quarta-feira, 15 de março de 2017




                  
                 XXIX PARTE
      LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Bem toda doutrina católica é tirada das religiões greco-romanas e estas por sua vez nasceram das filosofias gregas e tudo que a filosofia buscava era justiça para todos e isto não se fez em um dia, pois a filosofia no começo caminhava muito devagar em sua linha de pensamento, isto por causa da escassez de filósofos e também pelos combates dos sacerdotes a filosofia, pois um dos primeiros filósofos a falar de justiça foi Pitágoras, aliás, foi Pitágoras que deu o nome filósofos aos pensadores.
Pitágoras nascido nos anos 590 a 579 AC era natural de Samos uma ilha do Dodecaneso na Anatólia, Grécia, foi um dos fundadores da Magna Grécia na Península Itálica que denomina hoje o sul da Itália até a ilha da Sicília naquele tempo Siracusa, que era pertencente aos Cartagineses dos povos fenícios, fez ali sua escola. Trouxe para seus princípios religiosos os ensinamentos de Zoroastro profeta e sacerdote hindu e deus de Ciro “O Grande” e segundo alguns Pitágoras fora até na Índia onde os encantos dos deuses faziam com que até as florestas se movessem e trouxe de lá seus princípios espirita de ver os deuses, também aprendeu matemática em Mileto com seu mestre Tales.
E por sua luta por justiça acabou sendo queimados com sua escola por seus inimigos políticos, estes eram quase sempre o fim dos filósofos, por seus pensamentos e lutas por justiça. Quando a Igreja católica através de Constantino assume o cristianismo no quarto século, ou seja, nos anos 326 desta era as escolas teológicas com todo seguimento do cristianismo já estavam em plena atividade a mais de 600 anos então as religiões não eram algo novo e todos estes doutores adaptado pela igreja católica nada tem a haver com este catolicismo de um Jesus de Nazaré que está ai. A verdade que todos os doutores adaptados pela igreja católica do primeiro, segundo e terceiro séculos eram estoicos ou cínicos, não esqueçam que os imperadores Adriano e Marco Antônio eram estoicos e o imperador Adriano era seguidor de Apolônio.
A fábula contada de que Paulo ao entrar em Damasco viu um clarão e que este Jesus falou pra ele Saulo, Saulo porque me persegues? Isto saiu do mito contado sobre o imperador Adriano, estes mitos saiam dos púlpitos das igrejas, através dos ensinamentos sofistas para os oradores da época cujo único propósito era cativar a massa em favor dos seus heróis, contava-se que o imperador Adriano ficou revoltado pela desobediência do povo de Tiana, cidade Natal de Apolônio e ia destruí-la, quando Apolônio lhe apareceu como uma luz no céu e falou. –Adriano não atente contra meu povo, e deste mito surgiu o mito de Paulo.                                                                                                             Como vê os Romanos eram dados a fantasmas, pois eles também veneravam os mortos e criam na imortalidade da alma coisa que os judeus não criam e ainda não creem até hoje.
E Constantino ao entrar em Roma teve uma dura derrota na ponte Mílvia e por saber que este povo venerava a cruz como símbolo de todas as religiões nascida da filosofia grega e que estes eram predominantes em Roma fez uma cruz em seu escudo e mandou que seus soldados pusessem em seus escudos e espalhou um boato entre os romanos que tinha recebido um sinal dos deuses que com esta cruz ele venceria e o povo que estava sobre pressão dos reis que de vez em quando se revoltavam contra os cristãos e os matavam não perderam tempo voltando-se a favor de Constantino e até muitos soldados romanos mudaram de lado, pois estes soldados já eram cristãos, é preciso que se diga aqui que até neste tempo ninguém tinha ouvido falar de um cristo judeu e sim em um cristianismo puramente greco-romano e o único herói reconhecido além dos filósofos era Apolônio o médico Grego.


              
                                     
                   
                     XXX PARTE
    LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Antes de começarmos a falar do princípio da lei de proteção a sociedade humana, quero falar ainda da confusão causada pelo cristianismo romano para tirar da filosofia grega o direito ao cristianismo, mais é bom que se fale aqui a grande diferença entre cristianismo e judaísmo.
  1°) O judaísmo não crê e nem ensina a ressurreição dos mortos, pois para os judeus seu deus vai voltar quando eles exterminarem todos os gentios uma espécie de aplicação nazista feita por Hitler, a doutrina do juízo final em um grande juízo é uma doutrina egípcia e adaptado pelos gregos e mais tarde pelos romanos até chegar nos cristão, que foram os grandes propagadores do juízo final e não de um juízo feito por um cristo isto é criação romana feita no concílio de Niceia.  
 2°) Batismo não é uma doutrina judaica em nem um dos livros judaico fala-se em batismo em agua este é um costume Hindu praticado no rio Ganges transportado para algumas religiões filosófica gregas chegando em Roma.
 3º) Os judeus não dividiam-se em religiões como os romanos eles eram conservadores então nunca existiu entre este povo diversas religiões como afirma o testamento romano dividindo aquele povo em Fariseus, Saduceus e Zelotes como suas escrituras. A verdade que aquele povo acreditava em um deus, tinha um templo como a maioria dos povos, mais com uma diferença eles adoravam em seu templo um único deus, e não se dividiam em religiões, pois eram povos aldeãos da Síria, ou seja, toda Judéia era só uma aldeia da Síria e não tinham reis e muito menos um governador romano como erraram os escritores romanos ao escrever em concordância com o mito de Marcos e nunca foram divididos em religiões como afirma os livros do novo testamento de Constantino.                                                                                         
As religiões na mão dos fanáticos e sofistas segue o caminho da submissão aos poderes um dos ensinamentos foi o caminho da humildade que é muito próprio dos poderes tentam submeter pela força, mas não dando certo aplicam o caminho da humildade, mas isto só para os oprimidos os opressores não tem nem um compromisso com a humildade ou com os humildes, mais a humildade é o melhor jeito de submeter os povos sem dificuldade, pois um povo humilde não reclama, não cria problema, não oferece resistência e se acredita em um deus é mais submisso ainda, pois põem sua confiança em um deus e chora suas magoas em silêncio que é tudo que os poderes precisam para cometerem injustiça, pois o povo espera em um deus fiscal que julgará tudo no grande juízo final e para os senhores dos poderes ainda resta o direito de pedir perdão antes de morrer e tudo fica muito bem e fazem seus crimes sem nem um peso de consciência.                                                                                
 Mas se partirmos do princípio de que somos uma evolução e sobrevivente de um mundo, cheios de feras, mais preparadas que nós para enfrentar a concorrência, vamos chegar à seguinte conclusão, não foi com humildade que chegamos até os dias de hoje, pois para sobreviver tivemos que enfrentar as feras e nos mostrarmos mais forte que eles embora não éramos, mais os vencemos com astúcia, coragem e um pouco de alto confiança, ou seja, arrogância.                        
Então a arrogância está em nossa genética e sem ela não chegaríamos aqui e pode ter certeza nem um humano humilde conseguiu passar sua genética no passado à geração seguinte apenas os corajosos astutos sobreviveram, nós somos a geração de um povo corajoso, arrogante e indomável, então os poderes sempre apelaram para a humildade de um povo que não tem isto em sua genética, será que este deus não sabia de onde vínhamos? Ou era arrogante demais para importar-se conosco?                                                                                                                        O Livro do tal Paulo romano é uma luta constante para impor isto aos religiosos, se você ler seus livros vai entender do que falamos, pois o livro do tal Paulo aos romanos é um ensinamento ao cumprimento da lei com humildade ensinando a ser humilde, mais também em vantagem ensinava a conhecer e obedecer às leis, mais o mesmo Paulo, escrevera aos Gálatas, exortando-os a não obedecerem a lei então os romanos deviam obedecer a lei mais os Gálatas não, também ensinou humildade aos Éfeso mais a Timóteo um de seus bispo ensinou a ser malicioso não confiar em fieis religiosos, então o mesmo espírito que operava humildade em um operava malícia no outro e pior este outro era um chefe de igreja. 
Se buscarmos ler com atenção o livro dos cristãos católico vamos encontrar muitas contradições e também muitos contos que vão ser verdadeiros contos de fada, além das ameaças aos que não crerem para um pensador que lê com atenção vai chegar à conclusão que este deus, ou é um desiquilibrado mental, ou simplesmente não existe mesmo.                                                                                                                   1°) determinou que todos os gentios fossem mortos até que só restasse, o seu povo na terra.                                                                           2°) Profetizou a seu povo abundancia de viveres e nunca conseguiu isto, o povo Israelita na verdade desapareceu há muito tempo restando deste povo apenas uma tribo de Judá e nem mesmo a tribo de Judá conseguiu sobreviver, pois os romanos acabaram com eles e só voltaram a juntar-se pelos cristão católicos, pois Constantino  ao passar a eles o cristianismo greco-romano acabou trazendo sobre eles a piedade dos cristão e com a humildade dos cristãos este povo tornou-se senhor da Europa e os cristãos seus vassalos.
Quanto ao Jesus de Nazaré que é um mito contado por Marcos aproximadamente nos anos 180 a 200 desta era segundo o livro de Marcos ele não ressuscitou quem fez sua ressurreição foi o concílio de Nicéia e ainda criaram um credo pelo qual submeteram todas as religiões gregas da época. E este foi o credo criado pela igreja católica.                          “Creio em deus pai todo poderoso criador do céu e da terra, creio em Jesus Cristo filho unigênito de deus, nascido da virgem Maria, padeceu sobre o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado ressuscitou ao terceiro dia conforme as escritura, subiu ao céu e está assentado ao lado direito de deus pai donde há de vir julgar os vivos e os mortos, creio no espirito santo, na santa igreja católica, na comunhão dos santos, na ressurreição da carne, na vida eterna amem!”                                                                                                  Este credo foi criado para impor ao cristianismo greco-romano e quem não se submeteu foi queimado em fogueira com algum sacerdote que matavam e rezavam pelas almas dos cristãos greco-romanos queimados pela religião católica de Constantino foram a número bem maior que os crucificados pelos imperadores romanos uma verdadeira carnificina covarde com agravante matavam e rezavam pelas almas dos mortos, uma forma covarde sem nem um senso de justiça, ao contrário guardavam estar fazendo justiça em nome de um deus, um verdadeiro rito macabro e tudo porque queriam o nome cristão para si. Uma coisa imitada pela própria máfia siciliana, e hoje pintam de bons moços apenas porque a sociedade lhes tirou o poder... 
 




                     XXXI PARTE
     LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Estas foram algumas das principais religiões saídas da religião grega que deu origem ao catolicismo de Constantino, e estes são uns dos principais ensinamentos dos senhores da igreja católica de Constantino, mas o que queremos falar é do princípio da lei e o senso de justiça entre os homens e como se tirou a lei da mão dos sacerdotes para passar a homens e tribunais.
Nós seres humanos não temos um princípio organizado de vida com um deus soprando em nós o espirito de vida como dizem as religiões, nós na verdade como todos outros animais somos uma evolução que foi mudando vagarosamente até chegarmos ao que somos hoje e nossa mudança segue o ambiente que vivíamos e cada característica em nós tem atrás de si uma história de adaptação e evolução e cada vez que a natureza nos pôs em desvantagem a mesma natureza colaborou nos dando adaptações para que pudéssemos sobreviver e nós seres humanos também contribuímos nos juntando em grupos para que pudéssemos sobreviver a nossos inimigos naturais as feras.
Se olharmos outros animais que vivem em grupos descobrimos que eles sempre têm uma forma de comunicação Exemplo: Os cães da pradaria se comunicam por grunhidos e os pesquisadores com aparelhos que identificam o som descobriram mais de 2000 linguagens do cão da pradaria então o homem usou o som e fez dela sua linguagem e também o cão da pradaria fez o mesmo, mais o homem teve muitas outras vantagens que o cão da pradaria ou qualquer outro animal não tinha o homem tem a mão que pode usar uma arma como uma extensão do braço e ainda uma última vantagem que nem um animal desenvolveu ainda o homem é bípede, ou anda em duas pernas e isto lhe dá a vantagem sobre todos os outros animais ele pode carregar coisas nos braços enquanto se locomove de um lado para outro.
Tem uma visão diferente das coisas em relação a outros animais o homem desenvolveu o raciocínio, assim como a águia desenvolveu a visão e o urso desenvolveu o faro, nós paramos para meditar como conseguiríamos fazer as coisas mais fáceis para depois fazermos este foi o princípio de nosso raciocínio, nós desenvolvemos o raciocínio assim que começamos a caçar, pois assim como somos, não somos páreo para presa e nem para os predadores então começamos a raciocinar e só tínhamos uma coisa que podia nos levar a ser caçador, nossa capacidade de raciocínio. Bem tendo independência entre as mãos e as pernas e podendo locomover-se com as pernas enquanto a mão exerce outra função isto faz com que nos tornamos um predador mais perigoso que os outros predadores.
Não sei quem passou para o homem que só nos tornamos humano quando desenvolvemos a música e desenhamos, pois ao contrário só desenvolvemos a música por sermos humano e o desenho tu vê uma criança logo que se coloca um papel e um lápis em sua mão ele começa a desenhar, ser artista não é isto ser artista é raciocinar e arte é ciência e não dotes de alguém que desenha e nós humanos ao desenvolvermos as primeiras armas de defesa já éramos artista ou cientista que no grego é a mesma palavra. E assim foi o surgimento do ser humano uma criatura diferente dos outros animais era um animal que andava muito rápido com um estilo diferente de locomoção, pois andava em pé era rápido e na floresta difícil de ser visto pelos demais animais pela sua velocidade e seu corpo esguio.
E estas foram algumas das nossas vantagens em relação a nossa caça e até aos predadores e assim fomos aos poucos nos desenvolvendo  em grupo entre bestas feras e também as caças que eram farta e quando começava ficar escassa, mudávamos de um lado para outro levando conosco todos nossos pertences e família então tornamo-nos nômades na terra viajando atrás das caças para suprir nossas necessidades em grupos e claro com uma organização que pusesse ordem no grupo. 





                          XXXII PARTE
      LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Bom desde o princípio de nossa vida como humanoides, tivemos alguma vantagem sobre outros primatas, desenvolvemos a razão e com o desenvolvimento da razão tivemos a percepção que devíamos andar em um bom grupo para sobrevivermos, e não seria possível um bom grupo de macho se alguns ficassem solteiros sem o mesmo direito a uma fêmea, ou a sua família, então passamos a construir famílias, ou seja, cada macho teria sua fêmea e cada fêmea seu macho assim ninguém ficaria solteiro neste grupo, este foi o princípio da família um sistema humano que não se vê em nem outro animal, apenas algumas aves formam casais como o homem e isto só por alguns tempos quando criam filhotes depois vai cada um para seu lado.
Mas o ser humano começou a criar família e cada casal a sua própria família e neste tempo éramos caçadores com muita dificuldade criávamos nossas famílias mudando-nos constantemente para onde as caças iam, e até ali toda lei do homem era o respeito ao casal e sua família e os seres humanos protegiam-se mutuamente e quando atacado por qualquer fera logo o bando contra atacavam como verdadeiras feras e isto criava o amor mútuo entre eles que hj dizem vir de um deus mais isto vem da razão e a necessidade da preservação da espécie também protegia seus doentes e idosos mais uma coisa vinda do uso da razão e está em nosso DNA e não em espírito pois foi assim que sobrevivemos entre animais bem mais preparado que nós pra sobreviver e foi esta luta que fez esta união tão intensa nos humanoides.                            
Seria bom que o homem desse mais valor a nossos antepassados antes de crer que um deus lhes deu tudo de mão beijada, até o amor mutuo entre eles pois daríamos mais valor a nosso passado heroico e não estaríamos sendo escravo de cães e gatos, um ato ridículo praticado pelo ser humano atual, se nossos antepassado visse o que fazem os homens escravos de animais de hoje morreriam de vergonha nós perdemos na doutrina perversa de Constantino e por 2000 anos nos pois de joelhos diante de um deus que nunca passou aqui e pior escravo de seu povo e hoje escravo de animais por incentivo de pet schopin, e dizer que fomos um povo valente corajoso astuto que vencemos todo tipo de fera e por amor de um para outros muitos foram até o sacrifícios contra as feras.
As mudanças constantes de um lado para outro era sofrível para o bando e principalmente com muitas mortes no grupo isto nos levava à  um sentimento de tristeza e saudade dentro de nós que com o uso da razão começávamos a perguntar qual o fim das vidas de nossos antes queridos e começávamos ainda ai a fazermos uma ligação entre este mundo e um mundo desconhecido, mais nossas vidas que era muito movimentada andando de um lado para outro não nos deixava tempo para criarmos uma cultura pós morte estava apenas em nossos sentimentos humanos e não em uma prática cultural, um de nossos primeiros ritos para nossos mortos foi enterra-los, este rito deve ter vindo da tentativa de impedir que as feras comecem os corpos de seus ante queridos e ao deixar seus mortos começou-se uma despedida ritualista.
Foi quando o homem fixou-se na terra que se começou definitivamente a adoração dos deuses. Ao fixar-se na terra o homem precisou de lei que se orientasse a sociedade e neste tempo não havia lei de proteção de toda sociedade as primeiras leis era voltada a lei dos mais fortes, ou seja, o homem mais forte dominava sobre o grupo e os mais fracos se submetiam as leis dos mais fortes embora houvesse leis naturais imutáveis entre os homens e neste tempo os homens ainda estavam voltados as suas preocupações principal as feras e ainda eram caçadores embora houvessem fixado se na terra até nestes primeiros tempos só as mulheres cuidavam do cultivo da terra e alguns homens começavam a ser pastores buscando do mato e dos campos animais fáceis de serem domesticados.
A própria agricultura não começou de um dia para outro, pois no começo o homem tinha dificuldade para achar a época certa do plantio e foi observando os astros que o homem chegou às quatro estações do ano e pelas estações o plantio na época certa, depois de achar a época do plantio e a época da colheita o homem tornou-se definitivamente agricultor, mais os astros levaram o homem a aproximar-se mais de seus deuses e assim o homem tornou-se místico de vez. Não foi um deus que guiou o homem até ele mais a astronomia que levou o homem a crer em um deus, pois a morte com o uso da razão despertou no homem um sentimento místico e a astronomia fomentou este misticismo e por isto tudo no homem termina em 12. As 3 Marias no cinturão de Órion também deu origem a muitas lendas com três.
Pois uma das ciências mais velha do homem é a astronomia confundida com astrologia que a formula mística que os homens viram os astros no passado enquanto uns estudavam as estações épocas das colheitas e das chuvas como a época do plantio outros viam nos astros os benefícios dos deuses através dos astros e isto prova que o homem desde os primórdios tempos buscavam uma entidade superior que lhe protegesse, já que o homem vivia em torno de proteção e protegido desde seus primeiros passos na terra até o dia de hoje...







                           XXXIII PARTE
       LIBERDADE E LIBERTINAGEM!
As primeiras civilizações formadas ao fixar-se na terra, também tiveram que fazer leis, mas como já falamos as primeiras leis não protegiam a todos somente os mais fortes e aos poucos foram escravizando uns e protegendo outros chegando a escravidão conforme a sofisticação da sociedade, no princípio começávamos o  domínio do mais forte mais com o passar do tempo organizou-se guardas para os que mandavam nos grupos e com as guardas veio o princípio do estado e com a formação do estado acabou-se o poder do mais forte passando ao poder dos mais astutos e os mais astutos criaram deuses para valorizar seus governos ou reinos, com sacerdotes que apostavam que os deuses tinham dado a este rei ou a esta família real o governo de então.
E assim tivemos os primeiros reinos de homem na terra e por suas astúcias cercavam-se de deuses que lhes dava autoridade para governar sobre os demais e para mostrar o quanto poder tinham investidos pelos deuses faziam sacrifícios e matavam até homens mulheres e criança para submeter pelo medo seus súditos seus reinos muitas vezes era verdadeiro reinos de terror e tudo isto faziam para impor temor ao povo, os primeiros reinos na terra foram feitos por governos macabros como temos alguns ainda até os dias de hoje e sempre atrás de um reino de terror existe um deus terrorista que no caso não é seu deus e sim seus sacerdotes, já que todos estes deuses nada mais é que crendice do povo, pois nunca um destes deuses apresentou-se a qualquer um que seja embora todos dizem ter alguém que recebera destes deuses um ensinamento direto para que este passasse ao povo.
Embora nem um deles tenham mostrado qualquer coisa que possa provar seus contatos com estes deuses, mas ele sabe que por natureza se insistir nisto logo encontrará adepto que creia no que falou, pois a massa está havida por proteção, e assim o homem descobriu que a formula melhor que tem de submeter às massas e sobre a sombra de um deus, pois o povo é supersticioso e tem necessidade de alguém que o proteja já que viver de proteção está em seu DNA e os reinos em nome da proteção dos deuses aos homens, submetiam a massa até a morte, e para manter o homem sobre seu poder criavam mitos em volta destes deuses e transformavam seus mitos em rituais nos templos de seus deuses.
E assim quanto maior a sociedade mais leis eram necessário para submeter seus cidadãos pela complexidade dos reinos, já que um rei não tinha só a necessidade de cuidar do plantio, ou de sua guarda mais também de diversas outras coisas conforme a complexidade de seu reino então o rei dividiu com os sacerdotes o cuidado do reino e já que cabia aos sacerdotes dizer aos homens o que estava certo ou errado diante dos deuses, também coube a eles na maioria dos reinos o cuidado com a lei, e foi ai que a lei começava a beneficiar também os sacerdotes então tínhamos no reino leis que protegiam os reis e os sacerdotes e com o passar do tempo os nobres que saiam da família dos reis ou de alguém que prestara grande serviço ao rei e este tipo de nobre geralmente morria com a morte do rei pois este mesmo antes de morrer passava ordem a seus servos que matassem seus protegidos talvez para não deixar como um peso a seu substituto.
Na verdade muitas civilizações levantaram-se e desapareceram na terra antes que a história começasse a gravar em livros nossa passagem na terra e hoje à arqueologia tem achado civilizações que nem história guardada tem, ou seja, não há como ligar está civilização a qualquer povo na terra e qual sua cultura ninguém consegue desvendar a não ser por lugares que parecem templos com lugar de sacrifícios e alguma escrita muito confusa ainda. No entanto sabemos que, onde há templo ali houve sacrifício a algum deus ou a vários deuses.
E assim tivemos diversos reinos e com eles as histórias de suas deusas e uma das principais histórias destes deuses fazia referência a terra onde morava ligavam aquela terra ao poder de um deus (que antes de mudar-se para o céu que era a visão direta do homem comum tinham deixado esta terra a família real) e as leis dos sacerdotes vinha ligada a estes deuses e que geralmente por mérito de algum herói humano do passado tinham deixado esta terra aos homens.
Geralmente estes heróis do passado ainda eram parentes do rei que estava no poder, e os heróis da Grécia não eram algo singular eles foram repetições de outros e outros reinos sem se saber diretamente onde nascera a lenda original, pois a escrita de então vinha das lendas repetida em ritual nos templos mesmo antes das escritas e com a escrita as lendas foram levadas de um povo a outro através de barcos mercantis de então e passando pela Grécia muitos foram reproduzidos no grego facilitando sua leitura no mundo de então...




                 XXXIV PARTE
   LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Uma das primeiras leis feita para o homem que se tem conhecimento é “A lei de Amurab” esta lei foi feita pelo rei da Babilônia, Amurab o próprio rei que deu nome à lei e esta lei era olho por olho dente por dente vida por vida, mas muitos não concordam com este sistema de justiça e sabe por quê? Porque o homem justo foi dominado pelo injusto e é preciso fazer-se lei para proteger o injusto e não o justo, pois o justo geralmente não reclama e na grande maioria espera em um deus de justiça.
 Mas antes de falarmos sobre isto é preciso falar do fim dos reinos do passado para surgir os grandes impérios que era o poder de alguém sobre diversos reinos.                                                                         Ouve muitos imperadores no passado que ultrapassaram seus reinos acampando a seu comando os reinos próximos tornando seu reino em um império.  Mas isto foi feito por grandes homens com ideais e engenharias que ultrapassava seus tempos, e com grandes estratégicas militares eram em si grandes líderes e nunca um grande rei começou sozinho um império mais sim com reis anteriores que fizeram grandes organizações em seu reino para depois seus filhos ou netos fazerem com estratégias militares grandes impérios.
  Vamos falar aqui de alguns deles começando por Ciro “O Grande” Imperador persa, seu império estendeu-se do norte da África até a Ásia, mas antes vamos falar de como começaram os persas, pois este povo vivia em um lugar sem água e para buscar água viviam andando constantemente de um lado para outro para trazer água a seu povo até que um homem chamado Longanni que era um adivinho da tribo (e isto por sua prática em achar água, como se vê que o misticismo seguia sempre onde o homem achava que devia algo aos  deuses) e tinha prática de achar água e  resolveu trazer as águas de distantes lugares para ali abrindo canais e cavando túneis até que a água chegou em abundancia nestas terras áridas e isto trouxe para este lugar muitos povos crendo que só os deuses podiam fazer isto, pois as aguas não vieram de rios mais tirada do meio dos rochedos com escavações e túneis fizeram esta agua chegar até a Pérsia.
É preciso que se diga aqui que no passado um fato que causasse espanto atraia a atenção da massa e acabava tornando-se um fato místico, ou seja, uma obra como a que os persas fizeram logo foi tratado como obra dos deuses e isto atraia a massa em grande quantidade e este povo mais que dobrou de tamanho em poucos tempos e foram atraído para ali pedreiros, carpinteiros, ferreiros  ourives e gente com ouro para trazer avanço para este lugar, então esta obra atraiu capital e poder a este povo, mas a riqueza também atraia cobiça e este povo caiu na mão dos Medos um reino mais ao norte da Pérsia, ou onde está localizado o Iraque. E este povo teve grande influência ao reino persa que se tornou um povo militarmente bem organizado.
Da região do golfo pérsico onde Ciro estabeleceu sua cidade foi de onde ele partiu para conquistar os Medos, Lídios e Babilônico chegando ao Egito, Ciro criou um grande reino, ou o reino Aquemênida, era muito religioso e dado a adivinhos e deuses mais fez da Pérsia uma grande potência militar tornando-a um grande império diria que deveres foi o primeiro grande império do passado.  Tendo sobre seus domínios diversos números de soldados e funcionários públicos tinham como grande aliado os fenícios mestres dos mares, que prepararam a marinha persa tornando assim uma força militar em terra e mar Ciro governou sobre três continente sendo o primeiro e único reino de verdade a reinar sobre três continentes África, Ásia e Europa, mais o governo sobre tantas etnias foi a grande derrocada deste império.





                      XXXV PARTE
        LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Um reino não é um Império, pois um reino depende apenas de um povo com seus deuses e suas vontades com seus ritos religiosos, os impérios dependem de povos e costumes diferente um de outros.  Quando Ciro dominou vários reinos teve estas dificuldades, de povos diferentes sobre seu domínio com deuses totalmente diferente uns dos outros e fanatismo de povos diferente e pior uns muitas vezes consideravam os deuses dos outros deuses de mal, ou seja, o que para uns eram deuses para outros eram demônios, e isto tornava mais difícil de governar e todos os outros reinos anteriores não conseguiram chegar a um império e sim destruíram os reinos vencidos. Alguns reinos já haviam adicionado reinos aos seus mais não lograram êxito nestas jornadas pela dificuldade de submeter os povos embaixo de novas leis e por não querer dividir com seus reinos seus sistemas de leis e seus deuses                                                                              
Ciro ao vencer estes reinos resolve submeter estes reinos ao seu fazendo assim um grande império. Mas para isto teve que fazer concessão aceitando as leis e deuses de seus subordinados e dando liberdade de culto aos vencidos, fazendo leis para adaptar a vida dos estrangeiros em seu reino, como já falamos Ciro era homem com muita fé nos deuses tendo como sacerdote e adivinho do reino Zoroastro um mago da doutrina hinduísta que foi o que trouxe o espiritismo as religiões gregas e esta foi a vantagem de Ciro sobre os demais reinos anteriores que tentaram dominar e submeter os outros reinos o imperador Ciro introduziu a doutrina espírita nos sistemas religiosos de época e este costume era uma nova formula de ver os deuses como deuses espiritas que não tinha uma manifestação material mais tinha uma manifestação espiritual um costume adaptado por todos que se submeteram a suas doutrinas o espiritismo hindu ou pentecostal chamado pela igreja de Constantino séculos depois.
Foi Zoroastro que se dizendo profeta de um deus apregoou o juízo final, o messias, e fomentador do monoteísmo além da espiritualidade dos deuses, pois segundo ele fora inspirado por um deus e tudo isto foi levado para doutrina filosófica grega de justiça com um deus de justiça apregoado por Sócrates, chegou-se as religiões espiritualista do amor e tudo isto alternado com as doutrinas dos despojamentos do homem apregoado pelos cínicos chegou-se as religiões católicas de Constantino embora esta fosse construída em sangue e mentira de um deus judeu mais toda espiritualidade e despojamento do homem natural vem das religiões cínicas e daí ao catolicismo.
Mais na verdade ela tem seu princípio hinduísta e trazido aos europeus por Zoroastro, adaptado pelos filósofos estoicos, Cínicos e as outras religiões filosófica grega, é bom lembrar aqui que o filosofo e matemático Pitágoras foi aluno de Zoroastro, e suas escola filosóficas pregavam a doutrinas de Zoroastro e a justiça, até chegar no catolicismo de Constantino, mas  Ciro na verdade mudou os sistemas governamentais e religioso de sua época e com engenharias modernizou as cidades trazendo aos cidadão sistemas de esgotos e por sua benevolência logrou êxito em seu grande império, mais seus filhos não tiveram a mesma firmeza e respeito com seus súditos e aos poucos seu reino  caiu nas discórdias e também fracassou, não em seu tempo mais nos tempos de seus filhos e netos.                                                                                                                 Ciro o grande deixou seu legado para os homens de sua época para conquistar os vencidos temos que ainda fazer concepções, pois não podemos apenas impor nossas vontades a nossos adversários, mas respeitar as tradições e os deuses dos vencidos, pois do contrária vamos atrair a ira de nossos subordinados e este fora o segredo de Ciro e seu grande império.





                XXXVI PARTE
    LIBERDADE E LIBERTINAGEM
O Mar Mediterrâneo para as civilizações antigas foi de valor inestimável, pois as civilizações tiveram no mar mediterrâneo todo seu avanço cultural e econômico e foi em torno do mar mediterrâneo que desenvolveu toda nossa civilização ocidental, sua economia e suas religiões viveram em torno deste mar, nada do que somos hoje culturalmente e economicamente, deixa de ter sua passagem no Mar Mediterrâneo, mesmo as culturas religiosa que vieram de outros centros foi ali em volta do Mar Mediterrâneo que adaptou-se e prosperou e muitas civilizações desenvolveu-se ali e deixaram para nós seus legados, científico, religioso            
Começando pelos fenícios que foram os primeiros povos a usarem o mar mediterrâneo como comércio e desenvolveram a astronomia criando escolas universais, deixaram para o mundo sua escrita adaptado pelos gregos com poucas modificações ou acréscimo, foram senhores do mar seus comércios de madeira cruzou todo mar mediterrâneo chegando ao atlântico, dizem os que querem tirar dos espanhóis e portugueses as grandes conquista marítimas que os fenício chegaram as Américas, mas este conto não tem nem uma comprovação científica, assim como eles também não estavam preparados para atravessar o oceano atlântico  e chegar aqui e voltar novamente.
Os fenícios influenciaram de maneira marcante outras civilizações de grande importância dentro da história. Quando a Grécia clássica saiu de sua Idade Negra sentiu o efeito do comércio marítimo dos fenícios no Egeu. Quando a belíssima civilização Minoana surgia em Creta, por volta de 2000 AC, os fenícios já estavam bem estabelecidos como grandes comerciantes marítimos no Mar Mediterrâneo, seus portais trabalhado em madeiras de cedro do Líbano e ouro ainda faz parte de portais clássicos no mundo inteiro isto depois de mais de 2000 anos de seu desaparecimento a Fenícia teve grande domínio sobre o Mar Mediterrâneo, sob a grande pirâmide no Egito, havia dois barcos de cedro enterrados, datados de 2550 AC (aproximadamente). Este fora um presente fenício ao faraó do Egito.

Homero, ao compor seus trabalhos, por volta de 800 AC, casualmente contou em sua Odisseia, que os navios fenícios iam para oeste, saindo de Creta para Pylos e a leste para Sidon.
Essa observação foi corroborada por Tucídides, que comentou que, os primeiros colonos gregos que chegaram à Sicília em 734 AC encontraram entrepostos comerciais fenícios já estabelecidos na ilha, quando os romanos libertaram-se dos reis etruscos em 509 AC, primeiro declara-se uma república e logo a seguir assinaram um tratado de comércio com os fenícios, muito certamente para lucrar também com o comércio e poder e crescer com isto.

Mas os fenício não fizeram impérios pois seu único interesse com outros povos era o comercial, seu governos dividiam-se “Sufetas” que eram sempre abeis comerciantes e políticos que não entravam também em questão religiosas embora os fenícios tinham em Baal seu deus de culto não entravam em questão religiosas com seus parceiros comerciais. As grandes cidades da Fenícia foram, Ugaret, Gebal, Sídon, Biblos, Tiro e Cartago, eram suas cidades portuárias que atraiam comerciantes de toda região mediterrânea, e foi através do comércio que desenvolveu-se este povo e toda cultura da época sendo que todo desenvolvimento cultural até hoje tem suas raízes neste tempo, habilidade comercial, navegações, descobrimentos tudo isto partiu da cultura e habilidade dos povos fenícios os fenícios desapareceram, mas deixaram entre nós seus legados para sempre...







                       XXXVII PARTE
       LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Tenho em mim uma ideia diferente dos impérios do passado, pois lendo a história vejo de verdade três grandes impérios ocidentais o império persa, o Macedônio de Alexandre e o império romano, mas seguindo a história temos que começar pelo império babilônico embora na verdade a Babilônia não fora um império e sim um reino que dominou e trucidou outros reinos ou na verdade nem foram reinos já que o poder babilônico limitou-se à povos aldeões como os cananeus, israelitas e judaicos e algumas outras aldeia da região da palestina o único reino de verdade que eles enfrentaram na época foram os egípcios e não lograram êxito em sua busca por conquista no Egito, mas a Babilônia fora um grande reino de época sendo vencido pelos persas de Ciro e terminou desaparecendo como reino.
A Babilônia era um dos reinos da Suméria que submeteu outros reinos ao seu e lhes cobrava tributo mas não tomava parte em assuntos de seu povo por isto a ideia de império babilônico no passado, mas se analisarmos deste ponto de vista teríamos que considerar a Suméria também como império, já que tinha sobre seu domínio cidades estados e falarmos da Babilônia falta nos parte da história destruída por Alexandre (O Grande) acho que seria o grande destruidor de cultura, diferente de seus antecessores e seu professor Aristóteles que cultuavam as culturas dos povos ele em uma noite de bebedeira destruiu milhares de anos de cultura e religiosidade de vários povos em uma biblioteca e hoje.
Nossa história está deturpada e até nossa religião cristã poderia ter outro rumo se esta biblioteca não tivesse sido destruída, pois ali estava todo princípio e verdade do zoroastrismo e hoje o que sabemos é o que foi salvo nas bibliotecas gregas já mistificadas nas doutrinas das filosofias gregas, pois também a biblioteca de Alexandria foi destruída pelo arcebispo romano Teodósio, e muitos outros imperadores por mando da igreja Romana também queimaram a maioria das escritas da filosofia grega, e é por isto que coloquei o título de meus comentários de “Liberdade e libertinagem”. Pois muitas coisas que a história tem por lutas e por liberdade estava mais para libertinagem e ninguém ousou condena-las.
Depois de outra conquista como a de Alexandre macedônio um rei do princípio helenístico, que também fora um reino muito famoso da história, mas que também tenho minha restrição sobre ele embora não tenho nem uma intenção de discutir a história só acho-me no direito de comentar no mesmo instante que não sou alguém com qualquer autoridade de mudar a história, mas para se trazer a história de Ciro a Roma é preciso passar por Alexandre da Macedônia.
No ano 334 anterior a esta era, o exército de Alexandre cruzou o Helesponto com aproximadamente 46 000 soldados de infantaria, 6 000 na cavalaria e uma frota de 136 navios com tripulação de 35 000 homens, seus soldados eram, em sua maioria, macedônios, mas também tinham milhares de gregos de diversas cidades-estados, muitos mercenários e tropas conseguidas da Trácida, Peônia e Iliria. Alexandre era um homem carismático e determinado por isto conquistou logo a confiança de seu exército ao entrar em terras Persas fincou sua lança em solo asiático gritou para seus soldados.                                                                                                             -Aceitaremos a Ásia como um presente dos deuses!  Isso também mostrava sua vontade de lutar, ao contrário de seu pai que preferia usar de diplomacia com seus inimigos.
O primeiro grande confronto com os persas aconteceu                                                                                                                   na  Grânico, a 24 de Daisio (8 de abril de 334 antes desta era), Alexandre derrotou seus adversários e aceitou a rendição de Sardis, a capital da província local, partindo dali  pela costa de Jônia garantindo a autonomia das cidades da região, cercou a cidade de Mileto principal foco de resistência persa, foi cercada e conquistada depois segui para o sul estava Helicarnasso, em Cária, onde fez um prolongado cerco, Alexandre forçou a rendição das tropas persas, capturando o líder mercenário local e forçando a fuga do sátrapa de Cária, Orontobates, Alexandre deixou no poder na região uma membra da dinastia hecatômnia a princesa Ada, que seria adotada por ele.
Partindo de Halicarnasso, Alexandre foi até as montanhas da Lícia e daí para as planícies de Panfília, assumindo o controle de todas as cidades costeiras na Ásia menor, negando aos persas o uso dos seus portos para atracar suas galés de guerra como base. Depois da Panfília e de suas costas marítimas, Alexandre moveu-se terra adentro indo até Termesso, depois avançou sobre a cidade de Pissídia, antiga cidade de Górdio, Nesta cidade Alexandre foi desafiado a desfazer o famoso Nó de Górdio um nó que ninguém tinha conseguido desmanchar até aquele dia, e diziam que por uma profecia havia sido revelado que um futuro rei da Pérsia o desmancharia o nó ai Alexandre desembainhou a espada e cortou o nó acabando de vez com a lenda. Segundo os historiadores Alexandre falou que não importava a forma que seria desfeita o nó o importante era desmancha-los.
Na primavera do ano 333 anterior a esta era, Alexandre                   cruzou de Tauro até a Cilícia, mas Alexandre por motivo de doença teve que parar por um breve tempo até tratar-se depois marchou para Síria ao encontrar-se novamente com Dario III este tinha um novo exército bem maior que o primeiro que flanqueou os macedônios, forçando Alexandre a recuar de volta a Cilícia e ali os dois se enfrentaram em batalha em Isso que resultou em uma importante vitória para Alexandre, Dario III fugiu às pressas, levando ao colapso de suas forças, deixando para trás uma enorme quantidade de tesouros, sua esposa, suas duas filhas e sua mãe Sisigambis.       
O rei persa então propôs um tratado de paz que incluía a entrega aos macedônios todos os territórios que eles já haviam conquistado e um resgate de 10 000 talentos por sua família. Alexandre respondeu que agora ele era o rei da Ásia e que apenas ele decidiria as divisões territoriais. Alexandre prosseguiu para conquistar a Síria e a costa da região do Levante e no ano seguinte no ano 332 antes da era Juliana, ele cercou a cidade de Tiro (atual Líbano), e após um longo Hyperlink  ele forçou a submissão da região, Alexandre não mostrou piedade com a cidade, matando todos os homens em idade militar e vendendo as mulheres e crianças como escravas.
Este fora Alexandre com um domínio meteórico sobre toda Macedônia, Grécia, parte da Arábia, Egito chegando a Ásia sem nunca perder uma batalha enfrentando levantes e acabou caindo em uma emboscada de um Rajá da Índia vindo a óbito na Babilônia, deixando seu exército dividido e perseguindo seus herdeiros e matando-os para não tê-los no futuro como reclamante de seus tronos nos territórios conquistado por ele, Alexandre deixou cidades portuárias chamadas de Alexandria, que incrementou o comércio no mundo de então, fez bibliotecas onde juntou o conhecimento do mundo matemática, física, astronomia, e medicina, estes livros por se referir a dádivas de diversos deuses conforme a fé de seus autores foi queimada junto com a biblioteca de Alexandria pelo Arce Bispo católico Teófilo destruindo assim mais de meio milhão de livros da história e conhecimento dos homens do passado, e toda história da religiosidade de um povo ficou destruída achando-se partes para juntar-se a história. Mas Alexandre religiosamente era Estoico das doutrinas espírita de Zoroastro, conhecida como doutrinas zoroastristas, adaptados pela igreja católica no mito de pentecoste. Alexandre não destruiu religiões, mas as cidades que não se submeteram a sua vontade destruíram. Enquanto isto em Roma levantava-se uma das maiores forças que o mundo conheceu até os dias de hoje, os legionários romanos...



                XXXVIII PARTE
     LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Roma o último grande reino que se pode chamar o reino camaleão que se molda e adapta-se aos tempos e costumes, pois tem sobre sua direção uma das piores castas, a casta sacerdotal que usa o nome de um deus criado por eles para dominar sem compromisso mais em defesa de uma falsa moral que vai se adaptando ao longo do tempo. Mas Roma não começou ai e nem era este seus interesse no princípio, Roma era uma cidade agrícola, seguidora dos deuses gregos mais com nomes latinos, tinha princípios éticos e moral conforme as colônias gregas ao derredor traziam da Grécia para este povo, e aos poucos foi se firmando no mundo Mediterrâneo e tornou-se uma civilização próspera entrando em guerra constante com outros povos a sua volta e vencendo seus inimigos e a cada guerra tornava-se mais forte montando grande estratégia de guerra enquanto o reino da Grécia declinava aos poucos Roma ia ficando cada vez mais poderosa.
Quando a Magna Grécia passou ao domínio dos Romanos em -289 desta era, os cartagineses viram ai uma oportunidade de derrotar Roma e assumir o controle total do comércio Marítimo em todo Mediterrâneo, mas Roma persentindo o golpe adianta-se e instiga os Samnios cidade da Sicília ligados aos Romanos a invadir Messana cidade costeira da Sicília pertencente aos cartagineses. Cartago era uma das cidades estados dos Fenícios e tornou-se uma poderosa cidade independente, e diferente dos fenícios era adepta da ideia de conquista por guerra além do comércio embora nunca houvesse entrado em guerra, pois sempre fora um povo pacífico mais com a queda do império helenístico nascera neste povo o desejo de dominar pela força e Roma apesar de viver em guerra desde seu princípio, não era um poder representativo de época e assim Cartago não precisou de muitos conselhos para declarar guerra a Roma e assim começou a primeira guerra púnica.                                               
A primeira guerra púnica durou 23 anos, embora Cartago fosse um grande poder em riqueza pelos longos anos de comércio sem guerra e com uma frota de marinha e exército mais poderoso que Roma, no entanto lhes faltava experiência em guerra o que neste tempo Roma já tinha de sobra, pois cresceu em guerra constante com seus vizinhos e os venceu guerra após guerra e Cartago não tinha experiência de guerra, e ao sair desta guerra os romanos tornaram-se uma potência em todo Mediterrâneo e tinham submetido Cartago a seus domínios. Enquanto Cartago era dominada e não sabia lutar com sua derrocada financeira causada pela guerra Roma já sabia lutar com estes contratempos e recuperou-se rapidamente de sua situação financeira submetendo Cartago a pesados tributos.                                                                                               A segunda guerra púnica foi consequência da primeira, pois Cartago saiu da guerra arrasada economicamente e começa novamente a expandir seu comercio consegue equilibrar-se mais atrai a inveja dos romanos que não aceitavam que Cartago continuasse prosperar comercialmente por todo Mediterrâneo e até Europa e Roma declara nova guerra contra Cartago que agora além de não ter frota suficiente para enfrentar os romanos também não tinha exército pra isto e a derrota dos cartagineses foi maior nesta segunda guerra que na primeira e com menos anos de guerra Roma arrasa Cartago, que luta sem nem uma esperança, pois sabe que a astúcia de guerra de seu inimigo é superior a sua. Depois da segunda guerra Roma não tinha interesse que Cartago sobrevivesse muito disto devido à sangrenta batalha de Anibal trazendo dolorosa perda a Roma que por vingança não tinha nem um interesse na sobrevivência deste povo e queria que este povo desaparessece como cidade, então tratou de fazer uma guerra e assim terminaram de vez com os cartagineses.                                                 
Terminado a terceira guerra púnica Roma não tinha mais nem um adversário à altura para lhe fazer frente e assim tornou-se o terceiro grande império do mediterrâneo e de toda Europa chegando até a ilha da Bretanha.



                XXXIX CAPITOLO

LIBERDADE E LIBERTINAGEM
Passado as guerras, Roma entra em um período de paz, mas seus sábios estavam contaminados pelas doutrinas filosóficas gregas e suas religiões e entre seus filósofo estava Cícero que na política havia sido um fracasso e também o advogado Aneu Cêneca Amante de Agripina e professor de Nero ambos eram de seguimento filosófico platônico e de religião Estoica. É importante saber-se que a classe intelectual nunca teve preocupação com a moral e bons costumes e sempre que tomaram o poder destruíram este quesito na sociedade que por princípio é conservadora e não aceita que seus princípios morais sejam desrespeitados por quem quer que seja e é por isto que a classe dominante geralmente é feito por comerciantes que conseguem entender melhor os anseios da população e respeitam seus princípios religiosos.

A religião estoica era seguida geralmente pelas classes dominantes enquanto a massa social menos favorecida era na sua grande maioria cínica, pois o cinismo por princípio parecia atender as classes inferiores isto por princípio, pois com o domínio das religiões pelos intelectuais e comerciantes ela logo atendeu aos interesses de um ou de outro, e Roma que acabara de sair de uma guerra sangrenta com milhares de mortos estava com o coração de seus cidadãos compungidos e voltados às coisas espirituais e no que se aproveitaram as religiões para preencher este vazio com as pregações mais afinadas dos sofistas destes tempos, homens preparados para dar discursos que cativava as massas e estes sofistas na sua grande maioria se tornaram religiosos estoicos ou cínicos e também epicurios que era também uma religião de época.
E Roma que havia saído da última guerra contra Cartago em uma verdadeira carnificina e derramamento de sangue, seus cidadão estavam mais preocupado com a vida pós-morte depois de ver tantos mortos, pois não havia uma só casa em Roma em que não havia tido um morto nesta guerra, e as religiões já causavam grande estrago no poder romano e alguns de seus filósofos já se levantavam contra imperadores como Calígula em Roma entre estes filósofos estava Lúcios Aneu Sêneca que por pertencer à famosa classe intelectual achava-se no direito de desrespeitar os imperadores e quando escrevia sobre o mesmo o desmoralizava totalmente, quando ele era amante da irmã de Calígula e nem por isto foi perseguido ou morto pelo mesmo, mas fora isto que os intelectuais religiosos de época fizeram com muita propriedade desmoralizar os imperadores no mesmo instante que suas vidas não eram um exemplo religioso como não é até os dias de hoje e hoje os mesmo intelectuais tentam desmoralizar os que não se encaixam com seus modos de pensar temos muitos exemplos de políticos desmoralizados por eles, mais que tem o aval do povo por seus princípios morais mais dignos que a intelectualidade dos imorais arrogantes.
Fora neste tempo que aparecera Apolônio de Tiana “O Médico” pregando sua doutrina e curando nas ruas das cidades de Roma e por suas pregações cativantes e cura dos doentes nas ruas fora chamado de deus Proteus, o deus da sabedoria e em poucos anos percorrera toda região da Grécia, Ásia e Europa pregando suas doutrinas e é incrível que Paulo o apóstolo criado pela Igreja católica seguiu as pegadas de Apolônio quando Roma resolveu assumir o cristianismo nos anos 326, pondo fim em Apolônio e suas pregações e toda história de Apolônio sobreviveu graças aos seus seguidores que guardaram seus escritos por muitos séculos até que abrandassem as perseguições católicas sobre o cristianismo greco-romano. E Apolônio por seu modo cativante fez muitos seguidores e os mitos a seu respeito espalhou-se e foi levado por Marcos a este Jesus romano de princípio judaico porque se dissessem que era romano não teria de modo algum o crédito romano, pois não seria possível um homem assim passar por Roma sem que nem um historiador de Roma ouvisse falar dele então arrumaram para ele uma cidade desconhecida como Jerusalém seria mais fácil emplacar seu conto aquilo que se faz em todo conto “Era uma vez num reino muito distante” assim Marcos fez com o conto do tal Jesus só não contava que os sacerdotes de Constantino pegariam seu conto para validar um deus que não fosse grego!
Nero fora um dos últimos imperadores a perseguir os religiosos greco-romanos, por desconfiar que os mesmo houvesse posto fogo em Roma embora os historiadores de época houvesse atribuído ao próprio Nero este crime, fica difícil crer que um imperador em sã consciência colocasse fogo na cidade que o tornara imperador, mais os historiadores de época também diziam que era louco, mas não esqueça que estes historiadores eram os intelectuais de época homens sem moral ou escrúpulo algum e na verdade eram na sua grande maioria pertencente a uma ou a outra religião e capaz de incentivar a massa a cometer tal crime e depois culpar quem quisessem culpar neste caso ao próprio imperador.
E foi Nero quem acabara dando o nome de cristão aos religiosos da religião filosófica grega, pois aos crucificara na cruz trouxe sobre ele o dito usado pelos gregos à crucificação de um inocente em lugar de um culpado, pois sempre que um inocente fosse crucificado para que um culpado ficasse livre de seu crime este inocente era chamado de cristo e sempre que um nobre cometesse um crime que atraia a atenção da massa alguém do povo era pego no meio da noite para ser executado no outro dia imediatamente quase que em execução sumária sem dar nem uma chance ao mesmo se defender e a este o povo o chamava de cristo ou tirado para cristo e quando Nero culpou religioso, pois também estava com medo do movimento político desfavorável a seu governo e começou a crucificar os religiosos quase que imediatamente tentando afastar de si qualquer suspeita, mas os senadores que já eram religiosos em grande quantidade não concordaram com estas mortes espalhando entre o povo que o incendiário era Nero e não os religiosos, e foi dai que foram chamados de cristo ou por serem muitos de cristãos!
Estes foram os primeiros cristãos da história de Roma e até Constantino tudo que se fala de senhores do cristianismo eles eram, estoico, cínico ou epicúreos na sua grande maioria e a único conto existente sobre um Jesus de Nazaré não passava de um conto de Marcos e ele não tinha intenção de torna-lo um deus era só um conto fato é que seu cristo não ressuscitou quem fez esta ressurreição foi o concílio de Niceia.                                                  Mas os sacerdotes de Constantino resolveram acampar neste cristo toda doutrina nascida da filosofia grega e para isto não tiveram piedade de ninguém criaram um credo e que não aceitou seu credo foi queimado em fogueiras em rituais macabros com um sacerdote católico rezando e encomendando sua alma a deus!

            CONSIDERAÇÕES FINAIS

E assim a o poder de Constantino não teve dificuldade de reinar sobre todo o império romano, pois seu governo foi mais religioso que administrativo e sempre seus sacerdotes lhes fizeram o trabalho sujo de domínio sobre os povos e este reino esta sobre a humanidade ocidental há 1700 anos com poucas contestações e os conflitos dentro deste poder é mais de senso religiosos que logo se acomoda e muitas verdades sobre este reino ainda esta no obscurantismo da história.

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