terça-feira, 27 de dezembro de 2016



                              CAPITOLO XXI

                    DAVI REI DE ISRAEL

As histórias de Davi são cercadas de mistério para uma pessoa que tenha censo de justiça ou busque a verdade, pra começar a própria história contada da morte do gigante Golias é cheia de contradição, hora diz que Davi matou o tal gigante e em seguida desmente dando a outra pessoa está gloria, isto é prova de uma história cheia de contradição e mitologias, mas para alguém que simplesmente comece a analisar os fatos com um olhar crítico.
Por exemplo, Davi casara com a filha de Saul, e quando seu sogro estava em guerra com os filisteus tornou-se uma espécie de Robin Hood e se uniu a os Filisteus e combateu o próprio sogro e segundo suas crônicas fez tudo para provar para seu sogro que não queria sua morte, coisa difícil de acreditar com olhar crítico já que combatia o sogro no exército do inimigo com a morte do sogro, e do cunhado, herdeiro direto do trono, que era seu amigo íntimo, o que é muito duvidoso para quem olha com olhar crítico, já que Davi almejava o trono.

                         Mas com a morte dos dois ele fica livre para assumir o tal reino, então rompe com os Filisteus e se torna rei de Israel, agora não sei se realmente voltou-se contra os filisteus ou tinha um acordo com eles, mas segundo sua lenda foi um grande rei fez muitos salmos a seu deus.

                            Mas Davi assumindo Israel faz guerras aos povos vizinhos, alargando as fronteiras de Israel chegando próximo ao que havia prometido seu deus, homem dedicado religioso que fazia salmo a seu deus enaltecendo seu poder, mas muitos dos salmos atribuídos a ele hoje está sendo achado nos escombros das cidades enterradas dos povos cananeus, casa-se várias vezes, segundo seus escribas, ele teve mais de 300 mulheres fora as concubinas, mas ai também há um problema, pois não se encontra nem um escrito que comprove este fato na linha do tempo, e por isto muitos afirmam que este povo só aprendeu a ler e escrever no cativeiro babilônico.

                            Bem mas quero citar um fato sobre este rei, pois diz respeito a seus deuses que também era feito conforme a política, Davi certa vez matou um soldado por cobiçar sua mulher, e seu deus não o destronou, o que chama a atenção para o senso de justiça deste tal deus, pois Saul fora punido por este tal deus, simplesmente por poupar a vida de algum animal, e Davi mata seu próprio soldado para possuir sua mulher e nada acontece, aliás na verdade segundo suas lendas ouve um castigo este deus matou o filho deste rei, pronto alguém pagou com a própria vida este crime e sabe quem pagou? Uma criança, como vê o deus deste povo não era diferente de nem um deus da época tudo que fazia era agradar a si mesmo arrogante prepotente e pior nem tinha a força dos outros deuses por ali, pois nunca conseguiu dar a este povo a terra que havia prometido, na verdade este povo como todos outros só contavam um mito de um deus que os tornava uma sociedade e como todos os outros queria que seu deus fosse especial, pois muitos povos conseguia passar o temor de seus deuses a outros povos e acabavam tendo uma posição respeitável.

                               Segundo as lendas Davi tornou Israel uma grande nação dando um princípio de nação a este povo aldeão até então, vivia constantemente em guerra para expandir seus territórios e alargando suas fronteira em toda terra da Palestina, era poeta, e segundo suas crônicas fez muitas poesias, que foram chamado Salmos de Davi, mas hoje muitos dos salmos a ele atribuído está sendo desenterrado nos trabalhos da paleontologia e atribuído aos cananeus.
                    Mas este povo não conseguiu se firmar nesta terra e acabou se tornando escravo na Babilônia, bem segundo alguns historiadores os povos babilônicos viviam sempre em guerra, pois suas terras despertava a cobiça dos aventureiros, e a Babilônia quando se via ameaçada pelos povos a sua volta invadiam aqueles povos e levavam escravos os mais jovens lhes ensinavam a ler e escrever destruía todos os que restavam daquele povo deixando apenas agricultores neste lugar e depois mandavam aqueles jovens de volta a suas terras, instruídos e com suas religiões infiltradas naquele povo, pode até não ser verdade, mas há um fundo de verdade, pois foi depois do cativeiro babilônico que os judeus tiveram tantas escritas de profetas e promessas messiânicas, na verdade que suas escritas partem como real depois do cativeiro babilônico.

                        Bem os povos judeus no cativeiro babilônico tornaram-se sábios, e faziam parte do conselho da corte, e esta história é cercada de fatos sensacionalistas de operação de seu deus, livrando seus homens de fornalhas ardentes.
Mas passado os anos a Babilônia cai na mão dos medos- persas que libertaram todos os povos que ali estavam escravo e como os israelitas tinham facilidade em manipular os poderes em seu favor, logo encheram a vitória dos medos-persas como obra de seu deus, antes profetizavam as grandes campanha de Nabucodonosor contra o Egito, dando com toda certeza a grande vitória de Nabucodonosor sobre o Egito, fato que não aconteceu, mas que está lá até hoje no livro de um de seus profetas Ezequiel, depois com a vitória do Medo-Persas sobre a Babilônia manipularam o rei Dário para voltarem à terra prometida ou para o voltarem à palestina.

                     E este povo agora instruído e não mais analfabetos como quando entraram na Babilônia viram que não teriam um deus para lhe dar de graça a terra, e ao voltarem do cativeiro babilônico o mundo estava envolvido em grande comércio, mas este povo agora era um povo culto e era lógico que tenha criado uma nova religião que lhes daria força como povo, e o princípio desta religião para que unisse toda força judaica era preciso que se unisse em torno de um só deus e um só salvador, pois a divisão em vários deuses levaria a dissolução daquele povo, mas unir-se em torno de um único deus poderiam se espalhar para todo lugar na terra e assim mesmo continuariam unidos por seu deus e nascia ali o ideal de um deus único por aquele povo que iam crescendo e se ajudando mutuamente, chegariam assim ao domínio do mundo e assim tem-se a ideia da maçonaria, que nada mais era que um movimento comercial, influenciado pelo mundo de então e deram início ao comércio deles próprios.

                              Bem este seria um raciocínio lógico de como nascera à maçonaria, pois a maçonaria é cercada de mistério, e o que representa de quem vê de fora é que não passa de um centro comercial de ajuda mútua a os judeus espalhado pelo mundo e no cativeiro babilônico aprenderam a arte do comercio e viram os povos fenícios que comercializava ali com os babilônicos e se desenvolvia sem muita fé em deus algum, ou seja, sem fanatismo religioso se desenvolveram tornando-se donos de todo o mediterrâneo. E agora sendo livre do cativeiro babilônico este povo se espalha pelo mundo abrindo lojas levando a maçonaria, como uma religião obscura que não chamaria a atenção de ninguém dos quais não fosse do interesse deles conquista-lo, e segundo se sabe suas igrejas ou lojas são dirigida por Grã-Mestre, e agora também sabemos que este povo é ligado a este Jesus propagado pela igreja católica romana, o que nos leva a crer que este Jesus que era de Nazaré deve ter feito parte de suas lojas e este homem deve ter vivido em Jerusalém no início da maçonaria e deve ter expandido a Maçonaria, pois para ser honrado entre os maçons só pode ter sido influente entre eles.       

                             Bem a maçonaria espalhou-se por toda região de Roma Fenícia Grécia e toda Europa e até a Bretanha, e se tornaram uma organização respeitável entre os povos, a maçonaria tinha seus ideais de liberdade, pois trabalharam em favor da liberdade de escravos desde a antiguidade, é claro que um homem livre compraria em suas lojas e quando falo em loja falo no ideal comercial, já que seus templos também eram chamados de lojas, e um escravo não compraria, e isto trazia em si o ideal de liberdade e como eram muitos ricos tinham grande influência na classe aristocrata de então, e eram adorados pelos escravos, já que propagavam a libertação dos mesmos, mas os judeus ao retornarem do cativeiro babilônico, tiveram do rei Persa a promessa da construção de um templo para eles em suas terras, bem segundo suas histórias Dario mandou todo ouro do templo israelita de volta para construção deste templo, e este ouro deve ter dado início à vida comercial dos judeus, pois em seguida espalharam-se pelo mundo, levando sua maçonaria como uma arte de pegar os que lhes interessava que participassem de sua religião obscura e misteriosa, mas ao saírem depararam-se com a doutrina da filosofia grega já se espalhando pelo mundo de então, mas isto não lhes prejudicava como comerciantes.

                    Enquanto isto o templo em Israel atiçou as doutrinas diversas, pois onde tem um templo logo se junta toda espécie de adoradores e a fé de cada um pouco importava a seus sacerdotes o importante era o lucro do templo e quanto mais fé mais lucros para os sacerdotes, embora já havia entre eles uma doutrina de um deus único, mesmo assim as doutrinas eram diversificada em um deus só, e este povo não tinha por doutrina uma vida após a morte, suas esperanças em seu deus eram só nos que estiverem vivos, na vinda de seu deus, pois é bom que se diga que este povo desde o princípio acreditava em um deus messiânico ou um deus que viria viver com seu povo, mas suas doutrinas não estavam ligadas a ressurreição e sim um deus apenas de vivos, e entre estas diversas religiões, estava à religião dos saduceus, pois a doutrina israelense jamais fez referência a uma vida após a morte, nem a um céu ou inferno, pelo que os saduceus posteriormente rejeitavam estas doutrinas.   Porém após o exílio na Babilônia, os judeus assimilaram as doutrinas da imortalidade da alma, já influenciados pela doutrina helenística espalhada pelas academias gregas e entre os que assimilaram esta doutrina estavam os Fariseus que se tornaram adepto da ressurreição e do juízo final, e constituíam em importante ensino por parte dos fariseus dando nova conotação a doutrina daquele povo. 
                         
            E assim havia entre eles grandes embates mesmo que acreditassem em um único deus, não chegavam a um denominador a respeito destas doutrinas, mas tirando isto este povo trabalhava em busca de um mesmo ideal, de se tornarem os senhores da terra tendo seu deus como governo sobre ela, também pregavam a igualdade e eram contra as escravidões embora eles mesmos tivessem escravos, mas quando saiam de lá e se espalhavam no mundo pregavam igualdade e liberdade, que era o ideal de seu Grã-Mestre, e acabaram deixando nos escravo o ideal de seu Grã-Mestre que se conjectura ser este Jesus, já que não se encontra nem um Jesus pelo qual Constantino possa ter criado o cristianismo depois e este povo tinha por costume a rebeldia, pois não aceitavam pertencer a outros povos nem servi-los e nem adaptavam costumes religiosos que não fosse os seus próprios costumes, por isto em um passado já distante os egípcios tentaram extermina-los, mas não conseguiram e agora sobre o domínio romano mais uma vez este povo se rebela e então o general Vespasiano e seu filho Tito dos anos 66 a 73 DC trava grande batalha com este povo tentando subjuga-los, e nestas batalhas predem um comandante dos revoltosos chamado Flavio Josefo que depois de se entregar faz um acordo com os romanos, e entrega as guarnições judaicas e o general Vespasiano faz dele seu escritor e entre seus livros está uma referência sobre tal João Batista que batizava o povo em Jerusalém e convocava este povo para o arrependimento e preparação para vinda de um deus Messias
                                 
                                 O que não era de se admirar quando se trata de preparar o povo para vinda de seu deus já que este povo era dado a esperar um messias, mas tem uma coisa que me intriga, nesta história de Flavio Josefo, é que a doutrina do batismo em água não era uma doutrina judaica, e sim uma doutrina egípcia, e até indiana, e já era propagada no misticismo religiosos helenístico-romano e neste tempo já se espalhava entre os religiosos romanos que eram adeptos das religiões gregas com um misto egípcio, mas não judaica então como esta doutrina entra na Judéia e conquista este povo tão ortodoxo a respeito de suas doutrinas, é algo que me deixa a pensar, que alguma coisa deveria ser explicada a respeito desta doutrina, pois este povo conservador não aceitaria tão de repente uma doutrina de outros povos e muito menos ser batizado por este profeta, já que batismo não era um uso religioso dos israelitas, mas isto é algo que não se encontra explicação já que a Roma cristã destruíra todos os livros que explicasse qualquer coisa a este respeito, e pôs fim a qualquer coisa que pudesse contradizer suas doutrinas, fazendo uma verdadeira “grilagem” nas histórias do passado.

                   Mas voltando a revolução, os judeus estavam amotinados contra Roma, e o general Vespasiano invade esta terra e crucifica os chefes daquele povo como era costume romano, e leva este povo escravo para Roma, mas estes povos já tinham ideal de libertação vindo da maçonaria, e assim havia nascido neste povo uma nova religião mistificada com as religiões romana influenciada pelas religiões filosófica grega e na verdade uma era a religião maçônica judaica propagada pelos judeus ricos, e outra era as religiões maçônica judaica propagada pelos escravos, e assim devia haver agora um Jesus e duas religiões bem diferentes, mas o Jesus real era o de propagação dos judeus ricos (isto é se ouve mesmo um Jesus entre este povo). 

                        E as guerras romanas judaicas começaram nos anos 66 DC, e com tempos de revoltas e pacificação e durarão até 135 DC pelo que foi informado no senado chamado de revolta de Bar Kokhba.
O que se sabe é que ela ocorreu após a viagem do imperador Adriano, pelo Oriente, entre os anos 130 e 131, ocasião em que ele deixou claro seu propósito de revitalizar o helenismo enquanto esteio cultural do Império Romano, naquela região ou seja fazer valer o cristianismo helenístico.

                         Entre seus planos estava à reconstrução de Jerusalém como uma cidade helenística e sobre o monte do templo, seria erguido um santuário dedicado a Júpiter Capitolino, decisão que feriu os sentimentos religiosos dos judeus.
Que era de certo modo a religião propagada por Apolônio, pois Adriano era um admirador desta religião, já havia confessado sua fé neste filósofo, mas isto provocou a revolta entre os judeus, o que é real em tudo isto hoje se propaga a mesma doutrina helenística da filosofia grega entre os cristãos judeus, só mudou os nomes dos filósofos dando-lhes sentido judaico, mas o princípio doutrinário é helenístico, mas esta revolta leva Adriano à por seu exército em combate a esta revolta, que desta vez foram exterminado para sempre e aniquilada suas terras, mas já haviam se espalhado no mundo de então, com uma nova religião com dois seguimentos, o dos ricos e dos escravos sendo que os dos escravos já tinha sentido totalmente helenístico, pois indo para Roma lá encontraram as religiões helenísticas em pleno desenvolvimento, já com o nome cristão, mas isto fica para depois.


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