XX
PARTE
LIBERDADE E LIBERTINAGEM!
Neste capítulo vou falar de Aristóteles, como já falei não tinha dificuldade de falar que a justiça não vinha dos deuses e por isto criou o chamado livre arbítrio, mas vamos começar pelos pensamentos de Aristóteles que nada tinha a haver com o misticismo da filosofia anterior.
Aristóteles foi discípulo de Platão que recebeu de Platão o conhecimento místico do mundo das ideias, mas nunca compartilhou deste conhecimento pois era menos espiritualista e ensinava voltado para o material, ou seja, baseava seus ensinamento no mundo material, ele não compartilhava da ideia que os corpos materiais são sombra do mundo perfeito, mais que o mundo perfeito estava aqui mesmo, pois não cabia aos deuses a perfeição e sim a natureza e Aristóteles foi rejeitado pela escola de Platão.
Logo que o rei Felipe II assumiu toda Grécia pois fim as Polis (cidades) e acabou com os reinos das cidades passando ao princípio Helenístico. Felipe II vindo da Macedônia dominou toda Grécia sendo amigo de Aristóteles ofereceu-lhe a cidade de Atenas para governar, mais Aristóteles rejeitou esta honra, e pediu para fazer ali sua escola. Preste atenção os filósofos foram perseguidos e falaram e filosofaram sobre justiça com grande dificuldade de manifestação, pois estavam sobre a vigília constante dos sacerdotes senhores dos deuses e únicas autoridade usada pelos deusas para falar sobre a justiça dos deuses, segundo eles mesmo, e Sócrates foi condenado a morte tendo o direito de escolher como devia morrer, apenas por desafiar os deuses e atrever-se a falar de justiça blasfemando ao confrontar os deuses e escolheu tomar cicuta.
Platão seu aluno também filosofou sobre grande pressão tendo vivo em sua mente a condenação de seu mestre Sócrates, criou o mundo das ideias para fugir do debates com os sacerdotes de Atenas que não aceitavam de modo algum a intromissão dos filósofos na justiça dos seus deuses e já provaram do que eram capaz ao condenar a morte Sócrates seu mestre, mais agora estava ali Aristóteles um homem mais considerado pelo rei Felipe II que os próprios sacerdotes dos templos e sem ter medo de nada logo expôs, a justiça vinda dos homens para os homens pois está no homem o livre arbítrio, ou seja, somos livre para fazer o errado e também o certo, então a justiça não pode vir dos deuses mais dos homens para o homem, para os que fazem o bem, o bem da lei e para os que obram o mal o mal da lei. Mais Aristóteles partiu da ideia do mundo introduzindo a física e matemática, além de seguir os princípio de Tales direcionando os fenômenos a uma obra da natureza e não dos deuses, pois por terra o mundo das ideias e direcionou os fatos ao princípio da razão...
Neste capítulo vou falar de Aristóteles, como já falei não tinha dificuldade de falar que a justiça não vinha dos deuses e por isto criou o chamado livre arbítrio, mas vamos começar pelos pensamentos de Aristóteles que nada tinha a haver com o misticismo da filosofia anterior.
Aristóteles foi discípulo de Platão que recebeu de Platão o conhecimento místico do mundo das ideias, mas nunca compartilhou deste conhecimento pois era menos espiritualista e ensinava voltado para o material, ou seja, baseava seus ensinamento no mundo material, ele não compartilhava da ideia que os corpos materiais são sombra do mundo perfeito, mais que o mundo perfeito estava aqui mesmo, pois não cabia aos deuses a perfeição e sim a natureza e Aristóteles foi rejeitado pela escola de Platão.
Logo que o rei Felipe II assumiu toda Grécia pois fim as Polis (cidades) e acabou com os reinos das cidades passando ao princípio Helenístico. Felipe II vindo da Macedônia dominou toda Grécia sendo amigo de Aristóteles ofereceu-lhe a cidade de Atenas para governar, mais Aristóteles rejeitou esta honra, e pediu para fazer ali sua escola. Preste atenção os filósofos foram perseguidos e falaram e filosofaram sobre justiça com grande dificuldade de manifestação, pois estavam sobre a vigília constante dos sacerdotes senhores dos deuses e únicas autoridade usada pelos deusas para falar sobre a justiça dos deuses, segundo eles mesmo, e Sócrates foi condenado a morte tendo o direito de escolher como devia morrer, apenas por desafiar os deuses e atrever-se a falar de justiça blasfemando ao confrontar os deuses e escolheu tomar cicuta.
Platão seu aluno também filosofou sobre grande pressão tendo vivo em sua mente a condenação de seu mestre Sócrates, criou o mundo das ideias para fugir do debates com os sacerdotes de Atenas que não aceitavam de modo algum a intromissão dos filósofos na justiça dos seus deuses e já provaram do que eram capaz ao condenar a morte Sócrates seu mestre, mais agora estava ali Aristóteles um homem mais considerado pelo rei Felipe II que os próprios sacerdotes dos templos e sem ter medo de nada logo expôs, a justiça vinda dos homens para os homens pois está no homem o livre arbítrio, ou seja, somos livre para fazer o errado e também o certo, então a justiça não pode vir dos deuses mais dos homens para o homem, para os que fazem o bem, o bem da lei e para os que obram o mal o mal da lei. Mais Aristóteles partiu da ideia do mundo introduzindo a física e matemática, além de seguir os princípio de Tales direcionando os fenômenos a uma obra da natureza e não dos deuses, pois por terra o mundo das ideias e direcionou os fatos ao princípio da razão...

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