VII PARTE
FATOS E LENDAS DA HISTÓRIA
UM IDIOTA NA CORTE ROMANA
Ao chegar em Roma Palermã Levan Doce “o truão” é apresentado aos mais sábios juristas romanos, “estou falando em sábios juristas romanos” não os comerciantes juristas cartagineses que temos hoje em dia que só agem (se alguém lhes molhar as mãos.) Ao entrar em contato com os sábios juristas romanos não demorou para que estes descobrissem que nada, ou quase nada, poderia ser feito com este idiota, a não ser aproveitar sua idiotice em benefício de Roma. Palermã Levan Doce “o truão” era uma pessoa totalmente desprovido de qualquer capacidade intelectual apenas agia por mando de seus deuses ou dos homens e neste momento, Roma começa a mostrar em pergunta e resposta o que Roma fizera por Medeia era um trabalho cansativo e repetitivos por longas e longas horas de repetições de fatos.
Até que Roma se deu por satisfeita com o mínimo feito, pois este era uma causa praticamente perdida, mais assim mesmo podia aproveitar-se sua incapacidade intelectual em benefício de Roma. Preparando Palermã Levan Doce “o truão” para acusar perante o tribunal Dudas “o surrupião socialista” alguns tribunos, muito poucos claro, acreditavam que podiam usar este idiota que estava mais para bobo da corte que para acusador de alguém! E assim enviarão de volta a Medeia Palerman Levan Doce “o truão” que se achava o máximo a esta altura, pois havia estudado em Roma e agora já não era um medeiano e sim um romano, pois recebera a promessa que se fosse bem sucedido receberia cidadania romana e segundo dizem o poder lhe subiu à cabeça, pois não aceitava mais os gozadores de rua e chegou ameaçar de prisão quem fizesse isto, como se zombar de um truão fosse agora zombar de seu próprio deus e chegou ao máximo de comentar em sua oratória que zombar dele era uma ameaça nacional. “Imagina a arrogância do camarada?”

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