XIV PARTE
LIBERDADE E LIBERTINAGEM!
Platão não foi de modo algum um filósofo que não acreditava nos deuses, mais ele via de forma diferente os deuses, por isto apesar de ser taxado como um filósofo dogmático na verdade ele não foi, mas não fez frente aos dogmáticos da época pois era difícil fazer frente aos poderes que viviam deitado sobre o deleite dos dogmas.
E deleitando-se dos dogmas estavam em primeiro lugar os reis depois os sacerdotes em seguida os nobres.
Era indiscutível estes dogmas pois eles foram impostos pelos deuses e beneficiava uma hierarquia muito bem constituída e se ninguém reclamava tudo estava muito bem, mas os filósofos começavam a fazer frente a este poder incontestável.
Platão sem confrontar os deuses criou o
mundo físico e o mundo das ideias, ou seja, um era a justiça dos deuses feita
para este mundo físico e outro era a justiça dos deuses para o mundo das
ideias, ou mundo espiritual, e criou uma alegoria que chamou-se o mundo da
caverna, ou seja, os homens amarrados na caverna como já falamos sem poder
olhar para traz vendo só as sombras que passavam na parede.
E tudo que Platão buscava era igualdade de justiça para todos mais como confrontar os senhores do poder que beneficiavam-se dos dogmas que estavam voltada para seus benefícios.
E tudo que Platão buscava era igualdade de justiça para todos mais como confrontar os senhores do poder que beneficiavam-se dos dogmas que estavam voltada para seus benefícios.
E no mundo das ideias ficou mais fácil
para Platão pregar a justiça em igualdade para todos pois ele acabou tornando
místico não oferecendo mais perigos aos nobres e sacerdotes.
E assim Platão falou sem perigo de dissenção da divisão entre “Liberdade e Opressão”
E assim Platão falou sem perigo de dissenção da divisão entre “Liberdade e Opressão”
Segundo Platão o ponto de ligação entre a
liberdade e a opressão é a lei, pois a lei torna o escravo um ser humano, e o
nobre um responsável...

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