domingo, 31 de julho de 2016



                     VIII PARTE

     LIBERDADE E LIBERTINAGEM

Bem a filosofia, buscava a justiça com igualdade, pois segundo eles todo homem é igual, chegou-se a tal ponto que conjecturava-se que o homem, por ter a mesma vida em comum sente fome, frio, sede, enfim cansa e morre, e por isto devia ter o mesmo direito a justiça.
E se fala do mesmo direito a justiça, e não que o rei e o escravo tinha a mesma capacidade de governar, muitos da filosofia moderna confundem direito de igualdade a justiça com igualdade intelectual.

O intelectual é aquele que tem capacidade de fazer justiça ao escravo e o rei com igualdade, mais é preciso que para isto o rei seja sábio ou que o governo fosse uma meritocracia ou seja só os sábios podiam governar. Pois se o rei for tolo logo todo reino será regido por tolo, mas isto só é possível se o estado for governado, e julgado por sábio pois não é possível que o homem comum governe, mais apenas o homem sábio tem capacidade para governar ou julgar, não é possível vc por uma pessoa sem um mínimo de conhecimento para julgar alguém ou para governar, pois o homem tem em sua natureza corromper-se, e só os sábios podem ser movido pela ética.
Uma cidade só pode ser governada por sábio, pois o sábio fará cumprir a justiça, e no dia que praticar-se a justiça desde o rei até o escravo todos serão justiçado. E quem tem em seu favor a justiça é em si um homem livre.


Um povo sem justiça está fadado a destruição, pois está em nós uma força que não está em qualquer outro animal, a razão.
A razão é o que nos difere dos outros animais a razão levou o homem ao censo da justiça, então uma cidade governada por tolos leva em primeiro lugar a injustiça e depois ao conflito.
Toda cidade governada por tolo está fadada ao fracasso...


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