XXIV PARTE
LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Queremos falar aqui de como se
tirou a justiça da mão dos deuses para passar este poder a mão dos homens. Mas
não sem antes falarmos nas mudanças de adorações dos deuses até que Constantino
acampou tudo em um deus e fez disto seu grande comércio. Constantino ao chegar
com seu exército, viu Roma presa em brigas religiosas pois havia vários deuses
e vários seguimento religioso, desde os mais rígidos aos mais libertinos os que
cultuavam e primavam pela moral, aos que cultuavam sexo livre e tudo isto eles
tiraram das palavras obscuras dos filósofos gregos, das palavras dos livres
pensadores fez-se os livres libertinos cujas igrejas eram verdadeiras orgias, e
desta mesma filosofia tínhamos religiões com princípios rígidos de disciplinas.
As religiões mais conhecida de
época eram o epicurismo, estoicismo, cinismo, ecletismo, ceticismo e outras
diversas religiões. O epicurismo era a busca da paz e tranquilidade, era o
homem resistir as privações com sabedoria da alma para encontrar a felicidade e
a busca do prazer.
Doutrina epicurista!
Epicuro nasceu em Samos por volta de -341 desta era, de pais
ateniense.
Ensinou em Mileto e em Lampsaco, tendo se transferido para
Atenas em -307 a -306 desta era. Lá adquiriu uma ampla casa com jardim que iria
sediar sua escola, logo ficou conhecida por “Jardim de Epicureo”. Nele mestres
e discípulos viviam comunitariamente em tranquila reclusão, mas a busca do
prazer propagada por Epicureo arrastou
após si a luxuria das doutrinas sacerdotais dos templos e levou esta religião
para a busca do sexo explícito, os epicúreos criam que todo universo era feito
de átomo e de vazios e que o encontro dos átomos com nossos corpos nos
proporcionava o livre arbítrio e que de toda natureza emana os átomos e seu
encontro com o corpo humano, torna a realidade Aprazível e produz em nós as ideias,
como vê suas doutrinas nasceram das doutrinas obscuras da filosofia grega, e
principalmente do espirito de luxuria de seu mestre Epicureo cuja o templo
estava mais para um cabaré de amigos que para um templo de adoração aos deuses,
embora neste tempo era normal deuses que representavam a luxúria ...

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