacta ao catolicismo.
“Se não podes me dar o sol não me tires aquilo que não podes me dar” e também “Não se pode viver para si desde que não se possa viver para nada” Dizem que certa vez um cínico ao passar na rua os transeuntes se afastava dele e ele com compacidade diz aos transeuntes “Não temais nós cães não comemos carniça” e fora este seguimento religioso que os sacerdotes de Constantino copiaram para fazer seu Jesus e para ter seus espaços sem sombra perseguiram os cínicos a ponto de torna-los símbolo de desprezo à sociedade o que tu leva em consideração até o dia de hoje, mas a verdade é que os cínicos foram os que deram o maior seguimento católicos, por seus desapegos as coisas terrena e buscar as coisas do mundo das ideias e os cínicos foram os primeiros a fazer a ideias da alma, ou PNEUMA, copiado depois pela igreja católica de Constantino. E se tu comparar as doutrina Cínicas com os livros de Paulo tu verá que Paulo ou o que fez o livro do pseudo Paulo era cínico.
Não propriamente Paulo, pois ele é uma criação católica mais sua doutrina é uma doutrina cínica adaptada para o catolicismo cristão judaico e todos seus doutores do primeiro século na verdade eram doutores teológicos cínicos que nunca ouviram falar de um Jesus Galileu... 












                               XXVII PARTE
       LIBERDADE E LIBERTINAGEM
E além destas religiões nascidas da filosofia grega tivemos ainda muitas outras como, o Ecletismo e o Ceticismo, os ecléticos na verdade seguiam mais ou menos a linha de seguimento do deus Narciso ou eram narcisistas tinham cuidado com seus corpos, e a doutrina da saúde do corpo, pois segundo eles quem cuida de seu corpo cuida de sua saúde são felizes diante de seu deus os céticos por sua vez não queria dizer que não acreditavam em nada mais criam apenas no que viam um dos discípulos de Marcos para o tal Jesus era cético o nome dele era Tomé. Os céticos criam que podia ser que existissem os deuses mais preferiam esperar que eles se apresentassem e este também era um seguimento religioso ou mais um seguimento filosófico de época.
As filosofias gregas criaram todas as religiões do passado e falo disso porque antes da filosofia grega não havia servidores de deuses fora de templo e todo trabalho de templo seguia um rito religioso como, por exemplo, a limpeza dos pecados e isto em todos os povos, os sacrifícios nos altares todos os templos faziam sacrifícios então sua ida ao templo era para seguir este ritual com sacrifício de touro, de bode, ou de cavalos aos deuses e isto sem exceção, porém a filosofia acabou com isto tirando o trabalho dos sacerdotes em sacrifícios para o trabalho de oradores, ou seja, em lugar de sacrifícios no altar representando os deuses passaram a falar da bondade dos deuses formando assim grandes oradores e ensinar e preparar oradores tornou-se uma profissão na Grécia e estes profissionais passaram a chamar-se sofista.
E estes sofistas preparavam oradores que foram os que fizeram as religiões tornando os deuses heróis do povo e todas as religiões contribuíram para que nascesse a religião católica e todos os espertalhões que enriqueceram a custa da fé de um povo místico e tudo isto também contribuíram os filósofos que para não entrar em atrito com os sacerdotes acabaram sendo místicos em seus ensinamentos sobre justiça tentando ensinar por parábolas seus alunos ou discípulos e acabaram tornando religiões seus ensinamentos. Então todo o trabalho dos filósofos para fazer o povo entender o valor da justiça em favor de todos em uma sociedade não conseguiu quebrar a barreira da ignorância, pois os povos confundiram o valor da justiça com um novo deus de justiça e não vamos dizer aqui que por culpa só da massa e sim por culpa dos próprios filósofos que para fugir do poder sacerdotal acabaram por confundir seus ouvintes e principalmente por seus professores que até hoje desvia o estudante da verdade da filosofia.
 Pois para os senhores da justiça que lucram com o sangue do homem honesto e trabalhador não interessa que o homem conheça seu direito a justiça, pois a justiça não se compra em um tribunal pela mão de vendilhões do direito mais a justiça é um direito natural teu e uma das piores hipocrisias criada pelos vendilhões da justiça é a interpretação da lei por um juiz muitas vezes mais corrupto que o próprio réu que está sendo julgado. Tirar a justiça dos templos para os tribunais foi um dos maiores achado para os senhores da lei, pois confundiram o homem e até hoje o homem não conhece seus direitos naturais à justiça ficando assim refém de vendilhões de deuses e vendilhões de justiça, como um verdadeiro leilão quem pagar mais leva.
E assim pela primeira vez o homem teve oportunidade de buscar a justiça para todos, mais foi sufocado pelos sacerdotes e pelos reis e nobres e por último pela igreja católica que com um golpe de Constantino levou outra vez o povo ao misticismo e aos templos desta vez seus templos com um novo deus e até um deus nascido homem como era o sonho de todos os povos...




                 XXVIII PARTE
   LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Como já falamos até aqui a filosofia grega encheu o mundo da época de religiões para todos os credos e para todos os gostos e toda corrente imoral ou moralista, e não estamos falando aqui para moralizar ou desmoralizar ninguém e sim para mostrar os fatos ocorridos na época, e esta época que estou falando vai do ano -700 AC ao ano 326 desta era e a filosofia destes tempos deu razão para que muitas correntes seguissem livremente e democraticamente como queriam os poderes, pois preferia ver os homens discutir deuses que discutir justiça e foi isto que tirou o povo dos templos para o seguimento dos deuses nas ruas e nas igrejas depois, não esqueça que o nome igreja, cristão e cristianismo são palavra de origem grega.
 Pois foi a Grécia o berço do cristianismo e se houvesse alguma salvação vinda da doutrina cristã, está salvação vem do grego e não do judeu, pois o cristianismo é grego e toda doutrina cristã vem da tentativa dos filósofos de mudar o sistema de justiça e nasceu da condenação de Nero aos religiosos da filosofia grega.
A palavra Cristo é uma palavra totalmente grega e vem de um dito romano, pois Roma condenava a morte os culpado de guerra e os criminosos que chamasse a atenção do público, uma espécie de crime hediondo. Mais quando o criminoso era alguém da classe dominante, um nobre ou o filho de um nobre logo buscavam alguém que não tivesse família para pôr a culpa a este o povo chamava de Cristo, ou seja, tirado para Cristo. E quando Nero pôs fogo em Roma recebeu sobre si a culpa deste incêndio e pôs a culpa nos religiosos greco-romanos, ou seja, todas aquelas religiões que falamos até aqui e outras que não mencionamos que na época fervilhava em Roma fora os que foram crucificados nas cruzes de Nero e estes são os que foram chamados de Cristo, ou por serem muitos chamados de Cristãos.
Então todas as religiões greco-romanas foram chamadas de cristãs e nunca ouve um cristo que deu sozinho este nome ao cristianismo, pois o cristo judaico foi criado por alguém chamado Marcos nos anos 180 a 200 desta era, e ele seguia um mito contado sobre Apolônio um médico pertencente à religião Estoico, que curava enfermos nas ruas enquanto pregava a doutrina Estoica, e como a medicina também fazia parte do misticismo do povo ele logo se tornou um curandeiro dos deuses e os místicos e espertalhões atraíram para si muitos seguidores em nome de Apolônio. Muitas das curas miraculosas deste Jesus de Marcos foram tiradas do mito de Apolônio e passado ao deus adaptado por Constantino.
E do mesmo mito de Apolônio surgiu o mito deste Jesus de Nazaré imitando o mito de Apolônio, só tem um problema, o mito de Apolônio é tirado de um fato, Apolônio existiu realmente, mas o cristo adotado por Constantino não tem nem uma comprovação histórica ele foi blindado pelas pragas de Constantino para qualquer um que pusesse em dúvida sua deidade ou existência já que nem os judeus tinham qualquer comprovação histórica sobre ele e nem os romanos o tinham e para evitar que alguém vasculhasse a verdade sobre ele cercaram-no de praga e maldições, pois sabiam que diante de tanta maldição o povo aceitaria sem contestações. E o único propósito de Constantino era tirar dos gregos a religiosidade cristã usando sem nem um escrúpulo alguém para assumir o nome cristão e viu nos judeus um povo derrotado e destruído pelo reino romano uma possiblidade de acampar pra sempre o cristianismo grego sobre um novo nome e até sobre um deus humano.

Então tínhamos um cristo que passou nas aldeias da Judéia ressuscitando mortos de quatro dias no túmulo e nem um historiador de época vira ou ouvira falar dele? E Constantino com este cristo judeu livra-se das religiões grega adaptando toda sua doutrina e tenta trocar o nome da religião chamando-a de CATÓLICA mais o nome CRISTÃO estava tão arraigado neste povo que acabou prevalecendo...