sábado, 30 de julho de 2016


                               XXXVII PARTE

           LIBERDADE E LIBERTINAGEM

Tenho em mim uma ideia diferente dos impérios do passado pois lendo a história vejo de verdade três grandes impérios ocidentais o império persa, o Macedônio de Alexandre e o império romano, mas seguindo a história temos que começar pelo império babilônico embora na verdade a Babilônia não fora um império e sim um reino que dominou e trucidou outros reinos ou na verdade nem foram reinos já que o poder babilônico limitou-se à povos aldeões como os cananeus, israelitas e judaicos e algumas outras aldeia da região da palestina o único reino de verdade que eles enfrentaram na época foram os egípcios e não lograram êxito em sua busca por conquista no Egito, mas a Babilônia fora um grande reino de época sendo vencido pelos persas de Ciro e terminou desaparecendo como reino.
A Babilônia era um dos reinos da Suméria que submeteu outros reinos ao seu e lhes cobrava tributo mas não tomava parte em assuntos de seu povo por isto a ideia de império babilônoco no passado, mas se analisarmos deste ponto de vista teríamos que considerar a Suméria também como império, já que tinha sobre seu domínio cidades estados e falarmos da Babilônia falta nos parte da história destruída por Alexandre (O Grande) acho que seria o grande destruidor de cultura, diferente de seus antecessores e seu professor Aristóteles que cultuavam as culturas dos povos ele em uma noite de bebedeira destruiu milhares de anos de cultura e religiosidade de vários povos em uma biblioteca e hoje nossa
 história está deturpada e até nossa religião cristã poderia ter outro rumo se esta biblioteca não tivesse sido destruída pois ali estava todo princípio e verdade do zoroastrismo e hoje o que sabemos é o que foi salvo nas bibliotecas gregas já mistificada nas doutrinas das filosofia gregas, pois também a biblioteca de Alexandria foi destruída pelo arcebispo romano Teodósio, e muitos outros imperadores por mando da igreja Romana também queimaram a maioria das escrita da filosofia grega, e é por isto que coloquei o título de meus comentários de “Liberdade e libertinagem”. Pois muitas coisas que a história tem por lutas e por liberdade estava mais para libertinagem e ninguém ousou condena-las.
Depois de outra conquista como a de Alexandre macedônio um rei do princípio helenístico, que também fora um reino muito famoso da história, mas que também tenho minha restrição sobre ele embora não tenho nem uma intenção de discutir a história só acho-me no direito de comentar no mesmo instante que não sou alguém com qualquer autoridade de mudar a história, mas para se trazer a história de Ciro a Roma é preciso passar por Alexandre da Macedônia.
No ano 334 anterior a esta era, o exército de Alexandre cruzou o Helesponto com aproximadamente 46 000 soldados de infantaria, 6 000 na cavalaria e uma frota de 136 navios com tripulação de 35 000 homens, seus soldados eram, em sua maioria, macedônios, mas também tinham milhares de gregos de diversas cidades-estados, muitos mercenários e tropas conseguidas da TráciaPeônia e Ilíria. Alexandre era um homem carismático e determinado por isto conquistou logo a confiança de seu exército ao entrar em terras Persas fincou sua lança em solo asiático gritou para seus soldados
-Aceitaremos a Ásia como um presente dos deuses!  Isso também mostrava sua vontade de lutar, ao contrário de  seu pai que preferia usar de diplomacia com seus inimigos.
O primeiro grande confronto com os persas aconteceu na batalha do Grânico, a 24 de Daisio (8 de abril de 334 antes desta era), Alexandre derrotou seus adversários e aceitou a rendição de Sardis, a capital da província local, partindo dali  pela costa de Jônia, garantindo a autonomia das cidades da região, cercou a cidade de Mileto principal foco de resistência persa, foi cercada e conquistada depois segui para o sul estava Helicarnasso, em Cária, onde fez um prolongado cerco, Alexandre forçou a rendição das tropas persas, capturando o líder mercenário local e forçando a fuga do sátrapa de Cária, Orontobates, Alexandre deixou no poder na região uma membra da dinastia hecatômnia a princesa Ada, que seria adotada por ele.
Partindo de Halicarnasso, Alexandre foi até as montanhas da Lícia e daí para as planícies de Panfília, assumindo o controle de todas as cidades costeiras na Ásia menor, negando aos persas o uso dos seus portos para atracar suas galés de guerra como base. Depois da Panfília e de suas costas marítimas, Alexandre moveu-se terra a dentro indo até Termesso, depois avançou sobre a cidade de Pissídia, antiga cidade de Górdio, Nesta cidade Alexandre foi desafiado a desfazer o famoso Nó de Górdio um nó que ninguém tinha conseguido desmanchar até aquele dia, e diziam que por uma profecia havia sido revelado que um futuro rei da Pérsia o desmancharia ai Alexandre desembainhou a espada e cortou o nó acabando de vez com a lenda. Segundo os historiadores Alexandre falou que não importava a forma que seria desfeito o nó o importante era desmancha-los.
Na primavera do ano 333 anterior a esta era, Alexandre cruzou de Tauro até a Cilícia, mas  Alexandre por motivo de doença teve que parar por um breve tempo até tratar-se depois marchou para  Síria ao encontrar-se novamente com Dario III este tinha um novo exército bem maior que o primeiro que flanqueou os macedônios, forçando Alexandre a recuar de volta a Cilícia  e ali os dois se enfrentaram em batalha em Isso, que resultou em uma importante vitória para Alexandre, Dario III fugiu às pressas, levando ao colapso de suas forças, deixando para trás uma enorme quantidade de tesouros, sua esposa, suas duas filhas e sua mãe Sisigambis.        
O rei persa então propôs um tratado de paz que incluía a entrega aos macedônios todos os territórios que eles já haviam conquistado e um resgate de 10 000 talentos por sua família. Alexandre respondeu que agora ele era o rei da Ásia e que apenas ele decidiria as divisões territoriais. Alexandre prosseguiu para conquistar a Síria e a costa da região do Levante e no ano seguinte no ano 332 antes da era juliana, ele cercou a cidade de Tiro (atual Líbano), e após um longo e difícil sítio ele forçou a submissão da região, Alexandre não mostrou piedade com a cidade, matando todos os homens em idade militar e vendendo as mulheres e crianças como escravos.

Este fora Alexandre com um domínio meteórico sobre toda Macedônia, Grécia, parte da Arábia, Egito chegando a Ásia sem nunca perder uma batalha enfrentando levantes e acabou caindo em uma emboscada de um Rajá da Índia vindo a óbito na Babilônia, deixando seu exército dividido e perseguindo seus herdeiros e matando-os para não tê-los no futuro como reclamante de seus tronos nos territórios conquistado por ele, Alexandre deixou cidades portuárias chamadas de Alexandria, que incrementou o comércio no mundo de então, fez bibliotecas onde juntou o conhecimento do mundo matemática, física, astronomia, e medicina, estes livros por se referir a dádivas de diversos deuses conforme a fé de seus autores foram queimado junto com a biblioteca de Alexandria pelo Arce Bispo católico Teófilo destruindo assim mais de meio milhões de livros da história e conhecimento dos homens do passado, e toda história da religiosidade de um povo ficou destruída achando-se partes para juntar-se a história. Mas Alexandre religiosamente era Estoico das doutrinas espírita de Zoroastro, conhecida como doutrina zoroastristas, adaptado pela igreja católica no mito de pentecoste. Alexandre não destruiu religiões, mas as cidades que não se submeteram a sua vontade destruiu. Enquanto isto em Roma levantava-se uma das maiores forças que o mundo conheceu até os dias de hoje, os legionários romanos...

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