sábado, 30 de julho de 2016



                                 XXXVI PARTE

             LIBERDADE E LIBERTINAGEM

O Mar Mediterrâneo para as civilizações antigas foi de valor inestimável, pois as civilizações tiveram no mar mediterrâneo todo seu avanço cultural e econômico e foi em torno do mar mediterrâneo que desenvolveu toda nossa civilização ocidental, sua economia e suas religiões viveram em torno deste mar, nada do que somos hoje culturalmente e economicamente, deixa de ter sua passagem no Mar Mediterrâneo, mesmo as culturas religiosa que vieram de outros centros foi ali em volta do Mar Mediterrâneo que adaptou-se e prosperou e muitas civilizações desenvolveu-se ali e deixaram para nós seus legados, científico, religioso            
Começando pelos fenícios que foram os primeiros povos a usarem o mar mediterrâneo como comércio e desenvolveram a astronomia criando escolas universais, deixaram para o mundo sua escrita adaptado pelos gregos com poucas modificações ou acréscimo, foram senhores do mar seus comércios de madeira cruzou todo mar mediterrâneo chegando ao atlântico, dizem os que querem tirar dos espanhóis e portugueses as grandes conquista marítimas que os fenício chegaram as Américas, mas este conto não tem nem uma comprovação científica, assim como eles também não estavam preparados para atravessar o oceano atlântico  e chegar aqui e voltar novamente.
Os fenícios influenciaram de maneira marcante outras civilizações de grande importância dentro da história. Quando a Grécia clássica saiu de sua Idade Negra sentiu o efeito do comércio marítimo dos fenícios no Egeu. Quando a belíssima civilização Minoana surgia em Creta, por volta de 2000 AC, os fenícios já estavam bem estabelecidos como grandes comerciantes marítimos no Mar Mediterrâneo, seus portais trabalhado em madeiras de cedro do Líbano e ouro ainda faz parte de portais clássico no mundo inteiro isto depois de mais de 2000 anos de seu desaparecimento a Fenícia teve grande domínio sobre o Mar Mediterrâneo, sob a grande pirâmide no Egito, havia dois barcos de cedro enterrados, datados de 2550 AC (aproximadamente). Este fora um presente fenício ao faraó do Egito.

Homero, ao compor seus trabalhos, por volta de 800 AC, casualmente contou em sua Odisseia, que os navios fenícios iam para oeste, saindo de Creta para Pylos e a leste para Sidon.
Essa observação foi corroborada por Tucídides, que comentou que, os primeiros colonos gregos que chegaram à Sicília em 734 AC encontraram entrepostos comerciais fenícios já estabelecidos na ilha, quando os romanos libertaram-se dos reis etruscos em 509 AC, primeiro declaram-se uma república e logo a seguir assinaram um tratado de comércio com os fenícios, muito certamente para lucrar também com o comércio e poder e crescer com isto.


Mas os fenício não fizeram impérios pois seu único interesse com outros povos era o comercial, seu governos dividiam-se “Sufetas” que eram sempre abeis comerciantes e políticos que não entravam também em questão religiosas embora os fenícios tinham em Baal seu deus de culto não entravam em questão religiosas com seus parceiros comerciais. As grandes cidades da Fenícia foram, Ugaret, Gebal, Sídon, Biblos, Tiro e Cartago, eram suas cidades portuárias que atraiam comerciantes de toda região mediterrânea, e foi através do comércio que desenvolveu-se este povo e toda cultura da época sendo que todo desenvolvimento cultural até hoje tem suas raízes neste tempo, habilidade comercial, navegações, descobrimentos tudo isto partiu da cultura e habilidade dos povos fenícios os fenícios desapareceram, mas deixaram entre nós seus legados para sempre...

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