sábado, 30 de julho de 2016



                           XXXV PARTE
        LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Um reino não é um Império, pois um reino depende apenas de um povo com seus deuses e suas vontades com seus ritos religiosos, os impérios dependem de povos e costumes diferente um de outros.  Quando Ciro dominou vários reinos teve estas dificuldades, de povos diferentes sobre seu domínio com deuses totalmente diferente uns dos outros e fanatismo de povos diferente e pior uns muitas vezes consideravam os deuses dos outros deuses de mal, ou seja o que para uns eram deuses para outros eram demônios, e isto tornava mais difícil de governar e todos os outros reinos anteriores não conseguiram chegar a um império e sim destruíram os reinos vencidos. Alguns reinos já haviam adicionado reinos aos seus mais não lograram êxito nestas jornada pela dificuldade de submeter os povos embaixo de novas leis e por não querer dividir com seus reinos seus sistemas de leis e seus deuses.                                                                              
Ciro ao vencer estes reinos resolve submeter estes reinos ao seu fazendo assim um grande império. Mas para isto teve que fazer concessão aceitando as leis de seus subordinado e dando liberdade de culto aos vencidos, fazendo leis para adaptar a vida dos estrangeiros em seu reino, como já falamos Ciro era homem com muita fé nos deuses tendo como sacerdote e adivinho do reino Zoroastro um mago da doutrina hinduísta que foi o que trouxe o espiritismo as religiões gregas e esta foi a vantagem de Ciro sobre os demais reinos anteriores que tentaram dominar e submeter os outros reinos o imperador Ciro introduziu a doutrina espírita nos sistemas religiosos de época e este costume era uma nova formula de ver os deuses como deuses espiritas que não tinha uma manifestação material mais tinha uma manifestação espiritual um costume adaptado por todos que se submeteram a suas doutrinas o espiritismo hindu ou pentecostal chamado pela igreja de Constantino.
Foi Zoroastro que dizendo-se profeta de um deus apregoou o juízo final, o messias, e fomentador do monoteísmo além da espiritualidade dos deuses pois segundo ele fora inspirado por um deus e tudo isto foi levado para doutrina filosófica grega de justiça com um deus de justiça apregoado por Sócrates, chegou-se as religiões espiritualista do amor e tudo isto alternado com as doutrinas dos despojamento do homem apregoado pelos cínicos chegou-se as religiões católicas de Constantino embora esta fora construída em sangue e mentira de um deus judeu mais toda espiritualidade e despojamento do homem natural vem das religiões cínicas e daí ao catolicismo

Mais na verdade ela tem seu princípio hinduísta e trazido aos europeus por Zoroastro, adaptado pelos filósofos estoicos, Cínicos e as outras religiões filosófica grega, é bom lembrar aqui que o filosofo e matemático Pitágoras foi aluno de Zoroastro, e suas escola filosóficas pregavam a doutrinas de Zoroastro e a justiça, até chegar no catolicismo de Constantino, mas  Ciro na verdade mudou os sistemas governamentais e religioso de sua época e com engenharias modernizou as cidades trazendo aos cidadão sistemas de esgotos e por sua benevolência logrou êxito em seu grande império, mais seus filhos não tiveram a mesma firmeza e respeito com seus súditos e aos poucos seu reino  caiu nas discórdias e também fracassou, não em seu tempo mais nos tempos de seus filhos netos.                                                                                                                
Ciro o grande deixou seu legado para os homens de sua época para conquistar os vencidos temos que ainda fazer concepções, pois não podemos apenas impor nossas vontades a nosso adversários mas respeitar as tradições e os deuses dos vencidos pois do contrária vamos atrair a ira de nossos subordinados e este fora o segredo de Ciro e seu grande império.

Nenhum comentário:

Postar um comentário