domingo, 31 de julho de 2016




                                         XXV PARTE

              LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Além do epicurismo, outras religiões também saíram da filosofia grega principalmente depois da morte de Platão o homem mais místico da filosofia grega cuja filosofia mística fez com que Cicero falasse que Platão era seu deus e sua forma mística de comunicação com o mundo das ideias que era um mundo perfeito, mais alto que o nosso, ou seja, (o céu disseminado pela igreja católica mais tarde), e isto fez com que muitos de seus alunos  viessem a disseminar sua filosofia como religiões e  estas religiões estava também o estoicismo.
         O ESTOICISMO.
O estoicismo não teve um fundador em particular como o epicurismo, pois o estoicismo nasceu do pórtico de Stoa local de Atenas onde se reunia seus seguidores que era feita por uma casta de filósofos, defensores da ideia do Pneuma que era o princípio da alma.
A doutrina estoica se constitui progressivamente pelas contribuições sucessivas dos três primeiros chefes da escola: Zenão de Cício (322 a.C.  262 a.C.), que depois de ter sido discípulo de Crates, fundou a escola cerca de 300 a.C.; Cleanto de Assos (312-232) e Crisipo (227-204 a.C.). O Estoicismo médio é representado essencialmente por Panécio (180-110) e Possidônio (135-51), que tiveram o grande mérito histórico de introduzir o estoicismo em Roma. O novo estoicismo se desenvolveu em Roma sob o império e está ligado a três grandes nomes: Sêneca (0-65 d.C.), Epitecto, um escravo, (50-125 d.C.) e o imperadores Adriano, e Marco Aurélio (121-180).  Segundo o estoico sendo a razão aquilo por meio do que o homem torna-se livre e feliz, o homem sábio não apreende o seu verdadeiro bem nos objetos externos, mas bem usando estes objetos através de uma sabedoria pela qual não se deixa escravizar pelas paixões e pelas coisas externas, ou coisas mundanas do dia a dia que não deixa o homem entregar-se a meditação, ou seja, as paixões insanas são humanas, e a meditação vem de um deus ou é parte dele e isto é que nos torna sereno e feliz. 
 A ética estoica defende uma perspectiva determinista com relação àqueles que não têm a virtude estoica, Cleanto uma vez opinou que o homem ímpio é "como um cão amarrado a uma carroça, obrigado a ir para onde ela vai", já um estoico de virtude, por sua vez, alteraria a sua vontade para se adequar ao mundo e permanecer, nas palavras de Epicteto, "doente e ainda feliz, em perigo e ainda assim feliz, morrendo e ainda assim feliz no exílio e feliz, na desgraça e feliz”, assim afirmando um desejo individual "completamente autônomo", e ao mesmo tempo, um universo que é "um todo rigidamente determinista". 

Os estoicos criam na conformidade do corpo com a natureza para encontrar a sabedoria. E para encontrar tudo isto o homem tem que andar em retidão livre dos vícios. O homem sábio é feliz mesmo na doença na dor no sofrimento na escravidão, pois isto não são males, e sim indiferenças e o mau é infeliz mesmo na riqueza. O homem precisa aceitar o destino, esta foi a primeira religião a aplicar a filosofia como um todo, (ou o que entenderam da filosofia) não criam que deus fazia o destino, mas que ele era o próprio destino e que o universo era ligado através do logus e tudo regido por deus.  Aqui nasceu 20% do catolicismo tirando do cristianismo grego seus princípios...

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