segunda-feira, 1 de agosto de 2016




                              VII PARTE

       LIBERDADE E LIBERTINAGEM!

Como vimos o pensamento filosófico começa nos deuses e nas leis que haviam em seu tempo, e os pensadores analisavam a sociedade por suas justiça e injustiça. Justiça e injustiça não é difícil de reconhecer, basta analisar da seguinte forma, tudo aquilo que tu não queres que façam a ti não faça tu aos outros. E foi neste princípio, que os pensadores começaram a analisar a sociedade a sua volta. O homem recebia dos deuses seu legado as benéficas e também a vida desgraçada os que aceitavam sobrevivia e os que não se conformavam com esta vida eram eliminados e com o passar dos anos todos se submetiam, sempre fora assim e continua sendo até os dias atuais.

Tinha nesta sociedade os reis gozando de toda benéfica que está sociedade podia lhes trazer, em seguida os sacerdotes, depois os nobres que após o reis também viviam das benéficas da sociedade, depois o povo aqueles que trabalhavam e sustentavam está sociedade, e raramente atendido com justiça, e ainda por último o escravo que não tinha nem um direito nesta sociedade. E não era discutido nada pois para isto criou-se os deuses que haviam feito desta forma e esta forma era indiscutível pelo menos para os reis sacerdotes e nobres que eram os beneficiários principais de tudo isto, o povo embora gemesse sobre o fardo, não havia ninguém para socorre-lo, pois nem os deuses estavam do seu lado. Então ou se submetiam ou morriam pois não lhes restava nem uma outra alternativa.

Os pensadores que analisavam tudo a partir dos deuses e seus senso crítico começavam a indagar-se o porquê deste contrato social?
Um homem nasce tem uma só vida uma única passagem sobre a terra um dia ficaria velho e morreria, então porque um era o rei com toda benéfica deste contrato social e o outro nascia escravo, sem nem um direito neste contrato social e morreria um dia, sem nem direito de uma apresentação diante dos deuses?
Não fora os deuses que fizeram os reis e também os escravos? E por que não deram aos dois o mesmo direito?

Partindo deste  pensamento os filósofos começavam a contestar os deuses e isto era uma blasfêmia para o povo da época ou pelo menos para os reis, sacerdotes e nobre, pois o povo comum não é muito ligado aos deuses a não ser as mulheres e isto é uma coisa que passei muito tempo pra entender porque as mulheres são mais religiosas que o homem e é claro que a sociedade de hoje mudou bastante dando oportunidades iguais para quase todos, mais as mulheres ser mais religiosas está em seu DNA, o homem nasce com o compromisso de fazer uma família, enquanto a mulher espera seu príncipe encantado e libertador este é o ensinamento constantiniano tirou vantagem nisto e hoje temos uma religião que através da mulher submete os homens a seu jugo.

Bem hoje há mais oportunidade para o homem que naquele tempo, pois naquele tempo em que vivíamos grandes movimentos comerciais com grandes poderes estabelecidos dificilmente mudava-se de um escravo para um nobre, pois um escravo estava marcado por seus senhores e ninguém entraria em briga com outrem por causa de um escravo, e se este fugisse de seu senhor logo seria morto ou preso e devolvido e não estou falando aqui de escravo negro e sim de escravo branco pois a primeira escravidão foi feito sobre os povos vencidos e podia ser negro ou branco.


E foi neste princípio de sociedade que surgiram os grandes pensadores, que já não viam a natureza apenas como algo que um deus havia colocado ali, mas a astronomia havia conquistado seu espaço entre os filósofos como Tales de Mileto, que já dizia que a chuva era obra da natureza e não de um deus assim como verão e inverno também não era obra de um deus, as vezes penso qual seria a linha de pensamento que seguiria os filósofos se Charles Dawins tivesse introduzido sua teoria neste tempo?
Mas aqui vamos falar da linha de pensamento dos filósofos partindo dos deuses pois muito tipo de explicação tentou-se dar sobre a injustiça cometida neste contrato social...


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