domingo, 31 de julho de 2016



                          XXIV PARTE

        LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Queremos falar aqui de como se tirou a justiça da mão dos deuses para passar este poder a mão dos homens. Mas não sem antes falarmos nas mudanças de adorações dos deuses até que Constantino acampou tudo em um deus e fez disto seu grande comércio. Constantino ao chegar com seu exército, viu Roma presa em brigas religiosas pois havia vários deuses e vários seguimento religioso, desde os mais rígidos aos mais libertinos os que cultuavam e primavam pela moral, aos que cultuavam sexo livre e tudo isto eles tiraram das palavras obscuras dos filósofos gregos, das palavras dos livres pensadores fez-se os livres libertinos cujas igrejas eram verdadeiras orgias, e desta mesma filosofia tínhamos religiões com princípios rígidos de disciplinas.
As religiões mais conhecida de época eram o epicurismo, estoicismo, cinismo, ecletismo, ceticismo e outras diversas religiões. O epicurismo era a busca da paz e tranquilidade, era o homem resistir as privações com sabedoria da alma para encontrar a felicidade e a busca do prazer.
Doutrina epicurista!
Epicuro nasceu em Samos por volta de -341 desta era, de pais ateniense.

Ensinou em Mileto e em Lampsaco, tendo se transferido para Atenas em -307 a -306 desta era. Lá adquiriu uma ampla casa com jardim que iria sediar sua escola, logo ficou conhecida por “Jardim de Epicureo”. Nele mestres e discípulos viviam comunitariamente em tranquila reclusão, mas a busca do prazer propagada por Epicureo  arrastou após si a luxuria das doutrinas sacerdotais dos templos e levou esta religião para a busca do sexo explícito, os epicúreos criam que todo universo era feito de átomo e de vazios e que o encontro dos átomos com nossos corpos nos proporcionava o livre arbítrio e que de toda natureza emana os átomos e seu encontro com o corpo humano, torna a realidade Aprazível e produz em nós as ideias, como vê suas doutrinas nasceram das doutrinas obscuras da filosofia grega, e principalmente do espirito de luxuria de seu mestre Epicureo cuja o templo estava mais para um cabaré de amigos que para um templo de adoração aos deuses, embora neste tempo era normal deuses que representavam a luxúria ...

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