CAPITOLO XXVII
ECLETISMO OU PERFEIÇÃO!
Ecletismo é
uma doutrina ou tendência que recolhe e seleciona
elementos de outras teorias que parecem apropriados. A essência do ecletismo
está na liberdade de escolher e conciliar vários estilos diferentes.
O
termo eclético é aplicado, sobretudo, aos representantes
da filosofia helenística, aos neoplatônicos e filósofos renascentistas que
procuraram conciliar o pensamento de diversos autores clássicos, e opõe-se a
toda a forma de dogmatismo e radicalismo. A finalidade do ecletismo é atingir a
verdade e harmonizar teorias que são opostas, os ecléticos buscavam a
verdadeira doutrina das coisas sem levar em consideração o fanatismo
espiritual, e esta filosofia teve maior lastro na Idade Média que na sua
própria época, pois parece que nesta época envolto em muitas guerras os homens
não chegavam a raciocinar com a razão, pois se entregavam de tal forma a seus
sentimentos filosóficos que chagavam mais ao uso, da loucura e muitos deles
tornaram-se visionários e não via a busca da sabedoria com consciência, alguém
que defendia o sistema inconsciente de meditação chegava a falar que devia se
fazer louco para ser sábio, como falei do começo o homem sempre que busca algo
que não possa explicar chega de certo modo a um estado de êxtase que beira a
loucura, e a doutrina eclética nada mais era que chamar o homem de volta a
razão.
E também está doutrina se
espalha nesta época mais não com a mesma força das doutrinas mais radicais,
pois até o imperador Adriano também se tornou seguidor da doutrina de Apolônio,
levando o império a um seguimento de doutrinas fanáticas de época.
E a doutrina eclética não
encontrava espaço para o fanatismo apenas um cuidado com a saúde do corpo, e o
uso religioso com razão e isto não encontrava espaços para muitos seguidores
mesmo que tinha espaço na liberdade da filosofia grega.
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