XXXVII PARTE
LIBERDADE
E LIBERTINAGEM
Tenho em mim uma ideia diferente dos impérios do passado pois
lendo a história vejo de verdade três grandes impérios ocidentais o império
persa, o Macedônio de Alexandre e o império romano, mas seguindo a história
temos que começar pelo império babilônico embora na verdade a Babilônia não
fora um império e sim um reino que dominou e trucidou outros reinos ou na
verdade nem foram reinos já que o poder babilônico limitou-se à povos aldeões
como os cananeus, israelitas e judaicos e algumas outras aldeia da região da
palestina o único reino de verdade que eles enfrentaram na época foram os
egípcios e não lograram êxito em sua busca por conquista no Egito, mas a
Babilônia fora um grande reino de época sendo vencido pelos persas de Ciro e
terminou desaparecendo como reino.
A Babilônia era um dos reinos da Suméria que submeteu outros
reinos ao seu e lhes cobrava tributo mas não tomava parte em assuntos de seu
povo por isto a ideia de império babilônoco no passado, mas se analisarmos
deste ponto de vista teríamos que considerar a Suméria também como império, já
que tinha sobre seu domínio cidades estados e falarmos da Babilônia falta nos
parte da história destruída por Alexandre (O Grande) acho que seria o grande
destruidor de cultura, diferente de seus antecessores e seu professor Aristóteles
que cultuavam as culturas dos povos ele em uma noite de bebedeira destruiu
milhares de anos de cultura e religiosidade de vários povos em uma biblioteca e
hoje nossa
história está deturpada e
até nossa religião cristã poderia ter outro rumo se esta biblioteca não tivesse
sido destruída pois ali estava todo princípio e verdade do zoroastrismo e hoje
o que sabemos é o que foi salvo nas bibliotecas gregas já mistificada nas
doutrinas das filosofia gregas, pois também a biblioteca de Alexandria foi destruída
pelo arcebispo romano Teodósio, e muitos outros imperadores por mando da igreja
Romana também queimaram a maioria das escrita da filosofia grega, e é por isto
que coloquei o título de meus comentários de “Liberdade e libertinagem”. Pois
muitas coisas que a história tem por lutas e por liberdade estava mais para
libertinagem e ninguém ousou condena-las.
Depois de outra conquista como
a de Alexandre macedônio um rei do princípio helenístico, que também fora um
reino muito famoso da história, mas que também tenho minha restrição sobre ele
embora não tenho nem uma intenção de discutir a história só acho-me no direito
de comentar no mesmo instante que não sou alguém com qualquer autoridade de
mudar a história, mas para se trazer a história de Ciro a Roma é preciso passar
por Alexandre da Macedônia.
No ano
334 anterior a esta era, o exército de Alexandre cruzou o Helesponto com
aproximadamente 46 000 soldados de infantaria, 6 000 na cavalaria e uma frota
de 136 navios com tripulação de 35 000 homens, seus soldados eram, em sua
maioria, macedônios, mas também tinham milhares de gregos de diversas cidades-estados,
muitos mercenários e tropas conseguidas da Trácia, Peônia e Ilíria. Alexandre
era um homem carismático e determinado por isto conquistou logo a confiança de
seu exército ao entrar em terras Persas fincou sua lança em solo asiático gritou
para seus soldados
-Aceitaremos a Ásia como
um presente dos deuses! Isso também
mostrava sua vontade de lutar, ao contrário de seu pai que preferia usar de diplomacia com
seus inimigos.
O primeiro grande confronto com
os persas aconteceu na batalha do Grânico, a 24 de Daisio (8 de abril de 334 antes desta
era), Alexandre derrotou seus adversários e aceitou a rendição de Sardis,
a capital da província local, partindo dali pela costa de Jônia, garantindo a autonomia das cidades da região, cercou a cidade de Mileto principal
foco de resistência persa, foi cercada e conquistada depois segui para o sul
estava Helicarnasso, em Cária, onde fez um prolongado cerco,
Alexandre forçou a rendição das tropas persas, capturando o líder mercenário
local e forçando a fuga do sátrapa de Cária, Orontobates, Alexandre
deixou no poder na região uma membra da dinastia hecatômnia a princesa Ada, que seria adotada por ele.
Partindo de Halicarnasso,
Alexandre foi até as montanhas da Lícia e daí para as planícies de Panfília, assumindo o controle de
todas as cidades costeiras na Ásia menor, negando aos persas o uso dos seus
portos para atracar suas galés de guerra como base. Depois da Panfília e de
suas costas marítimas, Alexandre moveu-se terra a dentro indo até Termesso, depois
avançou sobre a cidade de Pissídia, antiga cidade de Górdio, Nesta
cidade Alexandre foi desafiado a desfazer o famoso Nó de Górdio um nó que
ninguém tinha conseguido desmanchar até aquele dia, e diziam que por uma
profecia havia sido revelado que um futuro rei da Pérsia o desmancharia ai
Alexandre desembainhou a espada e cortou o nó acabando de vez com a lenda.
Segundo os historiadores Alexandre falou que não importava a forma que seria
desfeito o nó o importante era desmancha-los.
Na primavera do ano 333 anterior
a esta era, Alexandre cruzou de Tauro até a Cilícia, mas Alexandre por motivo de doença teve que parar
por um breve tempo até tratar-se depois marchou para Síria ao encontrar-se novamente com Dario III este tinha um novo exército bem maior que o primeiro que flanqueou os
macedônios, forçando Alexandre a recuar de volta a Cilícia e ali os dois se enfrentaram em batalha em
Isso, que resultou em uma importante
vitória para Alexandre, Dario III fugiu às pressas, levando ao colapso de suas
forças, deixando para trás uma enorme quantidade de tesouros, sua esposa, suas
duas filhas e sua mãe Sisigambis.
O rei persa então propôs
um tratado de paz que incluía a entrega aos
macedônios todos os territórios que eles já haviam conquistado e um resgate de
10 000 talentos por sua família. Alexandre respondeu que agora ele era o
rei da Ásia e que apenas ele decidiria as divisões territoriais. Alexandre
prosseguiu para conquistar a Síria e a costa da região do Levante e no ano seguinte no ano 332 antes da era juliana, ele cercou a
cidade de Tiro (atual Líbano), e após um longo e difícil sítio ele forçou a submissão da região, Alexandre não mostrou piedade
com a cidade, matando todos os homens em idade militar e vendendo as mulheres e
crianças como escravos.
Este fora Alexandre com um
domínio meteórico sobre toda Macedônia, Grécia, parte da Arábia, Egito chegando
a Ásia sem nunca perder uma batalha enfrentando levantes e acabou caindo em uma
emboscada de um Rajá da Índia vindo a óbito na Babilônia, deixando seu exército
dividido e perseguindo seus herdeiros e matando-os para não tê-los no futuro
como reclamante de seus tronos nos territórios conquistado por ele, Alexandre
deixou cidades portuárias chamadas de Alexandria, que incrementou o comércio no
mundo de então, fez bibliotecas onde juntou o conhecimento do mundo matemática,
física, astronomia, e medicina, estes livros por se referir a dádivas de
diversos deuses conforme a fé de seus autores foram queimado junto com a
biblioteca de Alexandria pelo Arce Bispo católico Teófilo destruindo assim mais
de meio milhões de livros da história e conhecimento dos homens do passado, e
toda história da religiosidade de um povo ficou destruída achando-se partes
para juntar-se a história. Mas Alexandre religiosamente era Estoico das
doutrinas espírita de Zoroastro, conhecida como doutrina zoroastristas,
adaptado pela igreja católica no mito de pentecoste. Alexandre não destruiu
religiões, mas as cidades que não se submeteram a sua vontade destruiu. Enquanto
isto em Roma levantava-se uma das maiores forças que o mundo conheceu até os
dias de hoje, os legionários romanos...

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