segunda-feira, 1 de agosto de 2016




                                VI PARTE

         LIBERDADE E LIBERTINAGEM

Quando os filósofos viram que a inteligência dos cidadão estava presa no homem animal Sócrates fez uma parábola como se o homem vivesse ainda na caverna, e sua filosofia mostrava o mundo que tu vê e o mundo que é, chamou a isto de mundo das ideias e o mundo real. E Sócrates chegou à conclusão que um era a capacidade de discernimento do rei, do sacerdote e do homem comum, ou seja, o sistema e outra era a visão deturpada do homem comum que é influenciado pelo sistema a achar que tudo que vê é assim mesmo e nada pode  mudar o sistema que vive.

     Mais a capacidade de discernimento do Filósofo ou do homem que saiu da caverna era diferente da que era vista pelo homem comum e seu sistema, uma coisa é tu estar preso na sombra das coisas e outra é tu ver diretamente o objeto perfeito, ou seja, a visão de quem tem dinheiro sobrando não é a mesma de quem passa necessidade, mais o pensador é aquele que consegue analisar as duas situações e julgar entre os dois, ninguém pode julgar um homem sem que conheça seu próprio eu e a verdade de quem será julgado por ele, mais para que tu possa julgar alguém tem que analisar também a quem este alguém possa fazer mal, pois se o sábio analisar as sombras nunca terá juízo da verdade, nem pode ser sábio, e sim sombra de juízo.

Temos o juízo de quem está preso na caverna, que julga algo imperfeito por sua imperfeição, aquilo que não é perfeito isto não é belo, mais se tu sair da caverna tua visão não é da sombra e sim do que é belo, e só o homem imperfeito vê as coisas com imperfeição, para que tu veja as coisas perfeita tens que fazer o uso da razão, pois só o homem que faz uso da razão pode ser sábio e só os sábios podem julgar com justiça nem um homem imperfeito, pode julgar com justiça pois seu entendimento é uma sombra do que é perfeito, e tudo que os filósofos buscavam no mundo das ideias era a diferença entre a justiça e a injustiça, a justiça só é perfeita no dia que for igual para todos, e tu só podes ver a justiça como ela é, no dia que tu veres ela perfeitamente como é enquanto a justiça for apenas uma sombra na caverna, tu não consegues ver realmente justiça.

O homem normal está amarrado em costumes e não usa a razão para ver a justiça mas tateia nas sombras da cavernas seguindo os costumes, usar a razão é ser sábio, e usar a razão é sair da sombra e ver as coisas na luz da verdade. Até hj ainda não entendo porque a lei é representada com um venda nos olhos, se o cego não vê nem as sombras e para que tu possa fazer um juízo de verdade é preciso que esteja atento a todos os detalhes, pois o bandido não é um homem normal, ele tem naturalmente desvio de conduta que não passará despercebido a um olhar atento. Este era o mundo que a filosofia tentava por luz no passado, onde o bandido era os senhores da lei e quem trabalhava era morto sem defesa de ninguém! 


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